SÃO PAULO, São Paulo - Sob os temas Suas memórias contam histórias e O que é patrimônio para você?, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em São Paulo (Iphan-SP), com apoio da Prefeitura de Santo André e Plataforma Paranapiacaba - Memória e Experimentação, realiza a Oficina de Cartografias Colaborativas no próximo dia 27 de janeiro na Biblioteca local Ábia Ferreira Francisco.

A oficina propõe integrar as memórias coletivas em um projeto de Educação Patrimonial por meio da elaboração conjunta de mapas que traduzam caminhos afetivos, percursos históricos, formas de apropriação, tendo como protagonista o Patrimônio Cultural da Vila de Paranapiacaba, tangível e intangível. 

A cidade de Santo André

A Vila de Santo André da Borda do Campo foi fundada em 8 de abril de 1553 e extinta em 1560. A localidade passou a ser parte do município de São Paulo e apenas em 1889 é que a região passou a ter um município com nome de São Bernardo. Este abrigava todo o ABC, e com a transferência de sede em 1939 passou a ser denominado Santo André. Este nome permaneceu, e após diversas emancipações de distritos, em 1953, o município de Santo André passou a ter a área atual de 174,38 km².

Confira a programação e participe:

1. Narrativas da Memória - das 10 às 13h.

Conte sua História. Compartilhe fotos, registros, mapas e objetos que falem de sua relação afetiva com a Vila de Paranapiacaba. Atividade coletiva.

2. Memória Mapeada - das 14 às 17h.

Suas Memórias integrarão a criação coletiva de uma Cartografia Colaborativa – impressa e virtual – resultante do diálogo com o território mapeado: uma representação da memória coletiva. A Cartografia Colaborativa se configura como um dispositivo de mobilização das memórias, campo de proposições e compartilhamento de conhecimentos e processos. Atividade coletiva de criação, registro e publicação.

Serviço:

Cartografias Colaborativas

Data: 27 de janeiro de 2016,a partir das 10h

Local: Biblioteca de Paranapiacaba Ábia Ferreira Francisco

Endereço: Avenida Rodrigues Alves, s/nº - Parte Baixa – Paranapiacaba (SP)

 

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 23 visitas até 20:35h)

DISTRITO FEDERAL, Brasília - Já está disponível para download gratuito a coletânea de livros "Conflitos Culturais: como resolver? Como conviver?". Organizado pelo professor doutor Francisco Humberto Cunha Filho, o material compila os artigos apresentados e defendidos durante o IV Encontro Internacional de Direitos Culturais, realizado em outubro de 2015, na capital cearense, pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais do Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), com apoio, entre outros, do Ministério da Cultura.

No prefácio da coletânea, o professor doutor Francisco Humberto Cunha Filho defende a atualidade dos direitos culturais como solução para diversos conflitos que emergem na capital cearense, no país e no mundo. "No plano local, a Cidade de Fortaleza se dividia para proteger ou destruir um logradouro público, a Praça Portugal, situada na linha demarcatória da feição mais antiga e da mais contemporânea da urbe; no cenário nacional, tumultuados debates como o relativo à democratização e controle das estruturas responsáveis pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais; na esfera mundial, o traumático despertar de 2015 com a saraivada bélica que ceifou a vida de muitos dos que compunham o jornal satírico francês Cherlie-Hebdo, episódio em que se confrontaram metralhadoras contra canetas, numa caricaturada e trágica representação dos conflitos culturais", exemplifica.

A coletânea é composta por oito livros: Direitos Autorais e Conexos; Patrimônio Cultural; Direito, Políticas, Economia e Fomento à Cultura; Direito e Cultura; Direitos Culturais e Transversalidades; Direitos Culturais e Constituição; Direitos Culturais, Memória e Verdade; e Conflitos Culturais.

O conteúdo deste material foi produzido com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP). Também apoiaram esta realização o Ministério da Cultura (MinC), a OAB-CE e o Instituto Brasileiro de Direitos Culturais (IBDCult).

Download gratuito.

 

Fonte: MinC - Vinicius Mansur

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 23 visitas até 21:36h)

SÃO PAULO, São Paulo - Publicações em preto e branco são a temática desta edição que traz 140 expositores, entre eles os livros produzidos na residência da Feira Plana. Evento deste ano ganha mais um dia e traz programação gratuita com oficinas, mesas, palestras e exibição de filme.

O MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, recebe, pelo quarto ano consecutivo, a Feira Plana - evento que reúne editores independentes, artistas que fazem livros, zineiros, quadrinistas e guerrilheiros de todo o Brasil, selecionados pela idealizadora e curadora Bia Bittencourt. Realizado nos dias 16 e 17 de janeiro, o evento ganhou mais uma noite, com a abertura no dia 15, sexta-feira. 

Com o tema Preto e branco, esta edição da Feira Plana aumentou suas atividades: serão 15 mesas e palestras incluindo uma mesa com o suíço Miklós Klaus Rózsa e seus editores alemães da Spector Books, Christof Nüssli e Christoph Oeschger. Outro destaque é a exibição do filme Branco Sai Preto Fica. Já no domingo, Peter Pál Pelbart fará uma palestra sobre subjetividade.

Dentre as oficinas, no sábado (16) acontece a Experimentações e sampleagens, que propõe experimentações com xerox, monotipia, desenho, impressão, carimbos, etc., na criação de imagens a partir de registros e apropriações do plano urbano. No domingo, o Estúdio Elástico apresenta Serigrafia em preto e branco. A partir de patterns, moirés imagens pré-gravadas Rogério Maciel, ensina impressão com tintas preto e branco para mostrar técnicas de sobreposição e imposição na criação de cartazes em serigrafia formato A2.

Já na área externa, acontece a programação Banca pirata, uma seleção de publicações dos editores participantes xerocadas e grampeadas à venda por R$5 cada.

Além do evento principal, no MIS, está funcionando a primeira Residência Plana, uma parceria com a Cosac Naify e a gráfica Ipsis para oferecer aos autores selecionados a oportunidade de uma experiência múltipla na área editorial e para que possam receber orientação, condições para produzir, financiar e lançar sua obra. Os selecionados lançarão seus trabalhos durante a Feira Plana 2016.

Confira a programação completa no site: http://www.feiraplana.org/ 

 

FEIRA PLANA 4

DATA 15, 16 e 17 de janeiro de 2016

HORÁRIO 15.01 das 18h às22h, dias 16 e 17.01 a partir das 12h

LOCAL Auditório MIS (172 lugares), Auditório LABMIS (66 lugares), área externa, foyer do Auditório MIS e Sala de interfaces.

INGRESSO gratuito (algumas oficinas e palestras precisam de inscrição prévia, checar a programação no site)

CLASSIFICAÇÃO livre

Museu da Imagem e do Som – MIS

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br 

Estacionamento conveniado: R$ 10 | Valet: R$15 [Conveniado]

Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

 

Fonte: MIS SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 -  visitas até 19:02h)

SÃO PAULO, São Paulo - O Museu Afro Brasil celebra os 462 anos da capital paulista com exposições de dois artistas paulistanos, além do lançamento do livro 100 anos de Feiras Livres na Cidade de São Paulo e de uma atividade para crianças conhecerem o museu. A abertura será no próximo sábado (23), antevéspera do aniversário da cidade.

A coordenadora curatorial do Afro Brasil, Ana Lúcia Lopes, disse que o museu homenageia a cidade fazendo uma ligação entre a história e a contemporaneidade de São Paulo do ponto de vista da arte.

“O tema é São Paulo no Museu Afro Brasil e como o museu está homenageando a sua cidade. Está homenageando dois artistas paulistanos, está oferecendo ao público o lançamento do livro sobre feira livre, que caracteriza as feiras livres com a cidade, e também essa experiência de passear pelo acervo de forma lúdica, mostrando a relação Brasil-África”, disse.

A valorização de artistas paulistanos é um dos motes do evento. A exposição Louça Fina, de Fernando Ribeiro, apresenta 80 trabalhos inéditos, entre pinturas e colagens. Ele discute questões diversas, desde o consumismo até o valor da obra de arte como memória e parte da história. O público poderá conferir também um aspecto curioso: simples pratos de papelão se transformarem em obras de arte a partir da intervenção do artista.

A exposição Cúmulo, do artista plástico Caíto, apresenta 20 esculturas inéditas e mostra um excesso de coisas que se sobrepõem umas às outras. Ele traz objetos amontoados, representando um acúmulo.

“Ele potencializa uma ideia de acumulação e tem uma sobreposição de obras que tornam o resultado provocativo e esteticamente muito interessante. É uma incidência máxima de objetos acumulados que se transformam numa obra”, disse a coordenadora.

Já o livro sobre feiras livres na capital paulista, que são centenárias e tão presentes na rotina da cidade, conta um pouco da sua construção histórica. As feiras livres foram organizadas e disciplinadas por ato do prefeito Washington Luiz, em 1914, e sobrevivem até os dias de hoje, apesar de algumas previsões que historicamente apontaram para o seu desaparecimento das ruas paulistanas. Segundo Lopes, “é um livro importante, que recupera uma experiência para além de econômica, uma experiência cultural da cidade, que são as feiras livres”.

Os autores do livro, o engenheiro agrônomo Hélio Junqueira e a economista Marcia Peetz, buscaram as origens medievais dos mercados e das feiras populares europeias e, a partir daí, traçaram sua evolução e desdobramentos socioeconômicos e culturais desde que chegaram ao Brasil, trazidas pelos portugueses colonizadores.

O museu expõe também uma mostra dedicada ao público infantil envolvendo a cultura africana, especialmente do Congo. O objetivo é que elas conheçam as temáticas do Museu Afro Brasil de forma lúdica, durante uma visita à exposição de longa duração, tudo isso em meio a brincadeiras e cantigas.

O Museu Afro Brasil abre de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. Os ingressos custam R$ 6 e a entrada é gratuita aos sábados. O lançamento do livro 100 Anos de Feiras Livres na cidade de São Paulo ocorrerá das 11h às 16h, no dia 23 de janeiro, quando haverá também a abertura das exposições. A ação educativa com as crianças está prevista para acontecer a partir das 14h.

 

Fonte: Agência Brasil - Camila Boehm

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 42 visitas até 21:41h)

SÃO PAULO, São Paulo - Dando continuidade à programação especial que comemora o aniversário de 110 anos da Pinacoteca de São Paulo, que pertence à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o museu inaugura dia 25 de janeiro a exposição ‘Coleções em diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo’, que remete à origem comum de ambas as instituições e às características de suas coleções, já que a Pinacoteca nasce da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo na galeria artística do Museu Paulista, inaugurado em 1895 e conhecido também como Museu do Ipiranga. A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente, em função de uma reforma para sua conservação, encontra-se fechado à visitação.

Segundo Valéria Piccoli, curadora da mostra com Fernanda Pitta, esse diálogo pretende reforçar as relações entre os dois acervos, iluminando-os mutualmente. São cerca de 50 obras, entre pinturas, desenhos, fotografias e objetos, assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli, Rodolfo Amoedo entre outros, que ajudam a compreender essa história comum e seus desdobramentos.

“As duas instituições estão intrinsecamente ligadas em sua criação, mas, ao longo da sua história, desenvolvem suas coleções por caminhos distintos: a Pinacoteca se firmando como um museu de arte, em especial brasileira, e o Museu Paulista como um museu de história, dedicado também à memória e à cultura material. A mostra traz obras de destaque da coleção do Museu Paulista, em especial aquelas de cunho histórico, encomendadas para a decoração do edifício ”, disse Piccoli, também curadora-chefe da Pinacoteca.

Destaque fica para as pinturas ‘Inundação da Várzea do Carmo’ (1892), de Benedito Calixto, a primeira aquisição do governo republicado de São Paulo, e ‘Ciclo da caça ao índio’ (1925), de Henrique Bernardelli, uma das encomendas do então diretor da instituição, Affonso Taunay, para a decoração da escadaria monumental do Museu, e importantes testemunhos da produção artística da virada dos séculos XIX e XX.

A mostra permanece em cartaz até 29 de janeiro de 2017 no 2º andar da Pinacoteca – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10 às 17h30 – com permanência até às 18h – e o ingresso custa R$6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes.

 

Fonte: Pinacoteca do Estado de São Paulo 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 13/01/2016 - 2 visitas até 11:21h)

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