MINAS GERAIS, Belo Horizonte - De 4 a 31 de janeiro, sempre de segunda a sexta-feira, a Estação Ecológica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que fica no Campus Pampulha (Av. Antônio Carlos, 6.627), vai oferecer caminhadas ecológicas por trilhas que passam pelos diversos biótopos do local, mostrando a importância das áreas de proteção ambiental e as características básicas de flora e fauna.

São oferecidas duas modalidades de trilha: uma caminhada de 60 minutos e uma trilha mais longa, de dificuldade moderada, que dura cerca de uma hora e meia. Os grupos são acompanhados por monitores universitários e a entrada é gratuita.

As inscrições podem ser feitas pelos telefones (31) 3409-2295 e 3409-2296, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: UFMG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/01/2016 - 34 visitas até 17:21h)

SÃO PAULO, São Paulo - A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, os Museus e várias Unidades e Institutos Especializados da USP programaram atividades culturais para animar a Universidade durante o período de férias. São exposições, cursos, visitas monitoradas, palestras e oficinas que acontecem durante os meses de janeiro e fevereiro de 2016. A seguir, alguns dos destaques da programação:

Exposição “Hidrofaixas”

O Centro de Preservação Cultural “Casa de Dona Yayá”, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, abriga até o dia 12 de fevereiro, a exposição “Hidrofaixas: rios visíveis do Bixiga”, sobre os três rios que permeiam a região: o Itororó, o Saracura e o Japurá (ou Ribeirão do Bixiga).

A exposição é gratuita e está aberta de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 15h. O CPC fica na Rua Major Diogo, 353, em São Paulo. Mais informações na página do Centro de Preservação no facebook.

Cursos de férias no Centro Universitário Maria Antonia

Também da Pró-Reitoria, o Centro Universitário Maria Antonia (Ceuma) realizará diversos cursos de férias nos meses de janeiro e fevereiro. Os cursos têm duração de três a quatro dias e abordam temas como o diálogo entre a música e a literatura russa; as tradições estéticas e a cultura contemporânea no Japão; a experiência histórica e a subjetividade em Arendt, Marcuse e Sennett; as relações entre o cinema e a literatura; e a história da arte contemporânea com enfoque nas exposições.

A programação completa pode ser conferida na página do Centro Universitário. O Ceuma fica na Rua Maria Antonia, 258 e 294, Vila Buarque, em São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 3123 5213 / 5214 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Parque Cientec

O Parque Cientec também estará de portas abertas durante as férias. Os frequentadores do Parque podem mergulhar na ciência e na tecnologia por meio das sessões no Planetário Digital, da instalação do sistema solar e das trilhas ecológicas, além de conhecer as exposições temporárias, como a recém-inaugurada “Matemática e Música”. Considerado uma reserva ecológica da Universidade, o Cientec tem 120 hectares de mata com lagos e as nascentes do Ipiranga.

O Parque Cientec funciona de segunda a sábado, das 9h às 16h, e fica na Av. Miguel Stéfano, 4.200, no bairro da Água Funda, em São Paulo. Mais informações na página do Parque ou pelo telefone (11) 5077-6312.

Museus da USP

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) abriga até o dia 5 de fevereiro, a exposição “Pelos caminhos da cidade de pedra: trinta anos de pesquisa arqueológica”, uma síntese do conhecimento produzido sobre os povoamentos pré-coloniais na região de Rondonópolis (MT). O MAE está localizado na Av. Almeida Prado, 1.466, na Cidade Universitária, em São Paulo. Para mais informações, consulte a página do MAE ou entre em contato pelo telefone (11) 3091-4905.

No Museu de Arte Contemporânea (MAC), o público pode conferir nove exposições gratuitas. O destaque é para a exposição “Visões da arte no acervo do MAC USP 1900-2000: Bastidores”, que exibe o processo de montagem da exposição de mesmo nome, que entrará em cartaz no ano que vem e exibirá até 2020 o acervo permanente do Museu.

A exposição revela que a curadoria em museus não é um fim em si mesmo, mas abrange uma cadeia de ações coordenadas que vão desde a aquisição de obras, documentação, catalogação, conservação preventiva e restauro até as várias formas de extroversão, dentre as quais se situa a exposição. O MAC Ibirapuera fica na Av. Pedro Álvares Cabral, 1301, em São Paulo. Mais informações na página do MAC ou pelo telefone (11) 2648-0299.

O setor Educativo do Museu Republicano “Convenção de Itu”, ligado ao Museu Paulista, preparou uma programação especial de férias. São oficinas, palestras e atividades envolvendo a leitura, para adultos e crianças. O Museu Republicano “Convenção de Itu” fica na Rua Barão de Itaim, 67, em Itu. Mais informações pelo telefone (11) 4023-0240, ramal 3.

Visitas monitoradas no Cebimar

Visitas monitoradas gratuitas e exposição em comemoração aos 60 anos do Cebimar, em São Sebastião

No mês de janeiro, o Centro de Biologia Marinha (Cebimar) programou visitas monitoradas gratuitas para receber visitantes interessados em conhecer o Cebimar e aprender um pouco mais sobre o oceano, seus animais e plantas. As visitas serão realizadas de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 9h ou às 14h, com duração média de duas horas, e compreendem uma excursão à praia, informações sobre os diferentes ecossistemas e observação de animais vivos expostos em tanques.

Para participar das atividades, os interessados devem preencher o formulário disponível na página do Centro. O Cebimar está localizado na Rodovia Manoel Hypólito do Rego, km 131,5 – Praia do Cabelo Gordo, São Sebastião. Mais informações pelos telefones (12) 3862- 8433/8401, ou pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Além das visitas, o Cebimar também está promovendo a exposição fotográfica “Cebimar 60 Anos”, até o dia 13 de fevereiro, com imagens de ambientes e seres marinhos feitas por cientistas e amantes da natureza. A exposição está aberta de segunda a sábado, no Departamento de Patrimônio Histórico (Deppat) da Secretaria de Cultura e Turismo de São Sebastião, localizado na Av. Dr. Altino Arantes (Rua da Praia), 130, em São Sebastião.

 

Fonte: USP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/01/2016 - 37 visitas até h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Espaço de convivência, estudo, produção e consumo de cultura, inserção social e, principalmente, leitura, as bibliotecas precisam oferecer diariamente opções de acesso a novos bens culturais num mundo cada vez mais conectado à internet e bombardeado por informações. 

No Rio de Janeiro, um modelo inovador e vitorioso, o de biblioteca parque, correu o risco de fechar por falta de verba do governo estadual para manter os equipamentos. Um acordo com as prefeituras do Rio e de Niterói reverteu provisoriamente a situação. 

Com projeto baseado na experiência colombiana de Medellín, a primeira biblioteca parque do país foi inaugurada, em 2010, em Manguinhos, na zona norte da cidade. A da Avenida Presidente Vargas, próximo à Central do Brasil, foi reinaugurada como biblioteca parque em março de 2014, depois de passar quatro anos em reforma.

O equipamento foi criado em 1873 pelo imperador dom Pedro II e modernizado na década de 1980 pelo então secretário de Cultura do estado Darcy Ribeiro. O governo do estado também é responsável pela Biblioteca Parque da Rocinha e pela Biblioteca Pública de Niterói.

Para o bibliotecário Chico de Paula, integrante do Movimento Abre Biblioteca Rio, fechar as bibliotecas parque significaria uma perda irreparável para uma parte da população que não tem outras opções de acesso à cultura.

“ Vários usuários da biblioteca as visitam simplesmente para usufruir do ar-condicionado, do wi-fi ou da poltrona, para tirar um cochilo após o almoço. Mas a biblioteca parque oferece muito mais. Ela dispõe de um acervo rico de livros, periódicos e vídeos, com cabines para que as pessoas assistam os filmes. Quem trabalha ou vive na rua também teve um porto seguro na biblioteca parque. Do ponto de vista cultural, o prejuízo é incalculável”.

Segundo ele, até hoje o país não criou uma cultura de biblioteca e já se fala que elas estão ultrapassadas. “Da mesma forma como realizamos a Proclamação da República longe dos verdadeiros republicanos, como ainda não abolimos a escravatura de fato, corremos um sério risco de superar as bibliotecas sem tê-las realizado. Isso é muito grave. Não realizamos uma estrutura de biblioteca e pessoas começam a afirmar que não precisamos de bibliotecas porque temos internet, o Google. Mas como podemos falar em superação das bibliotecas se nem tivemos o prazer de desfrutar das bibliotecas no Brasil?”

De acordo com dados do Sistema Nacional de Bibliotecas do Ministério da Cultura, o Brasil tem 6.701 bibliotecas cadastradas.

Democracia

Além do acervo, o modelo de biblioteca parque oferece outras atividades para a comunidade. A superintendente da Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Estado de Cultura, Vera Schroeder, destaca que o ambiente é acolhedor e democrático, tanto que a ameaça de fechamento foi revertida rapidamente.

“ As bibliotecas ficaram fechadas por pouquíssimos dias. Tanto a sociedade civil quanto as prefeituras se sensibilizaram para que esses espaços tão importantes pudessem permanecer abertos. Acho que hoje as bibliotecas parque são um dos espaços mais democráticos que podemos ver na cidade e no estado do Rio de Janeiro. Você vê população de rua junto com pós-doutorados num mesmo espaço cultural, que é uma biblioteca. E vemos isso em qualquer uma das nossas bibliotecas”.

Moradora de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, a artesã Fabíola Fortes Rouda Carmo vai para o centro de trem e leva a filha Laura, de 8 anos, para a biblioteca parque três vezes por semana. Elas pegam livros emprestados e participam de outras atividades.

“ Ela é uma devoradora de livros. A quantidade de livros que ela lê por semana é impossível de comprar. Aí comecei a levá-la duas ou três vezes por semana. Moramos super longe, mas ela se sentiu acolhida pelo conceito da biblioteca parque. Lá, ela participa de clube de leitura e teatro. Então, temos uma relação muito estreita até com os funcionários da biblioteca.”

Já a professora Mariana Jaggi, do Liceu de Artes e Ofícios, aproveita o espaço para estudar. “Só estudo, mas pretendo assistir uns filmes. São salas de filme que acho geniais. Assim que tiver tempo, vou marcar para assistir um filme. Para usar aqui, não precisa de cadastro. Só para pegar livro. Antes eu estudava em casa, mas procurei bibliotecas no centro e agora prefiro estudar aqui, tem ar-condicionado, internet, é mais reservado. Eu gosto muito”.

Cursando mestrado em engenharia nuclear na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o angolano Hamilton Ruben Tavares Tumba utiliza a biblioteca parque para estudar, fazer pesquisas e aprender mais sobre o Brasil. “ Estou sempre aqui, desde a inauguração. Trago os livros, às vezes utilizo os daqui para pesquisas e para conhecimento geral. Sou africano e acho que esse espaço é o melhor para estudar. Sempre que tenho tempo passo cinco, seis horas por aqui, até porque sou vizinho, moro bem perto.”

A designer Andressa Lemos é frequentadora da biblioteca parque e promoveu um projeto social com a rede Amor ao Cubo, a fim de incluir pessoas em situação de rua que visitam o local, o Fone Cultural.

“Tem um espaço multimídia, mas para ter acesso aos vídeos a pessoa tem de levar seu fone, que os moradores de rua normalmente não tem. Nosso projeto levou 88 fones para serem distribuídos entre eles. No dia 20 de novembro conseguimos fechar os kits culturais, fazer o evento em parceria com a biblioteca e entregar os kits. Moradores de rua geralmente têm um fluxo muito grande. Eles aparecem e depois desaparecem, mas é um número bem grande de interessados no acesso à cultura que a biblioteca disponibiliza para eles.”

Com o anúncio do fechamento, Andressa abriu um abaixo-assinado virtual para manter os equipamentos funcionando. Em menos de duas semanas, conseguiu quase 12 mil apoios. Agora, ela pretende emplacar outros projetos de inclusão com parceira da biblioteca. “A gente pretende ajudar com questões de alfabetização, tecnologia, acesso à tecnologia e produção de cultura. Embora sejamos usuários e isso doa em nós, doeu muito mais como parceiros da biblioteca, porque esses caras não têms outros lugares para ir. Estamos brigando por eles.”

De acordo com Vera Schroeder, o projeto de bibliotecas parque também inclui a do Alemão, que já funciona parcialmente na estação Palmeira do teleférico, “mas não nas condições que a gente gostaria”. Vera disse que o local precisa de uma reforma para ajustar a infraestrutura ao projeto, ainda sem previsão, mas que o espaço já oferece acervo e cursos para a comunidade. Futuramente, a ideia é expandir a rede de bibliotecas parque para a Baixada Fluminense e cidades do interior.

“ São propostas, mas não existe nada assinado. As bibliotecas parque na Baixada e no interior dependerão da vontade política das prefeituras. A ideia é que possamos cobrir todo o território do Rio de Janeiro, de modo que as regiões norte e noroeste também tenham espaços como esse”, concluiu.

 

Fonte: Agência Brasil - Akemi Nitahara

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/01/2016 - 33 visitas até h)

 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Sem dinheiro, os blocos de rua do Rio de Janeiro apelam à criatividade para conseguir desfilar no carnaval de rua de 2016. De acordo com diretores e produtores de blocos, o problema financeiro é uma questão delicada a ser resolvida a cada ano, por isso eles procuram alternativas como o financiamento coletivo, a arrecadação por meio de shows e o patrocínio de empresas privadas.

Para a produtora do bloco Toca Rauuul, Elsa Costa, o poder público precisa entender que os blocos de rua são uma atração do carnaval. Ela cobrou um acompanhamento, por parte do poder público, na mobilização dos blocos para arrecadar dinheiro para o desfile. Segundo a Empresa de Turismo do Município do Rio, a cidade arrecadou US$ 782 milhões em 2015, enquanto no carnaval de 2014 foram US$ 734 milhões. Além disso, quase um milhão de turistas visitam a cidade a cada ano para aproveitar a folia.

Elsa disse que é preciso dar apoio ao artista responsável pela festa, além da estrutura de banheiros químicos, grades, segurança e postos médicos fornecidos pela prefeitura. “Se a gente é atração e traz público para a cidade, o ideal é que a gente não tivesse que tirar do bolso para fazer, que é isso que acontece. A gente não quer ganhar dinheiro com isso, mas não é justo que a gente pague para fazer. O que está acontecendo é que os blocos estão pagando para desfilar”, criticou.

Segundo o sócio-fundador do Toca Rauuul, Emílio Rangel, a realidade financeira da agremiação é de uma promessa de patrocínio de uma empresa de bebidas, por meio da lei de incentivo, mas que não cobre nem um terço da verba necessária. Os gastos são, basicamente, em estrutura de palco e som para atender ao público de 20 mil foliões. Somados aos gastos com segurança e pessoal de montagem de som e palco, o total é estimado em R$ 50 mil.

Rangel afirmou que cada ano é uma história diferente para conseguir colocar o bloco na rua. Faltando menos de dois meses para o carnaval, o Toca Rauuul vive um momento de incerteza sobre como será o carnaval de 2016. “A gente não tem dinheiro para botar o carnaval na rua. A verdade é essa. A gente rebola, faz o que dá a cada ano. Como o carnaval é feito de suor, a gente vai lutar até o último momento para colocar o Toca Rauuul no carnaval de 2016. A gente não trata ficar de fora do carnaval de 2016 como uma possibilidade”, esclareceu.

Em 2012, o Toca Rauuul apostou no crowdfunding (uma forma de financiamento coletivo) para arrecadar fundos destinados ao primeiro ano de carnaval. A meta de R$ 15 mil foi atingida. Agora, o bloco Orquestra Voadora aposta no financiamento coletivo para pagar parte das despesas que tem com o carnaval de rua. Apesar da meta no crowdfunding do Orquestra Voadora ser R$ 25 mil, o custo para o carnaval de 2016 será acima de R$ 50 mil.

Com uma equipe de 500 pessoas por trás do bloco, os integrantes do Orquestra Voadora têm trabalhado firme para conseguir proporcionar a festa para um público estimado em 10 mil foliões. A produtora da Orquestra Voadora, Michelle Murriêta, espera um desfile feito por muitos e para todos na apresentação do carnaval de 2016. “Alegre, pacífico, seguro e com muita música boa”, destacou.

Outro bloco que aposta no financiamento coletivo é o Dinossauros Nacionais. No quarto ano de apresentação pública, o crowdfunding é para custear a estrutura de som do bloco. De acordo com o diretor do bloco, Marcos Chehab, em função do aumento de público, o gasto para o carnaval do próximo ano será maior para oferecer som de maior qualidade ao público estimado de 10 mil pessoas.

“O problema dos Dinossauros Nacionais é a falta de dinheiro porque o carnaval está cada vez mais caro e, infelizmente, a gente tem perdido, gradativamente, os apoios financeiros.” Chehab admitiu que caso a meta de R$ 8.621 não seja atingida, o bloco vai estudar a possibilidade de diminuir a estrutura de som disponível.

De acordo com a presidente da rede de blocos Coreto, Cristina Couri, as campanhas de financiamento coletivo são práticas cada vez mais comuns entre as agremiações carnavalescas. Ela disse que os blocos têm trabalhado na redução de gastos para poder garantir a presença no carnaval de rua. Neste sentido, dois blocos do Coreto, Dinossauros Nacionais e o Brasília Amarela, vão dividir a estrutura de som montada no Largo de São Francisco, no centro da cidade, nas apresentações do carnaval do ano que vem.

“Nós somos uma rede de troca de informações, contatos e parcerias. Não é uma rede voltada especificamente na captação de patrocínio. A gente acredita que com esta troca de informações nós vamos conseguir melhorar as estruturas e o carnaval para todos. São parcerias que parecem pequenas, mas que fazem muita diferença. Neste momento, tem sido muito importante a rede de blocos para a redução de custos.”

Cristina, que também está a frente do bloco Desliga da Justiça, relatou um outro problema na arrecadação de verbas para custear a apresentação do Desliga para, pelo menos, 5 mil foliões. Segundo ela, os integrantes do bloco estão contribuindo menos para ajudar a custear as despesas da agremiação. “Por exemplo, nesta época no ano passado, 80% das pessoas que tocam na bateria tinham pago. Neste ano, menos da metade das pessoas pagou”.

Procurada, a Riotur não respondeu se vai aumentar o apoio aos blocos de rua, nem quanto dinheiro da prefeitura será destinada para o carnaval de rua de 2016.

 

Fonte: Agência Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/01/2016 -31  visitas até h)

SÃO PAULO, São Paulo - Mostra segue depois para as unidades do CCBB em Brasília e no Rio de Janeiro

Sai de cartaz no 4 de janeiro a exposição ComCiência, atual atração do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Desde a abertura, em 12 de outubro, aproximadamente 200 mil pessoas visitaram o prédio da instituição para conhecer as criaturas geneticamente modificadas criadas pela artista australiana Patricia Piccinini, um dos grandes nomes da produção contemporânea de seu país.

Em sua primeira individual no Brasil, Piccinini ocupa os quatro andares do centro cultural com alguns de seus principais trabalhos. Ainda em janeiro, a exposição viaja para a unidade do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília (22 de janeiro a 4 de abril) e desembarca no Rio de Janeiro em abril (27 de abril a 27 de junho).

CCBB São Paulo

R. Álvares Penteado, 112 - Centro

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

Local: Térreo, subsolo, 1º, 2º, 3º e 4º andares.

CEP: 01012-000 | São Paulo (SP)

Estações de metrô mais próximas: Sé e São Bento

Fone: (11) 3113-3651/52

Até 04 de janeiro

Curadoria: Marcello Dantas

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 02/01/2016 - 33 visitas até 17:45h)

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