QUÊNIA, Nairóbi - Um grupo de cientistas apresentou hoje (20) evidências do massacre humano mais antigo da história, uma descoberta que contribui para o debate sobre as razões pelas quais os seres humanos fazem guerra.

O mais antigo massacre ocorreu há dez mil anos no Quênia, quando um pequeno grupo de homens, mulheres e crianças foram capturados por um clã rival, amarrados e espancados até a morte. Os restos mortais foram depositados numa lagoa e preservados em sedimentos por milénios.

Evidências

A descoberta foi feita em Nataruk, perto do Lago Turkana, no Quênia. Os ossos recolhidos fornecem “provas conclusivas de algo que deve ter sido um conflito entre grupos”, explicou a antropóloga da Universidade de Cambridge, Marta Mirazon Lahr.

Há outras evidências fósseis de violência contra seres humanos, mas nenhuma de confrontos entre grupos.

A equipe de Marta Mirazon Lahr desenterrou 12 esqueletos, mais ou menos intactos, dez dos quais tinham marcas de morte violenta.

O primeiro esqueleto que a equipe descobriu estava deitado de bruços e foi espancado até à morte.

A antropóloga encontrou também um esqueleto de uma mulher com os restos mortais de um feto na cavidade abdominal.

As origens da guerra é um tema controverso. Uns defendem que faz parte da essência da natureza humana (que nascemos com capacidade para a violência organizada) e outros sugerem que a guerra apareceu com o conceito de propriedade, quando os humanos começaram a cultivar a terra.

O novo estudo revela que a guerra já era uma característica do ser humano há dez mil anos, quando ainda éramos nômades.

“A minha interpretação é de que eram uma pequena comunidade e foram surpreendidos com um ataque”, afirmou a antropóloga.

O massacre pode ser visto como uma invasão por recursos ou um confronto entre dois grupos sociais, afirmaram autores do estudo, acrescentando que aquelas mortes são o “testemunho mais antigo de violência entre grupos e de guerra”.

 

Fonte: Agência Lusa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 40 visitas até 11:12h)

 

ITÁLIA, Roma - O cineasta italiano Ettore Scola, realizador de filmes como Um dia inesquecível ou Tão amigos que nós éramos, morreu hoje (19), em Roma, aos 84 anos.

Nascido em 1931, Ettore Scola é considerado um dos últimos grandes mestres do cinema italiano. Ele dirigiu obras que tiveram a participação de atores como Marcello Mastroianni, Sophia Loren, Vittorio Gassman e Nino Manfredi.

Diretor de mais de quatro dezenas de filmes, entre os quais documentários, Scola também foi autor de cerca de 80 roteiros cinematográficos.

 

Fonte: Agência Lusa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 39 visitas até 11:03h)

 

BRASIL, São Paulo - Representada pela diretora executiva Camila Leoni, entidade fará parte da delegação brasileira selecionada pelo Ministério da Cultura (MinC)

Selecionada via edital do Ministério da Cultura (MinC), e com intuito de ampliar a atuação internacional, a Federação de Amigos de Museus do Brasil (Feambra) participará, pela primeira vez, da feira Museum Connections, neste ano realizada entre os dias 20 e 21 de janeiro, em Paris. Considerada uma das mais importantes da Europa para a gestão e novos projetos e parcerias, a Feambra será representada pela diretora-executiva Camila Leoni.

“Está é uma oportunidade única de incentivar estratégias de sustentabilidade para os museus e amigos de museus”, afirma Camila. Durante a presença, a executiva apresentará a atuação da Feambra no Brasil e participará de encontros com o objetivo de “estreitar a rede de relacionamento, buscar parcerias estratégicas e ampliar as possibilidades de desenvolver novos projetos na área cultural”.

A organização do Museum Connections 2016 estima para este ano a presença de 170 expositores e mais de quatro mil visitantes de todas as partes do mundo nos dois dias de evento. A programação será dividida entre workshops e debates com grandes nomes das áreas cultural e de Museologia.

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 16/01/2016 - 81 visitas até 10:56h)

 

BRASIL, Brasília - A Escola do Louvre, instituição vinculada ao Ministério da Cultura e Comunicação francês que receberá três estudantes brasileiros para intercâmbio em 2016.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em parceria com a Escola do Louvre, lançou nesta segunda-feira (18) mais uma edição de Edital de Seleção destinado à concessão de bolsas de intercâmbio acadêmico na França para estudantes brasileiros do campo da Museologia e áreas relacionadas.

O Intercâmbio Acadêmico Ibram-Escola do Louvre, para o qual serão oferecidas três bolsas, vai acontecer durante o período de 29 de agosto a 26 de novembro deste ano em Paris, abarcando duas semanas de formação no Seminário Internacional de Verão de Museologia (SIEM) e até dois meses de estágio em museus franceses.

Serão selecionados três estudantes brasileiros, de cursos de mestrado ou doutorado, nas áreas de Museologia, História da Arte, Arqueologia, Antropologia e Etnologia, além de demais áreas de Humanidades, Ciências Sociais e cursos multidisciplinares com projetos vinculados à área museal. Uma das vagas será destinada a concorrência entre servidores do Ibram e as demais ao público em geral.

Os candidatos selecionados receberão auxílio para o período máximo de até noventa dias de estadia na França, que incluirá mensalidades para os três meses de intercâmbio, auxílio instalação, seguro saúde e auxílio deslocamento ou passagem aérea de ida e de volta em classe econômica para o trecho Brasil-França-Brasil.

Os valores das bolsas terão como base a Portaria nº 174 da CAPES, de 6 de dezembro de 2012, na modalidade Capacitação. A vaga destinada a servidor do Ibram seguirá a legislação federal relativa a afastamentos do país, podendo o servidor selecionado optar pelo afastamento do país com ônus limitado ou sem ônus.

O Ibram receberá inscrições via correio, que devem incluir toda a documentação exigida, no período de 25 de janeiro a 21 de março deste ano. Para mais informações, consulte a íntegra do edital ou envie e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: Ibram

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 75 visitas até 11h)

EUA, Los Angeles - Brasileiro Wagner Moura perdeu para Jon Hamm

Com derrota do brasileiro Wagner Moura, a premiação Globo de Ouro, que aconteceu no último domingo, dia 10, teve o filme "O Regresso" como grande vencedor da noite.

O longa do mexicano Alejandro G.Iñarritu venceu nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator de Drama, com Leonardo DiCaprio, e Melhor Filme Dramático. Com a vitória de Di Caprio, voltam a aumentar as expectativas sobre o tão almejado Oscar. 

O ator concorreu ao prêmio em 1994, 2005, 2007 e 2014, mas nunca venceu o prêmio, o que é motivo de revolta para alguns e de piadas para outros. A grande maioria das pessoas, no entanto, concorda que ele merece o reconhecimento. O brasileiro Wagner Moura, que representou o narcotraficante Pablo Escobar na série "Narcos", do site de streaming Netflix, perdeu para Jon Hamm na categoria Melhor Ator em Série Dramática, que se despediu no ano passado do personagem Don Drapper, da renomada série "Mad Men".

"Narcos", que estreou em agosto do ano passado, foi um dos programas originais da plataforma de streaming mais comentados de 2015, e também recebeu a indicação de Melhor Série de Drama, concorrendo com "Game of Thrones", "Mr. Robot", "Outlander" e "Empire". Entre os demais vencedores, Brie Larson ganhou como Melhor Atriz de Drama, Jennifer Lawrence, como Melhor Atriz de Comédia ou Musical, Lady Gaga como Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a TV, entre outros.

 

Fonte: Agência ANSA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 12/01/2016 - 21 visitas até 18:27h)

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