SÃO PAULO, São Paulo - Fazendas tombadas pelo Condephaat preservam a história da São Paulo rural do século 19 e permitem o contato com a natureza

O turismo rural tem atraído cada vez mais visitantes que saem dos grandes centros urbanos para o interior, em busca de tranquilidade e contato com a natureza. No Estado de São Paulo são muitas as opções, inclusive com fazendas históricas preservadas e protegidas pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Turístico) como patrimônio histórico estadual. Por isso, fizemos uma lista com algumas destas fazendas para quem quiser relaxar, se divertir e, ao mesmo tempo, fazer uma viagem ao passado, conhecendo um pouco mais da história de São Paulo.

1. Sitio do Picapau Amarelo (Chácara do Visconde) - Taubaté

Que tal conhecer o local que inspirou Monteiro Lobato a escrever as aventuras da turma do Sítio do Picapau Amarelo? A chácara, imortalizada por Monteiro Lobato em suas obras, contava com uma área de 20 alqueires. Foi tombada pelo Condephaat em 1980. Incluem-se no tombamento a casa, a capela, um cruzeiro, uma velha jaqueira e mais um terreno de 7.000 m². Atualmente, funciona no local um museu em homenagem ao autor, o qual possui um acervo com objetos pessoais de Lobato, além de uma vasta biblioteca com as primeiras edições dos livros de Lobato e de outros escritores. O museu abriga ainda uma extensa área verde e espaços para apresentações teatrais com os personagens do Sítio.

Endereço:

Rua Campinas, s/nº - Chácara do Visconde

Horário: De terça a domingo das 9h às 17h

Contato: (12) 3625-5062

http://museumonteirolobato.com.br/ 

2. Fazenda Resgate – Bananal

A Fazenda Resgate pertenceu, no início do século XIX, ao comendador Inácio G. Monteiro, que a vendeu a José de Aguiar Toledo. A fazenda atingiu sua fase áurea com Manoel de Aguiar Vallim, que construiu a sua sede, aproximadamente, em 1820. Tombada pelo Condephaat em 1982, a fazenda foi uma das maiores produtoras de café do Vale do Paraíba. A casa, um solar assobradado construído em taipa de pilão e pau-a-pique, com planta retangular e telhado em quatro águas, constitui um dos mais ricos e requintados exemplos de moradia rural do período cafeicultor. O imóvel encontra-se em perfeito estado de conservação. No seu interior, encontram-se pinturas de José Maria Villaronga. A fazenda não possui hospedagem, mas a visitação é permitida para fins turísticos e culturais através de agendamento prévio.

Endereço:

Estrada Nova para Barra Mansa - Km 324

Horário: Terças, das 8h às 12h / quartas, quintas e sextas, das 8h às 16h

Contato: (12) 3116. 1002

http://www.fazendaresgate.com.br/ 

3. Fazenda Vargem Grande – Areias

A Fazenda Vargem Grande é uma antiga fazenda de café cuja sede data de 1837, época do “Ciclo do Café” em São Paulo. Os proprietários ficaram conhecidos como “Barões do Café”, principalmente no eixo entre as cidades de Areias, Bananal, São José do Barreiro, Silveiras e Queluz. A fazenda encontra-se em estudo de tombamento pelo Condephaat e atualmente abriga um belíssimo hotel fazenda que oferece atividades com trilhas, cachoeira e piscina. O casarão foi inteiramente restaurado e incorpora uma parte nova, construída conforme o padrão original. Todos os ambientes são repletos de detalhes e transformam a visita ao casarão de 1837 em uma viagem no tempo.

Endereço:

Estrada dos Tropeiros km 257 | Serra da Bocaina - SP - Brasil

Horário: Segunda a sexta das 10 às 17 horas

Contato: (12) 99759-5351

http://www.fazendavargemgrande.com.br 

4. Fazenda Morro Azul – Iracemápolis/Limeira

Tombada em 1974, a Morro Azul é um elegante exemplo de fazenda do século XIX, cujo destaque é seu projeto arquitetônico. Em forma de palacete, exibe azulejos portugueses e ingleses na fachada. A sede da fazenda foi construída em 1877, pelo coronel Silvério Rodrigues Jordão. Constitui um modelo raro no panorama da arquitetura rural paulista, tendo como característica principal a sua feição urbana dada pela presença de azulejos, cantaria, estuque e mármore, dispostos segundo padrões ecléticos. Do lado de fora, estão belos riachos, uma floresta de jequitibás e as salas de banho, também conhecidas como Ruínas das Termas do Imperador, pois, a fazenda hospedou o imperador D. Pedro II por duas vezes (1878 e 1886). A Morro Azul é aberta para visitações agendadas e os passeios são acompanhados por guias ou pessoas ligadas à família proprietária.

Endereço:

Rodovia Limeira-Iracemápolis

Contato: 99607-1188 - e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

5. Fazenda Lageado – Botucatu

A instalação da fazenda remonta à segunda metade do século XIX, quando ocorre grande expansão da economia cafeeira no Oeste Paulista. Neste contexto a Fazenda Lageado configurou-se como empresa cafeicultura para a grande exportação. Sua estrutura é composta por casa-grande, terreiros de secagem, lavagem de grãos, tulhas e casa de máquinas, bem como instalações que garantiam seu auto-funcionamento: moinho, serraria, paiol, estábulo etc. A Fazenda foi adquirida pelo Departamento Nacional do Café e, a partir de 1934, convertida na Primeira Estação Experimental de Café do País. Sob orientação do Ministério da Agricultura, serviu como centro pioneiro de pesquisa e experimentação agrícola, contribuindo para elevar a qualidade e produtividade da agricultura brasileira. Na década de 1970, o local foi cedido à UNESP, que instalou ali a Faculdade de Ciências Agronômicas e Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campus Botucatu.

Endereço:

Portaria Principal: Rua José Barbosa de Barros, nº 1780.

Portaria II: Rodovia Alcides Soares, Km 3.

 

Fonte: SEC SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 23 visitas até 13:06h)

PARANÁ, Curitiba - Neste domingo (24/01), o Museu Oscar Niemeyer (MON) tem entrada gratuita pela manhã (10h às 13h), além de mediação na exposição “Histórias do Acervo MON – em aberto”, na sala 9, com a professora Karol Barreto, às 15 horas.

O museu, que possui um acervo com quase 4 mil obras, apresenta cerca de 200 em exposição, nas salas 8 e 9, onde estão peças de artistas renomados como Alfredo Andersen, Alfredo Volpi, João Turin, Miguel Bakun, Poty Lazzarotto, Theodoro De Bona, Guido Viaro, Helena Wong, Antanas Sutkus, German Lorca, Joaquín Torres García, Francisco Brennand, Beatriz Milhazes e muitos outros nomes de grande importância nas artes visuais.

Além disso, o visitante pode conferir as exposições: “Charif Benhelima, Polaroids: 1998-2012”, “Colapso”, “Glück: o tempo e a imagem”, “Obras sob guarda do MON”, “Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas” e o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra”.

Sobre a mediadora:

Karol Barreto é professora colaboradora de História da Arte em UNESPAR/EMBAP e UEPG. Tem mestrado em Artes Visuais da UDESC, na linha de pesquisa Teoria e História da Arte. Graduada em Educação Artística - Artes Plásticas, na UFPR, foi bolsista do Projeto de Extensão Educador em Museu, atuando no Museu de Arte da UFPR - MusA (2008-2010). Atuou como professora de oficinas em arte para Educação Infantil e Séries Iniciais. Foi professora de arte para o contra-turno do Ensino Fundamental II, por meio do projeto do SESC-PR.

Serviço:

Domingo + Arte no Museu Oscar Niemeyer

24 de janeiro de 2016

Entrada gratuita: 10h às 13h 

13h às 18h: R$ 9 e R$4,50

Venda de ingressos: até 17h30

Permanência no museu: até 18h

Programação:

Mediação na exposição “Histórias do Acervo MON – em aberto” com a 

Professora Karol Barreto

Horário: 15h

Local: sala 9

Museu Oscar Niemeyer

Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico. Curitiba – PR

Mais informações: (41) 3350-4400

Terça a domingo, das 10h às 18h

www.museuoscarniemeyer.org.br  | Facebook e Twitter: /monmuseu 

 

Fonte: Museu Oscar Niemeyer 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 19 visitas até 13:17h)

PARANÁ, Curitiba - No cotidiano de bairros localizados para além da região central curitibana, vez por outra o som de atabaques, palmas e vozes destacam-se e diluem-se no burburinho da noite. Sons que comunicam conhecimentos e tradições ancestrais da cultura afro-brasileira, muitas vezes incompreendidos e silenciados por práticas marcadas pela intolerância religiosa e pelo racismo. Conhecer e reconhecer os lugares de expressões da religiosidade de matriz africana, portanto, torna-se central em um contexto no qual a promoção de direitos humanos – que, entre outras questões, garante a liberdade de culto – é vital aos processos democráticos. 

É nesse contexto que surgiu o projeto Lugares de Axé: inventário dos terreiros de candomblé de Curitiba e região metropolitana, que teve entre seus objetivos realizar a identificação, mapeamento e documentação referente aos espaços onde são realizadas as práticas religiosas afro-brasileiras na cidade de Curitiba (PR). As iniciativas são realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a partir de experiências de identificação e salvaguarda desenvolvidas com terreiros das cidades de Salvador (BA), Belo Horizonte e Porto Alegre (RS).

A cultura de matriz africana em Curitiba passa por um processo de invisibilidade. Dessa maneira, os esforços da pesquisa têm a finalidade de juntar documentação histórica, ainda muito escassa, que se encontra em agências públicas de fiscalização relacionadas à área cultural e, principalmente, na oralidade daqueles que ainda mantêm a tradição das casas de candomblé mais antigas da cidade. Neste inventário preliminar, a equipe trabalhou com seis casas, abertas entre as décadas de 1960 e início de 1980. Além desses lugares, os pesquisadores encontraram na fala de seus interlocutores o indicativo de lugares de axé localizados em logradouros públicos, como a Praça Tiradentes e cachoeiras na Serra da Graciosa.

O conteúdo da pesquisa, com textos, fotos e vídeos, está disponível no site do projeto, que será lançado no próximo dia 22 de janeiro, no Memorial de Curitiba. A data é propícia, uma vez que no dia 21 de janeiro é lembrado o Dia de Combate à Intolerância Religiosa, questão que vem trazendo problemas cotidianos às religiões de matriz africanas. 

Na ocasião, com a presença de representantes das casas inventariadas, será entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o pedido de registro dos Irôkos da Praça Tiradentes como patrimônio imaterial brasileiro que, caso aceito, entrará em processo para inscrição no Livro de Lugares, sendo inserido nas políticas de salvaguarda desenvolvidas pela instituição. Também estarão presentes no lançamento representantes da Superintendência Iphan/PR; da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR); do Fórum de Religiões de Matrizes Africanas; e da Fundação Cultural de Curitiba (FCC). 

O Instituto desenvolve uma forte atuação na salvaguarda e proteção dos bens culturais de matriz africana. Em 2013, foi criado o Grupo de Trabalho Interdepartamental para Preservação do Patrimônio Cultural de Terreiros (GTIT). A iniciativa se fez necessária, devida a inexistência de políticas de patrimônio cultural voltadas às manifestações e a crescente identificação e proteção relativas aos bens culturais desses povos e comunidades. A primeira etapa do GT tem sido executada, desde junho de 2015, com a capacitação interna de gestores.

A política desenvolvida pelo Iphan efetua, também, a produção de conhecimento, mapeamento e inventários referente a esses lugares de culto, como a publicação do livro Inventário Nacional de Referência Culturais Terreiros do Distrito Federal e Entorno. Outro projeto implementado, recentemente, pela superintendência do Iphan/TO é a pesquisa de campo junto às Casas de Religião de Matriz Africana no município de Palmas. Este levantamento irá identificar, quantificar, situar, registrar os dirigentes e historiar estes espaços. A médio prazo, o projeto será estendido a outras regiões de Tocantins. Quando finalizado, o mapeamento dará visibilidade às Casas e contribuirá para a valorização do bem cultural de natureza imaterial relacionado ao universo das religiões de matriz africana, bem como subsidiará o desenvolvimento de políticas públicas para o fortalecimento deste patrimônio.

Serviço: Seminário Lugares de Axé: resultados e perspectivas de ações para a salvaguarda do patrimônio afro-brasileiro em Curitiba

Quando: 22 de janeiro, às 18h

Local: Teatro Londrina – Rua Claudino dos Santos, 79, Memorial de Curitiba, Largo da Ordem. Curitiba-PR

 

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 22 visitas até 13:42h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A Prefeitura do Rio publicou, nesta terça-feira (19/01), no Diário Oficial do Município, o aviso de licitação para gestão do Jardim Zoológico do Rio. O valor da concessão é de R$ 66.643.935,00 e tem prazo de dois anos. O novo modelo administrativo prevê a transformação do ambiente de 120 mil metros quadrados num grande parque sustentável a partir da criação de áreas temáticas destinadas ao convívio mútuo de animais, reproduzindo o ambiente das savanas, sem o confinamento de recintos exclusivos. O projeto indica também espaço para lojas, restaurantes, teleférico e cinema 4D. Neste tipo de concessão, não há aporte de recursos municipais.

- Há seis meses, a prefeitura estuda a concessão do Zoológico com base num projeto de engenharia muito amplo. O primeiro passo é resolver as questões mais urgentes, como o espaço destinado à quarentena, a melhoria do hospital veterinário, o manejo de resíduo sólido e o uso da água. Depois, a ideia é mudar completamente as áreas de visitação e dos animais. O enclausuramento inverso, por exemplo, permite que o visitante passeie dentro do ambiente natural dos animais, protegido por vidros de alta resistência. O passeio vai ganhar atmosfera de um safari — disse o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público e Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

A empresa vencedora da licitação terá de cumprir as exigências emergenciais previstas do contrato. Estão previstas a recuperação e aproveitamento do prédio histórico; a reforma do hospital veterinário; a criação de um sistema que utilize pelo menos 60% de água de reuso; a construção do espaço para quarentena dos animais; e a construção de estação de tratamento de esgoto, da passarela de observação sobre a ala dos primatas, e de espaço para a prática de arvorismo e educação ambiental.

O novo Zoológico terá uma tirolesa que sobrevoará o habitat dos jacarés. Com 60 metros de extensão e 14 de altura, a atração deverá ser uma das mais procuradas pelos visitantes, que poderão caminhar entre os felinos mais ferozes do planeta. Um vidro de alta resistência vai circundar as áreas de visitação, permitindo maior contato com os animais e garantindo maior segurança ao público. Espaços vão reproduzir o ambiente de savana, onde cervos, gnus e outros bichos de convívio amigável poderão interagir e ocupar o mesmo ambiente. Não haverá mais recintos isolados. Os animais com sinais de estresse terão disponível uma área de recuperação. O mesmo acontecerá com os resgatados em área urbana.

A Comissão Especial de Licitação informou que o recebimento dos envelopes está marcado para as 11h30 de 25 de fevereiro, na sala 512 do prédio anexo ao Centro Administrativo São Sebastião (CASS), na Cidade Nova. Os interessados podem retirar o edital e seus anexos na sala 711 do mesmo edifício, entre 10h e 16h, mediante a entrega de um pen drive para a cópia dos arquivos. Mais informações no site da Secpar.

Zoo

Fundado em 1888, na época do Império, o Jardim Zoológico do Rio é o mais antigo do país e está localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão. Possui o maior plantel de primatas brasileiros, a maior coleção de aves expostas, reproduzem-se espécies raras e ameaçadas de extinção, como o urubu rei, a arara juba e o mico leão dourado. A última grande reforma aconteceu há 22 anos.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 18 visitas até 13:20h)

DISTRITO FEDERAL, Brasília - Há 7 anos, foi assinada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Cabe ao Ibram a administração direta de 29 instituições e a construção de políticas públicas de valorização, proteção e normatização do campo museológico.

O Ibram promove, divulga e consolida a presença dos museus na vida cultural do país. Ampliar a visitação e diversificar o público, metas importantes do Instituto, registraram notáveis resultados nestes sete anos. Semana Nacional e Primavera dos Museus proporcionaram aumento considerável na visitação nos últimos anos, conforme pesquisas realizadas pelo Ibram.

Os museus vinculados ao Instituto também têm passado por processo de requalificação. Para o presidente do Ibram, Carlos Roberto Brandão, o trabalho de de modernização da gestão que começou no ano passado, com mais investimentos nos museus e desconcentração das atividades do Ibram, será continuado, “acreditamos que quanto mais estruturados, os museus tornam-se mais atraentes e capazes de disseminar informação qualificada para a sociedade”.

Em 2013, houve a publicação do decreto nº 8.124/13, que regulamenta o Estatuto de Museus. A partir do decreto, dentre outras ações, o Ibram implantou o Formulário de Visitação Anual. Em 2016, ele será aplicado pela 2ª vez. Os resultados dão um panorama dos números de visitantes nas instituições museais em todo o país.

Desde a sua criação, o Ibram já realizou três fóruns nacionais de museus. Em cada um deles, foi possível refletir, avaliar e propor diretrizes para a Política Nacional de Museus e para o Sistema Brasileiro de Museus. É o momento que o campo tem para se reunir, discutir ações, propor medidas. É um espaço de diálogo fundamental para o fortalecimento das políticas públicas para o setor.

Lançada recentemente, a Rede Nacional de Identificação de Museus, plataforma que substituiu o Cadastro Nacional de Museus é indispensável para se conhecer a realidade museal brasileira e que tem muito a contribuir com as políticas públicas para o setor. É prioridade para este ano, fortalecer a rede.

No âmbito internacional, o Ibram tem realizado diversas ações. Destaque para a parceria com a Escola do Louvre, que tem proporcionado intercâmbio de profissionais e para a aprovação, em 2015, pela UNESCO da recomendação sobre promoção e proteção de museus e coleções. Para este ano, o Ibram se comprometeu em divulgar o instrumento junto a organizações e países amigos. Queremos que o setor conheça e se aproprie cada vez mais desta recomendação.

Nestes sete anos de Ibram, muito já foi feito, mas ainda temos um longo caminho pela frente. E cada um de vocês é importante. A equipe do Ibram agradece a todos que fizeram parte desta caminhada. Muito obrigado!

 

Fonte: Ibram

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 21 visitas até 13:47h)

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