BRASIL, Brasília - A ampliação do turismo cultural subaquático e o papel das comunidades locais nesse processo é um dos assuntos que será discutido durante o Workshop Regional sobre Acesso à Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático, de 4 a 6 de julho, em Copacabana, na Bolívia.

Foto: divulgação/Iphan

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) será representado, durante o evento, pelo diretor do Centro Nacional de Arqueologia (CNA), Flávio Calippo.

O objetivo do encontro é construir um plano de ação conjunto para o desenvolvimento e implementação de políticas de proteção e salvaguarda ao Patrimônio Cultural e incentivar o turismo sustentável na América Latina e no Caribe. Participarão do evento autoridades de países signatários da Convenção de 2001, arqueólogos e profissionais do turismo da região latino-americana e caribenha. Na ocasião, também serão tratadas as ações de pesquisa científica, além da proteção e o papel do Patrimônio Cultural Subaquático no desenvolvimento sustentável.

A Convenção da Unesco para a proteção do Patrimônio Cultural Subaquático foi adotada em 2001. O documento é a principal ferramenta de apoio aos países signatários para melhorar os mecanismos de proteção desses bens. Esse marco legal também estabelece medidas de proteção contra saques, tráfico ilícito e exploração comercial de patrimônio submerso, bem como normas científicas internacionais para o incentivo à pesquisa e a formação de arqueólogos subaquáticos, além do compartilhamento de tecnologias e conhecimento entre os países.

Embora o Brasil não seja um país signatário, apoia as ações preservação e participará da discussão de estratégias para aderir à Convenção e promover o acesso do público ao Patrimônio Cultural Subaquático através do turismo.

Fonte: Iphan

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