SÃO PAULO, Santos - Programação traz caça ao tesouro no museu e o projeto “Dica do Barista” na tenda da praia do Gonzaga, em Santos

O Museu do Café, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, prepara duas atrações especiais para os santistas no dia do aniversário da cidade, celebrado no dia 26 de janeiro. Na data, o equipamento cultural realiza uma caça ao tesouro no interior do museu com grupos de jovens visitantes, entre 10h e 13h, e também o projeto “Dica do Barista” na tenda 2 da praia de Santos, localizada no bairro do Gonzaga, das 10h às 12h e das 14h às 17h. Neste projeto, os baristas da instituição apresentam ao público diferentes maneiras de se fazer um bom café em casa.

Os jovens visitantes que estiverem no museu no dia poderão participar da gincana educativa de caça ao tesouro. Na ocasião, o setor Educativo comandará três grupos de sete participantes cada, que deverão encontrar o tesouro escondido pelo fazendeiro Midas em algum lugar do edifício. Ele tinha muito dinheiro, mas desde que deixou sua riqueza pelos corredores do prédio, nunca mais apareceu e ninguém sabe onde fica o esconderijo. Caberá aos participantes descobrirem onde está o tesouro seguindo as dicas e realizando as tarefas, e, o grupo vencedor, levará para casa prêmios como recompensa pelo duro trabalho. A caça ao tesouro é gratuita e tem início às 10h, sendo voltada a crianças de 8 a 12 anos de idade. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Na tenda 2 da praia de Santos, o Museu leva a “Dica do Barista”, um projeto voltado a jovens e adultos em que os baristas do Centro de Preparação de Café (CPC) da instituição dão dicas de como se fazer um bom café em casa, além de apresentarem ao público diferentes métodos de preparo da bebida e oferecerem degustações de café gourmet. Esta ação é gratuita e acontece em dois horários: das 10h às 12h e das 14 às 17h, não sendo necessária a realização de inscrição para participar. 

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça a sábado das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 6, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Aos sábados, a visitação é gratuita. Já a Cafeteria do Museu, funciona de segunda a sábado, das 9h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br.

Serviço:

Programação de aniversário de Santos

Caça ao tesouro

Data: 26/01

Local: Museu do Café

Horário: 10h

Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro – Santos – São Paulo

Faixa etária: Crianças de 8 a 12 anos

Inscrição: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Preço: Grátis

Dica do Barista

Data: 26/01

Local: Tenda 2 na praia do Gonzaga, em Santos

Horários: 10h e 14h

Endereço: Praia do Gonzaga

Faixa etária: Livre

Preço: Grátis

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 16 visitas até h)

 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A equipe da BNDigital está concluindo um esforço importantíssimo para ampliar o conhecimento sobre o período do Império no Brasil: todas as edições do Jornal do Commercio – um dos mais antigos periódicos do país –, desde sua fundação em 1827 até o ano de 1900, estarão disponíveis em breve para consulta na BNDigital.

O material já está digitalizado e passa agora por tratamento técnico para que possa ser disponibilizado na BNDigital de maneira coerente, dentro da estrutura de navegação do portal. Esta semana será levado a público o conteúdo completo das edições das décadas de 1827 e 1890.

O período coberto nessa etapa envolve a fabulosa quantidade de 85 mil páginas digitalizadas, material de valor inestimável para pesquisadores do período do Império, notadamente da escravidão no Brasil.

O esforço começa com a digitalização dos microfilmes em escâneres apropriados, operados por profissionais sempre atentos à qualidade das imagens capturadas para que possam ser posteriormente consultadas pelos usuários da BNDigital.

A etapa seguinte, não menos importante, é a do tratamento técnico, quando é feito o reconhecimento ótico dos caracteres e a indexação das palavras para que os usuários possam pela internet fazer a busca por palavras chaves em todo o conteúdo textual da coleção.

De acordo com Vinicius Pontes Martins, coordenador da Rede da Memória Virtual Brasileira, “estamos processando as edições entre 1913 e 2014, estas edições foram enviadas já em formato digital pelos Diários Associados, nosso parceiro nesta empreitada, e serão disponibilizadas ao longo dos próximos meses”. Já o período entre 1900 e 1913 impõe um desafio adicional por conta da qualidade dos microfilmes: “Estamos analisando a viabilidade de capturar esse período a partir do original, o que acaba sendo muito mais demorado.”

 

Fonte: FBN

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 17 visitas até 15:30h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, oferece ao público, no Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro), a exposição “Em Si Mesmo”, com obras do artista visual Adilson Batista. A mostra convida o público a refletir sobre o conceito de memória como desencadeamento diário, difuso e impermanente. A exposição pode ser visitada até o dia 14 de fevereiro, de terça a sexta, das 10h às 21h, e aos sábados e domingos, das 10h às 14h. A entrada é gratuita.

“Em Si Mesmo” é a primeira mostra individual de Adilson Batista. O conceito de memória que permeia a exposição remete ao universo do esquecimento e resgata, de forma despretensiosa, a memória afetiva da primeira infância, estimulando sensorialmente os visitantes por meio de imagens, objetos, texturas e cores, a lembrança da simplicidade e da singeleza dos pensamentos e sentimentos infantis gravados em nosso subconsciente.

Os trabalhos em exposição trazem linguagens híbridas entre a pintura e o espaço expositivo, objetos construído com materiais do cotidiano, além de uma proposta de instalação. A curadoria é baseada em relações imaginárias dos conceitos de memória, pintura, anotações e desenhos do caderno do artista e instaura novas experiências espaciais com suas pesquisas pictóricas. “A exposição traz não somente a memória enquanto processo de resgate do que foi, mas uma reflexão da memória enquanto uma dobra de si mesmo”, enfatizou Adilson.

Oficinas de arte

A exposição “Em Si Mesmo” também integra o projeto educativo da instituição e servirá de inspiração para duas oficinas de arte até o fim do mês. Terça e quarta, dias 19 e 20,, às 15h, o CRModa promove a oficina “Quebra-Cabeça”, atividade que propõe a pintura e o recorte em formato geométrico, recompondo e criando novas imagens por meio da troca de material entre os participantes. Já nos dias 22 e 26, também às 15h, será realizada a “Oficina de Pintura com Pigmentos Naturais”, na qual os participantes são estimulados a realizar trabalhos de arte usando terras de cores variadas, urucum e beterraba.

As inscrições para as oficinas são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Fonte: PBH

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 20 visitas até 15:37h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O diretor do Arquivo Nacional, Jaime Antunes da Silva, foi exonerado após 23 anos no cargo. Quem vai assumir é José Ricardo Marques. O que se diz é que seria para cobrir cota política.

Em carta de despedida, Jaime afirmou que voltará a atuar, com dedicação exclusiva, como professor do Departamento de História da Uerj. Ele trabalhava no Arquivo desde 1965, quando ingressou pouco após completar 18 anos.

Ele escreveu a carta hoje. Leia abaixo alguns trechos:

"Nos próximos dias deixarei de ser Diretor-Geral do Arquivo Nacional, por exoneração da Presidenta da República, Dilma Vana Rousseff, referendada pelo Ministro de Estado da Justiça, José Eduardo Cardozo.

No dia 9 de dezembro de 2015, em audiência em Brasília com o Senhor Ministro da Justiça, este informou-me pessoalmente da intenção de Governo de promover a nomeação de novo Diretor-Geral para o Arquivo Nacional, em atitude que considero como correta.

(...)

Desejo que o Dr. José Ricardo Marques, novo Diretor-Geral do Arquivo Nacional, tenha uma profícua gestão institucional. O novo Diretor-Geral terá a sua disposição todas as informações necessárias para sua integração ao universo arquivístico. Todos os documentos produzidos, textos técnicos e e-mails de minha gestão estão salvos em diretório específico e resguardados para uso futuro."

 

Fonte: Jornal O Globo - Ancelmo Gois

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 25 visitas até 15:33h)

BAHIA, Salvador - O terreiro Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe, localizado no bairro do Curuzu, em Salvador, é, de acordo com a Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro Ameríndia (AFA), o único da nação Jêje Savalu que mantém os ritos originais da linhagem, assim como o dialeto africano Ewe-Fon preservado nas expressões e cânticos da comunidade. Na última sexta (15), o templo religioso foi o primeiro a ser tombado com base na Lei de Preservação do Patrimônio Cultural do Município de Salvador (8.550/2014). 

O evento de tombamento reuniu autoridades e povo de axé e foi realizado pela Prefeitura de Salvador com apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), que foi representada pelo presidente da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo. "Considero esse tombamento duplamente importante. Primeiro porque é no Curuzu, que tem uma simbologia importantíssima, pois é o bairro mais negro da cidade de Salvador. Segundo, porque é um terreiro Jêje, ou seja, é uma das matrizes africanas não muito conhecidas e, às vezes, não muito reconhecidas pelo trabalho realizado. Então, isso faz com que esse reconhecimento patrimonial ganhe uma dimensão maior do a que já tem, que é o reconhecimento da importância da religiões de matriz africana e da sua contribuição ao processo civilizatório do Brasil", disse Zulu.

Doté Hamilton, sacerdote do terreiro há mais de cinquenta anos, comemorou o tombamento. “Já viajei pelo mundo fazendo palestras e falando do que aprendi aqui nesse lugar. Hoje não tenho como esconder a emoção de ver salvaguardados os nossos 2400 metros quadrados", discursou.

Aprovado por unanimidade na Câmara Municipal, o pedido de preservação do terreiro foi feito pela AFA, que alegou que o espaço enfrenta problemas com a manutenção das instalações físicas.

 

Fonte: IPAC

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 19 visitas até 20:23h)

Agenda

Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31