PORTUGAL, Lisboa - Mais de 9,7 milhões de eleitores portugueses devem comparecer hoje às urnas para eleger o presidente que irá substituir Cavaco Silva. Dez candidatos concorrem ao cargo, um recorde na história das eleições do país. 

Se um dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos será eleito em primeiro turno. Caso contrário, os eleitores voltam às urnas para o segundo turno entre os dois candidatos mais votados no dia 14 de fevereiro. 

As urnas fecham às 19h (horário local) - nos Açores, a abertura e o fechamento das urnas ocorre com a diferença de uma hora a mais.

Os dez candidatos aparecem na cédula de votação na seguinte ordem: Henrique Neto, António Sampaio da Nóvoa, Cândido Ferreira, Edgar Silva, Jorge Sequeira, Vitorino Silva (Tino de Rans), Marisa Matias, Maria de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Morais.

As eleições de hoje contam com 85,3 mil eleitores a mais do que em 2011.

Em 2011, Cavaco Silva foi reconduzido ao cargo de chefe de Estado no primeiro turno, com 53,14% dos votos.

 

Fonte: Agência Lusa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 24/01/2016 - 14 visitas até 11:21h)

EUA, Nova York - A circulação rodoviária está interdita desde as 14h30 (17h30 no horário de Brasília) de hoje (23) no Sul de Nova York, exceto para veículos de emergência, poior causa da tempestade de neve Jonas.

A tempestade de neve, que atingiu a região de Nova York na noite de sexta-feira (22) para sábado, revelou-se de uma intensidade mais forte do que a inicialmente prevista.

No final da manhã, a neve já tinha atingido mais de 30 centímetros de altura.

Durante uma entrevista coletiva, o governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou que as linhas ferroviárias com destino ao Norte e ao Leste de Nova York foram fechadas, assim como as linhas do metrô para o exterior.

Em todos os três aeroportos da região - John F. Kennedy, LaGuardia e Newark – nenhum avião decolou desde a noite de sexta-feira.

 

Fonte: Agência Lusa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 23/01/2016 - 17 visitas até 11:19h)

 

ITÁLIA, Roma - Servidores condenados poderão pagar até seis salários de multa

O Conselho dos Ministros da Itália aprovou um decreto que estabelece punições mais rígidas para funcionários públicos que forem pegos falsificando sua presença no serviço e até para seus superiores imediatos.

A medida foi acelerada pelo governo após dezenas de empregados da Prefeitura de Sanremo, no noroeste do país, terem sido flagrados assinando o ponto e indo embora logo em seguida. Daqui para frente, as pessoas que cometerem tal infração terão o trabalho e a remuneração suspensos dentro de até 48 horas.

Além disso, o decreto torna mais rápido o processo para demitir esses funcionários, reduzindo o prazo máximo de 120 dias para um mês. Já os chefes desses colaboradores poderão ser até exonerados caso não denunciem os "empregados fantasmas". Hoje, a pena máxima é a de suspensão.

Os servidores também estarão sujeitos a processo por "danos de imagem", com sentenças não inferiores a seis salários, além de juros e despesas judiciais. O decreto, que ainda precisará passar pelo aval do Parlamento, faz parte de uma ampla reforma coordenada pela ministra para a Simplificação da Administração Pública da Itália, Marianna Madia.

 

Fonte: Agência ANSA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 22/01/2016 - 35 visitas até 11:16h)

ITÁLIA, Roma - Servidores condenados poderão pagar até seis salários de multa

O Conselho dos Ministros da Itália aprovou um decreto que estabelece punições mais rígidas para funcionários públicos que forem pegos falsificando sua presença no serviço e até para seus superiores imediatos.

A medida foi acelerada pelo governo após dezenas de empregados da Prefeitura de Sanremo, no noroeste do país, terem sido flagrados assinando o ponto e indo embora logo em seguida. Daqui para frente, as pessoas que cometerem tal infração terão o trabalho e a remuneração suspensos dentro de até 48 horas.

Além disso, o decreto torna mais rápido o processo para demitir esses funcionários, reduzindo o prazo máximo de 120 dias para um mês. Já os chefes desses colaboradores poderão ser até exonerados caso não denunciem os "empregados fantasmas". Hoje, a pena máxima é a de suspensão.

Os servidores também estarão sujeitos a processo por "danos de imagem", com sentenças não inferiores a seis salários, além de juros e despesas judiciais. O decreto, que ainda precisará passar pelo aval do Parlamento, faz parte de uma ampla reforma coordenada pela ministra para a Simplificação da Administração Pública da Itália, Marianna Madia.

 

Fonte: Agência ANSA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 22/01/2016 - 10 visitas até 11:39h)

QUÊNIA, Nairóbi - Um grupo de cientistas apresentou hoje (20) evidências do massacre humano mais antigo da história, uma descoberta que contribui para o debate sobre as razões pelas quais os seres humanos fazem guerra.

O mais antigo massacre ocorreu há dez mil anos no Quênia, quando um pequeno grupo de homens, mulheres e crianças foram capturados por um clã rival, amarrados e espancados até a morte. Os restos mortais foram depositados numa lagoa e preservados em sedimentos por milénios.

Evidências

A descoberta foi feita em Nataruk, perto do Lago Turkana, no Quênia. Os ossos recolhidos fornecem “provas conclusivas de algo que deve ter sido um conflito entre grupos”, explicou a antropóloga da Universidade de Cambridge, Marta Mirazon Lahr.

Há outras evidências fósseis de violência contra seres humanos, mas nenhuma de confrontos entre grupos.

A equipe de Marta Mirazon Lahr desenterrou 12 esqueletos, mais ou menos intactos, dez dos quais tinham marcas de morte violenta.

O primeiro esqueleto que a equipe descobriu estava deitado de bruços e foi espancado até à morte.

A antropóloga encontrou também um esqueleto de uma mulher com os restos mortais de um feto na cavidade abdominal.

As origens da guerra é um tema controverso. Uns defendem que faz parte da essência da natureza humana (que nascemos com capacidade para a violência organizada) e outros sugerem que a guerra apareceu com o conceito de propriedade, quando os humanos começaram a cultivar a terra.

O novo estudo revela que a guerra já era uma característica do ser humano há dez mil anos, quando ainda éramos nômades.

“A minha interpretação é de que eram uma pequena comunidade e foram surpreendidos com um ataque”, afirmou a antropóloga.

O massacre pode ser visto como uma invasão por recursos ou um confronto entre dois grupos sociais, afirmaram autores do estudo, acrescentando que aquelas mortes são o “testemunho mais antigo de violência entre grupos e de guerra”.

 

Fonte: Agência Lusa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 40 visitas até 11:12h)

 

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