EUA, Chicago - Ícone do soul e do blues, o norte-americano Otis Clay morreu aos 73 anos de idade neste sábado(9), vítima de um infarto, em Chicago. 

Nascido em 1942, em Waxhaw, Mississippi, Clay entrou para o Hall da Fama de Memphis em 2013. Em 1967, compôs seu primeiro hit de sucesso, "That`s How It is". 

Ganhou fama internacional, contudo, não só pela carreira musical, mas também pelo trabalho filantrópico.

 

Fonte: Agência Ansa 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/01/2016 - 18 visitas até 12:34h)

BRASIL, São Paulo - Inscrições iniciam no dia 15 de janeiro e seguem até 1º de maio

A University of New Mexico está divulgando as inscrições para o programa de mestrado em literatura e cultura brasileira. O processo de inscrição abre no dia 15 de janeiro e segue até 1º de maio de 2016. O programa oferece um número limitado de bolsas de estudo para candidatos qualificados. As bolsas são concedidas por um período de dois anos acadêmicos e cobrem matrícula, seguro saúde e uma bolsa mensal. Os bolsistas ensinarão em cursos de português para principiantes enquanto estarão matriculados na pós-graduação.

Os professores do programa de mestrado se especializam em vários campos incluindo, cinema brasileiro e hispano-americano, prosa contemporânea e estudos culturais, literatura colonial e literatura do século 19. Também é oferecida a possibilidade de cursar literatura hispano-americana e/ou linguística espanhola durante o mestrado. 

Outras informações e o link para inscrições estão disponíveis aqui.

 

Fonte: Pubishnews

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 38 visitas até 15:21h)

BRASIL, Rio de Janeiro - A Agência Nacional do Cinema (Ancine) anunciou hoje (6) a renovação de dois programas de apoio voltados para a divulgação do cinema brasileiro no mercado internacional. Conforme portarias publicadas no Diário Oficial da União, terão continuidade neste ano o Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais e o Programa de Apoio à Participação de Produtores de Audiovisual em Eventos de Mercado e Rodadas de Negócios.

O primeiro programa ajudou a viabilizar, ao longo do ano passado, a partipação de filmes e projetos brasileiros em um total de 70 eventos internacionais nos cinco continentes, com concessões diversas, como apoio financeiro, confecção e remessa de cópias legendadas. Segundo a Ancine, com a renovação, o programa vai incluirá este ano um número maior de eventos: 95 festivais internacionais e 35 laboratórios ou workshops.

De acordo com o regulamento, para cada evento internacional, o programa concede de três a sete apoios às produções cinematográficas brasileiras. O número maior de apoios fica para os três festivais considerados os mais importantes do circuito mundial: Cannes, na França, Veneza, na Itália, e Berlim, na Alemanha.

Já o Programa de Apoio à Participação de Produtores viabilizou, no ano passado, a presença de 157 profissionais em 19 eventos internacionais – 11 na Europa, quatro na América do Norte, um na África, um na Ásia e dois na América do Sul. Podem requerer o apoio desse programa representantes de empresas produtoras brasileiras independentes registradas na Ancine que tenham ao menos um Certificado de Produto Brasileiro emitido em um prazo de 18 meses antes do evento pretendido, ou um projeto em processo de realização cadastrado no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura.

Cada empresa poderá ser contemplada com no máximo três apoios por ano. As solicitações devem ser feitas no prazo máximo de 45 dias antes do início do evento.

Maiores informações sobre os regulamentos dos dois programas estão disponíveis no site da Ancine.

 

Fonte: Agência Brasil - Paulo Virgílio

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 52 visitas até 16:23h)

ALEMANHA, Munique - Pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), foi lançada hoje (8), na Alemanha, a nova edição comentada do livro "Mein Kampf" ("Minha Luta), manifesto de Adolf Hitler. O livro foi apresentado em Munique pelo Instituto de História Contemporânea e seu objetivo é desconstruir e contextualizar a obra do ex-líder alemão. 

Muitos historiadores apoiam a publicação por seu valor de informação, mas a comunidade judaica teme que a obra desperte sentimentos neonazistas. Para o presidente do Conselho Central dos Judeus Alemães, Josef Schuster, o livro, que já despertou calorosos debates no país, pode ser útil para o momento histórico. 

"Posso bem imaginar que esta edição criticamente comentada forneça um esclarecimento e permita entender o misticismo que reina em torno deste livro", disse. De acordo com ele, a nova edição, que tem tiragem inicial de quatro mil exemplares, mostrará as teorias "falsas e indecentes" usadas por Hitler, mas, mesmo assim, ainda poderá difundir as ideias de extrema direita na sociedade atual. 

Ao texto original de "Mein Kampf" foram acrescentadas 3,7 mil notas críticas e comentários de especialistas e historiadores, os quais se propõem a desmentir os mitos de Hitler. "Mein Kampf" foi escrito por Hitler durante os nove meses que esteve preso pelo fracassado golpe de Estado em Baviera. Sua primeira publicação ocorreu em julho de 1925. 

Hitler, que se suicidou em 1945, não deixou descendentes. Por conta disso, a propriedade intelectual de "Mein Kampf" foi para o estado da Baviera, que proibiu a publicação nas últimas décadas. Agora, o livro se tornou de domínio público na Alemanha. Desde 31 de dezembro de 2015, qualquer editora pode publicar no país uma obra sobre Hitler. Para que outras edições não sejam compradas, o livro será disponibilizado gratuitamente.

 

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 08/01/2016 - 31 visitas até 15:40h)

FRANÇA, Paris - A capital francesa lembra hoje (7) o primeiro aniversário dos atentados terroristas registrados entre os dias 7 e 9 de janeiro de 2015, com a realização de várias cerimônias de homenagem às vítimas.

No dia em que se cumpre exatamente um ano após o ataque jihadista à redação do jornal satírico Charlie Hebdo, o presidente François Hollande presta homenagem às forças policiais na sede da polícia.

As homenagens começaram terça-feira com o descerramento de placas de homenagem na rua Nicolas-Appert, diante da antiga sede do Charlie Hebdo, onde, em 7 de janeiro, foram assassinadas 12 pessoas, em Montrouge, onde no dia 8 de janeiro foi assassinada uma policial municipal e na Porte de Vincennes, diante da mercearia judaica onde quatro pessoas também morreram em 9 de janeiro.

Um ano após o atentado que matou as principais figuras da caricatura francesa, o jornal escolheu para a capa um desenho do cartunista Riss, que apresenta um Deus assassino, com barba e armado de uma kalachnikov, sob o título "Um ano depois, o assassino continua solto".

A edição de 32 páginas - em vez das habituais 16 - conta com um caderno especial de desenhos dos cartunistas assassinados há um ano Cabu, Wolinski, Charb, Tignous e Honoré, cartuons dos atuais colaboradores, assim como textos da ministra francesa da Cultura, Fleur Pellerin, das atrizes Isabelle Adjani, Charlotte Gainsbourg, Juliette Binoche e do músico Ibrahim Maalouf, entre outras personalidades.

No editorial, o diretor do jornal e desenhista sobrevivente do atentado denuncia "os fanáticos embrutecidos pelo Corão" e outros religiosos que tinham desejado a morte do jornal por "ousar rir da religião", garantindo que "as convicções dos ateus e dos laicos fazem mover mais montanhas que a fé dos crentes".

 

Fonte: Agência Lusa 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 61 visitas até 16:42h)

 

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