PARANÁ, Curitiba - Neste domingo (24/01), o Museu Oscar Niemeyer (MON) tem entrada gratuita pela manhã (10h às 13h), além de mediação na exposição “Histórias do Acervo MON – em aberto”, na sala 9, com a professora Karol Barreto, às 15 horas.

O museu, que possui um acervo com quase 4 mil obras, apresenta cerca de 200 em exposição, nas salas 8 e 9, onde estão peças de artistas renomados como Alfredo Andersen, Alfredo Volpi, João Turin, Miguel Bakun, Poty Lazzarotto, Theodoro De Bona, Guido Viaro, Helena Wong, Antanas Sutkus, German Lorca, Joaquín Torres García, Francisco Brennand, Beatriz Milhazes e muitos outros nomes de grande importância nas artes visuais.

Além disso, o visitante pode conferir as exposições: “Charif Benhelima, Polaroids: 1998-2012”, “Colapso”, “Glück: o tempo e a imagem”, “Obras sob guarda do MON”, “Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas” e o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra”.

Sobre a mediadora:

Karol Barreto é professora colaboradora de História da Arte em UNESPAR/EMBAP e UEPG. Tem mestrado em Artes Visuais da UDESC, na linha de pesquisa Teoria e História da Arte. Graduada em Educação Artística - Artes Plásticas, na UFPR, foi bolsista do Projeto de Extensão Educador em Museu, atuando no Museu de Arte da UFPR - MusA (2008-2010). Atuou como professora de oficinas em arte para Educação Infantil e Séries Iniciais. Foi professora de arte para o contra-turno do Ensino Fundamental II, por meio do projeto do SESC-PR.

Serviço:

Domingo + Arte no Museu Oscar Niemeyer

24 de janeiro de 2016

Entrada gratuita: 10h às 13h 

13h às 18h: R$ 9 e R$4,50

Venda de ingressos: até 17h30

Permanência no museu: até 18h

Programação:

Mediação na exposição “Histórias do Acervo MON – em aberto” com a 

Professora Karol Barreto

Horário: 15h

Local: sala 9

Museu Oscar Niemeyer

Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico. Curitiba – PR

Mais informações: (41) 3350-4400

Terça a domingo, das 10h às 18h

www.museuoscarniemeyer.org.br  | Facebook e Twitter: /monmuseu 

 

Fonte: Museu Oscar Niemeyer 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 19 visitas até 13:17h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A Prefeitura do Rio publicou, nesta terça-feira (19/01), no Diário Oficial do Município, o aviso de licitação para gestão do Jardim Zoológico do Rio. O valor da concessão é de R$ 66.643.935,00 e tem prazo de dois anos. O novo modelo administrativo prevê a transformação do ambiente de 120 mil metros quadrados num grande parque sustentável a partir da criação de áreas temáticas destinadas ao convívio mútuo de animais, reproduzindo o ambiente das savanas, sem o confinamento de recintos exclusivos. O projeto indica também espaço para lojas, restaurantes, teleférico e cinema 4D. Neste tipo de concessão, não há aporte de recursos municipais.

- Há seis meses, a prefeitura estuda a concessão do Zoológico com base num projeto de engenharia muito amplo. O primeiro passo é resolver as questões mais urgentes, como o espaço destinado à quarentena, a melhoria do hospital veterinário, o manejo de resíduo sólido e o uso da água. Depois, a ideia é mudar completamente as áreas de visitação e dos animais. O enclausuramento inverso, por exemplo, permite que o visitante passeie dentro do ambiente natural dos animais, protegido por vidros de alta resistência. O passeio vai ganhar atmosfera de um safari — disse o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público e Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

A empresa vencedora da licitação terá de cumprir as exigências emergenciais previstas do contrato. Estão previstas a recuperação e aproveitamento do prédio histórico; a reforma do hospital veterinário; a criação de um sistema que utilize pelo menos 60% de água de reuso; a construção do espaço para quarentena dos animais; e a construção de estação de tratamento de esgoto, da passarela de observação sobre a ala dos primatas, e de espaço para a prática de arvorismo e educação ambiental.

O novo Zoológico terá uma tirolesa que sobrevoará o habitat dos jacarés. Com 60 metros de extensão e 14 de altura, a atração deverá ser uma das mais procuradas pelos visitantes, que poderão caminhar entre os felinos mais ferozes do planeta. Um vidro de alta resistência vai circundar as áreas de visitação, permitindo maior contato com os animais e garantindo maior segurança ao público. Espaços vão reproduzir o ambiente de savana, onde cervos, gnus e outros bichos de convívio amigável poderão interagir e ocupar o mesmo ambiente. Não haverá mais recintos isolados. Os animais com sinais de estresse terão disponível uma área de recuperação. O mesmo acontecerá com os resgatados em área urbana.

A Comissão Especial de Licitação informou que o recebimento dos envelopes está marcado para as 11h30 de 25 de fevereiro, na sala 512 do prédio anexo ao Centro Administrativo São Sebastião (CASS), na Cidade Nova. Os interessados podem retirar o edital e seus anexos na sala 711 do mesmo edifício, entre 10h e 16h, mediante a entrega de um pen drive para a cópia dos arquivos. Mais informações no site da Secpar.

Zoo

Fundado em 1888, na época do Império, o Jardim Zoológico do Rio é o mais antigo do país e está localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão. Possui o maior plantel de primatas brasileiros, a maior coleção de aves expostas, reproduzem-se espécies raras e ameaçadas de extinção, como o urubu rei, a arara juba e o mico leão dourado. A última grande reforma aconteceu há 22 anos.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 18 visitas até 13:20h)

DISTRITO FEDERAL, Brasília - Há 7 anos, foi assinada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Cabe ao Ibram a administração direta de 29 instituições e a construção de políticas públicas de valorização, proteção e normatização do campo museológico.

O Ibram promove, divulga e consolida a presença dos museus na vida cultural do país. Ampliar a visitação e diversificar o público, metas importantes do Instituto, registraram notáveis resultados nestes sete anos. Semana Nacional e Primavera dos Museus proporcionaram aumento considerável na visitação nos últimos anos, conforme pesquisas realizadas pelo Ibram.

Os museus vinculados ao Instituto também têm passado por processo de requalificação. Para o presidente do Ibram, Carlos Roberto Brandão, o trabalho de de modernização da gestão que começou no ano passado, com mais investimentos nos museus e desconcentração das atividades do Ibram, será continuado, “acreditamos que quanto mais estruturados, os museus tornam-se mais atraentes e capazes de disseminar informação qualificada para a sociedade”.

Em 2013, houve a publicação do decreto nº 8.124/13, que regulamenta o Estatuto de Museus. A partir do decreto, dentre outras ações, o Ibram implantou o Formulário de Visitação Anual. Em 2016, ele será aplicado pela 2ª vez. Os resultados dão um panorama dos números de visitantes nas instituições museais em todo o país.

Desde a sua criação, o Ibram já realizou três fóruns nacionais de museus. Em cada um deles, foi possível refletir, avaliar e propor diretrizes para a Política Nacional de Museus e para o Sistema Brasileiro de Museus. É o momento que o campo tem para se reunir, discutir ações, propor medidas. É um espaço de diálogo fundamental para o fortalecimento das políticas públicas para o setor.

Lançada recentemente, a Rede Nacional de Identificação de Museus, plataforma que substituiu o Cadastro Nacional de Museus é indispensável para se conhecer a realidade museal brasileira e que tem muito a contribuir com as políticas públicas para o setor. É prioridade para este ano, fortalecer a rede.

No âmbito internacional, o Ibram tem realizado diversas ações. Destaque para a parceria com a Escola do Louvre, que tem proporcionado intercâmbio de profissionais e para a aprovação, em 2015, pela UNESCO da recomendação sobre promoção e proteção de museus e coleções. Para este ano, o Ibram se comprometeu em divulgar o instrumento junto a organizações e países amigos. Queremos que o setor conheça e se aproprie cada vez mais desta recomendação.

Nestes sete anos de Ibram, muito já foi feito, mas ainda temos um longo caminho pela frente. E cada um de vocês é importante. A equipe do Ibram agradece a todos que fizeram parte desta caminhada. Muito obrigado!

 

Fonte: Ibram

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 21 visitas até 13:47h)

PARANÁ, Curitiba - No cotidiano de bairros localizados para além da região central curitibana, vez por outra o som de atabaques, palmas e vozes destacam-se e diluem-se no burburinho da noite. Sons que comunicam conhecimentos e tradições ancestrais da cultura afro-brasileira, muitas vezes incompreendidos e silenciados por práticas marcadas pela intolerância religiosa e pelo racismo. Conhecer e reconhecer os lugares de expressões da religiosidade de matriz africana, portanto, torna-se central em um contexto no qual a promoção de direitos humanos – que, entre outras questões, garante a liberdade de culto – é vital aos processos democráticos. 

É nesse contexto que surgiu o projeto Lugares de Axé: inventário dos terreiros de candomblé de Curitiba e região metropolitana, que teve entre seus objetivos realizar a identificação, mapeamento e documentação referente aos espaços onde são realizadas as práticas religiosas afro-brasileiras na cidade de Curitiba (PR). As iniciativas são realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a partir de experiências de identificação e salvaguarda desenvolvidas com terreiros das cidades de Salvador (BA), Belo Horizonte e Porto Alegre (RS).

A cultura de matriz africana em Curitiba passa por um processo de invisibilidade. Dessa maneira, os esforços da pesquisa têm a finalidade de juntar documentação histórica, ainda muito escassa, que se encontra em agências públicas de fiscalização relacionadas à área cultural e, principalmente, na oralidade daqueles que ainda mantêm a tradição das casas de candomblé mais antigas da cidade. Neste inventário preliminar, a equipe trabalhou com seis casas, abertas entre as décadas de 1960 e início de 1980. Além desses lugares, os pesquisadores encontraram na fala de seus interlocutores o indicativo de lugares de axé localizados em logradouros públicos, como a Praça Tiradentes e cachoeiras na Serra da Graciosa.

O conteúdo da pesquisa, com textos, fotos e vídeos, está disponível no site do projeto, que será lançado no próximo dia 22 de janeiro, no Memorial de Curitiba. A data é propícia, uma vez que no dia 21 de janeiro é lembrado o Dia de Combate à Intolerância Religiosa, questão que vem trazendo problemas cotidianos às religiões de matriz africanas. 

Na ocasião, com a presença de representantes das casas inventariadas, será entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o pedido de registro dos Irôkos da Praça Tiradentes como patrimônio imaterial brasileiro que, caso aceito, entrará em processo para inscrição no Livro de Lugares, sendo inserido nas políticas de salvaguarda desenvolvidas pela instituição. Também estarão presentes no lançamento representantes da Superintendência Iphan/PR; da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR); do Fórum de Religiões de Matrizes Africanas; e da Fundação Cultural de Curitiba (FCC). 

O Instituto desenvolve uma forte atuação na salvaguarda e proteção dos bens culturais de matriz africana. Em 2013, foi criado o Grupo de Trabalho Interdepartamental para Preservação do Patrimônio Cultural de Terreiros (GTIT). A iniciativa se fez necessária, devida a inexistência de políticas de patrimônio cultural voltadas às manifestações e a crescente identificação e proteção relativas aos bens culturais desses povos e comunidades. A primeira etapa do GT tem sido executada, desde junho de 2015, com a capacitação interna de gestores.

A política desenvolvida pelo Iphan efetua, também, a produção de conhecimento, mapeamento e inventários referente a esses lugares de culto, como a publicação do livro Inventário Nacional de Referência Culturais Terreiros do Distrito Federal e Entorno. Outro projeto implementado, recentemente, pela superintendência do Iphan/TO é a pesquisa de campo junto às Casas de Religião de Matriz Africana no município de Palmas. Este levantamento irá identificar, quantificar, situar, registrar os dirigentes e historiar estes espaços. A médio prazo, o projeto será estendido a outras regiões de Tocantins. Quando finalizado, o mapeamento dará visibilidade às Casas e contribuirá para a valorização do bem cultural de natureza imaterial relacionado ao universo das religiões de matriz africana, bem como subsidiará o desenvolvimento de políticas públicas para o fortalecimento deste patrimônio.

Serviço: Seminário Lugares de Axé: resultados e perspectivas de ações para a salvaguarda do patrimônio afro-brasileiro em Curitiba

Quando: 22 de janeiro, às 18h

Local: Teatro Londrina – Rua Claudino dos Santos, 79, Memorial de Curitiba, Largo da Ordem. Curitiba-PR

 

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 22 visitas até 13:42h)

SÃO PAULO, São Paulo - Agora é possível visitar o acervo do Museu Afro Brasil sem sair de casa

A partir das 8h de amanhã, 21 de janeiro de 2016, mais de 100 obras da coleção do Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, poderão ser vistas por milhões de pessoas em todo o mundo. Isto somente é possível através da parceria realizada com o Google Cultural Institute.

Alguém que vive em qualquer lugar do mundo poderá agora visitar o Museu Afro Brasil através do Street View, podendo movimentar-se virtualmente dentro do museu e através de suas exposições, podendo inclusive selecionar alguma obra do seu interesse, que esteja disponível e com apenas um clique descobrir muito mais.

O equipamento “trolley” especialmente desenvolvido para o Street View capturou imagens em 360 graus de coleções pré-selecionadas, um trabalho conjunto entre as duas instituições, permitindo uma navegação tranquila em aproximadamente 10 mil m2 de área expositiva, especialmente as dedicadas às exposições temporárias e à exposição de longa duração, que ocupam os 3 pisos do Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, do arquiteto Oscar Niemeyer, dentro do Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Algumas exposições temporárias que já estiveram em exibição passaram por uma curadoria especial para continuar disponíveis virtualmente, podendo ser vistas a qualquer hora, como é o caso de “Espírito da África - Os reis africanos” que exibe fotografias de Alfred Weidinger, o conhecido fotógrafo austríaco especializado em África, que buscou os remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos.

Além dela, outras Exposições Virtuais poderão ser apreciadas com o tempo e a atenção que merecem, como “Arte, Adorno, Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão”, uma exposição temporária que ficou em exibição por mais de 2 anos devido ao seu grande sucesso de público e ganhou nova montagem no Dia da Consciência Negra de 2015. Agora a mostra poderá ser apreciada online por qualquer visitante a qualquer momento.

A mostra é composta por objetos de ofícios urbanos e rurais, muitos deles usados em fazendas e engenhos de açúcar, formando um conjunto que realça as contribuições dos negros para a ciência e a tecnologia no Brasil, como mesas de lapidação, moendas de milho, forjas de ferreiro, prensas de folha de tabaco e outros objetos dos séculos XVIII e XIX.

“O Banzo, o Amor e a Cozinha de casa”, uma mostra individual do artista Sidney Amaral é outra exposição virtual que está disponível e que venceu o Prêmio Funarte de Arte Negra 2012.

Além, claro, do próprio acervo do “Museu Afro Brasil”, que ganhou destaque nas galerias virtuais do Google Cultural Institute.

“É grande a importância para o Museu Afro Brasil, a ampliação do acesso a essas coleções que esta tecnologia permite. É incrível poder levar a qualquer pessoa, onde quer que ela esteja, a qualquer hora, com apenas alguns cliques, usando a internet, obras e coleções de tamanha relevância para a cultura brasileira.”, comenta Natalia Moriyama, Coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Museu Afro Brasil.

As duas instituições ainda tem muito trabalho conjunto pela frente e promete novidades ainda para 2016.

Sobre o Museu Afro Brasil

Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular do fundador e atual Diretor Executivo Curatorial Emanoel Araujo, o Museu Afro Brasil construiu, ao longo de 11 anos, uma trajetória de contribuições decisivas para a valorização do universo cultural brasileiro ao revelar a inventividade e ousadia de artistas brasileiros e internacionais, desde o século XVIII até a contemporaneidade.

O Museu Afro Brasil é uma instituição pública, subordinada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e administrado pela Associação Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura. Ele conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 6 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.

Sobre o Google Cultural Institute

O Google Cultural Institute e seus parceiros estão disponibilizando tesouros culturais do mundo na ponta dos dedos dos usuários de internet e construindo ferramentas que permitem que o setor cultural compartilhe online mais do seu patrimônio diversificado.

O Google Cultural Institute realizou parcerias com mais de 1000 instituições fornecendo uma plataforma total de 6 milhões de fotos, videos, manuscritos e outros documentos de arte, cultura e história.

SERVIÇO:

Google Cultural Institute

www.google.com/culturalinstitute/collection/museu-afro-brasil 

Museu Afro Brasil

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n 

Parque Ibirapuera - Portão 10 

São Paulo / SP - 04094 050

Fone: 55 11 3320-8900

www.museuafrobrasil.org.br 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 20/01/2016 - 24 visitas até 13:54h)

 

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