SÃO PAULO, São Paulo - O Centro de Pesquisa em História Social da Cultura (Cecult), do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), oferece uma oportunidade de bolsa de pós-doutoramento em História Social. O prazo de inscrição encerra em 15 de janeiro.

A bolsa integra o Projeto Temático Entre a escravidão e o fardo da liberdade: os trabalhadores e as formas de exploração do trabalho em perspectiva histórica, apoiado pela FAPESP.

O bolsista desenvolverá pesquisas sobre os aspectos conceituais e legais relacionados às definições contemporâneas do trabalho compulsório, forçado ou análogo ao de escravo, utilizando os processos do acervo do Ministério Público do Trabalho 15ª região, em Campinas, sob a supervisão de Silvia Hunold Lara, pesquisadora responsável pelo projeto.

O estudo focaliza as diferentes formas de escravização no mundo contemporâneo e como elas são compreendidas pelos agentes das investigações, pelos acusados e pelos próprios trabalhadores. Para mais informações sobre o projeto acesse www.cecult.ifch.unicamp.br/projetos/esfarli/inicio.

Os candidatos devem ter interesses de pesquisa compatíveis com o projeto – em História, Direito, Ciências Sociais, Economia ou áreas afins – e ter obtido o título de doutor há menos de sete anos.

Os interessados poderão inscrever-se no site www.cecult.ifch.unicamp.br/noticias/selecao-bolsa-pos-doutorado-fapesp.  

A oportunidade está publicada em www.fapesp.br/oportunidades/969/

O selecionado receberá bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 6.143,40 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica da bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio-Instalação.

Mais informações sobre a bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd

Outras vagas de bolsas de Pós-Doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades.

 

Fonte: Agência Fapesp e Editoria RM

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/01/2016 - 37 visitas até 11:25h)

RIO GRANDE DO SUL, Porto Alegre - De 5 de janeiro a 12 de fevereiro, o Memorial do Rio Grande do Sul (rua 7 de Setembro, 1020, no Centro Histórico de Porto Alegre) exibirá a Mostra “Daer: há 78 anos na estrada”, que já esteve em cartaz em diversos locais da capital gaúcha e do interior do Estado.

A atração é composta por nove banners que destacam obras e serviços executados pelo Daer e que impulsionaram o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Entre as realizações estão a Ponte do Guaíba, a Estrada do Mar, a Estrada da Produção, a Rota do Sol e a Ponte Ernesto Dornelles, entre Bento Gonçalves e Veranópolis – obra que estampa o brasão do Departamento. A mostra também apresenta curiosidades, como a criação da Polícia Rodoviária do Daer – que deu origem ao Comando Rodoviário da Brigada Militar – e o projeto do Autódromo de Tarumã, que foi elaborado pelo órgão.

Segundo a diretora do Memorial do Rio Grande do Sul, Maria Helena Nunes, a exposição é importante para o centro cultural, pois o trabalho do Daer faz parte da memória rio-grandense.

“É a história de caminhos, estradas, rodovias que levam povos, histórias de vida para diferentes lugares e que formaram a nossa identidade enquanto gaúchos” destaca.

A mostra foi lançada no dia 11 de agosto e já esteve exposta no Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), na Estação Rodoviária de Porto Alegre, na Assembleia Legislativa, no Palácio Piratini e na Escola de Engenharia da UFRGS. Paralelamente, a atração está percorrendo o interior do estado e visitou as cidades de Alegrete, Santiago, Santa Rosa, Erechim e Palmeira das Missões. Desde o dia 21 de dezembro, ela pode ser visitada em São Francisco de Paula.

O Memorial do Rio Grande do Sul está aberto ao público de terça-feira a sábado, 10h às 18h, e aos domingos e feriados, das 13h às 17h.

 

Fonte: SEC RS

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/01/2016 - 30 visitas até 11:28h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Arquivo Nacional, vinculado ao Ministério da Justiça, tem novos procedimentos para transferência ou recolhimento de acervos arquivisticos públicos, em qualquer suporte, pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal para o Arquivo Nacional. A Portaria nº 252, assinada pelo Diretor-geral do Arquivo Nacional, Jaime Antunes, foi publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União.

 De acordo com o artigo 2º da referida Portaria, a transferência e recolhimento devem ser considerados conforme abaixo:

 I - Transferência: passagem dos documentos produzidos e recebidos pelos órgãos ou entidades do Poder Executivo Federal, de seus arquivos correntes (ou setoriais) para o arquivo intermediário, com guarda temporária no Arquivo Nacional, em sistema de parceria, assegurado a estes o direito de acesso e consulta, inclusive sob a forma de empréstimo, por meio de solicitação formal ao Arquivo Nacional. A consulta de terceiros, excetuando-se os casos previstos em lei, somente será permitida mediante expressa autorização do órgão ou entidade transferidor (a).

II - Recolhimento: passagem para a guarda permanente no Arquivo Nacional de documentos produzidos e recebidos por órgãos ou entidades do Poder Executivo Federal, sendo assegurado ao Arquivo Nacional promover o acesso, a divulgação e a publicação de quaisquer documentos do acervo recolhido. Exceto nos casos estabelecidos em lei e em acordos firmados entre organizações nacionais e internacionais será autorizado o empréstimo de originais.

 Maiores informações estão disponíveis no sítio eletrônico do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo - SIGA, da administração pública federal: www.siga.arquivonacional.gov.br 

 

Fonte: Editoria RM (com informações do DOU) 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/01/2016 - 31 visitas até 11:36h)

SANTA CATARINA, Florianópolis - Durante a temporada de férias, turistas de outros estados e países e os catarinenses podem aproveitar para visitar os museus e exposições, nas diversas casas administradas pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), em todo o Estado. Os destaques são os museus do Mar, da Imagem e Som, Etnográfico – Casa dos Açores e Histórico de Santa Catarina, localizado no Palácio Cruz e Sousa.

Museu Nacional do Mar

No Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, no Norte do Estado, é possível conhecer o barco Cúter do Maranhão, batizado de Lindo Horizonte II e popularmente conhecido como canoa. Entre as peças que se encontram em exposição nas 18 salas temáticas do Museu, estão mais de 91 barcos em tamanho natural, cerca de 150 peças de modelismo e artesanato naval. O local funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados e domingos, das 10h às 18h. A bilheteria fecha sempre às 17h30min. Os ingressos custam R$ 5 inteira ou R$ 2 meia-entrada com carteirinha de estudante (entre 8 e 17 anos), estudante universitário (carteirinha com validade).

Casa dos Açores – Museu Etnográfico

A Casa dos Açores, que abriga o Museu Etnográfico, no município de Biguaçu, é um dos registros materiais da passagem dos colonizadores açorianos pela localidade de São Miguel, nos séculos XVIII e XIX. O imóvel foi adquirido pelo Governo do Estado de Santa Catarina em 1978, e passou por restauração para se transformar em museu, inaugurado no dia 4 de março de 1979. O museu forma, junto com a Igreja de São Miguel, a chácara e os arcos do antigo aqueduto, um conjunto arquitetônico. Conta com acervo de móveis, roupas e outras peças que visam à preservação e o estudo da cultura açoriana. Com entradas gratuitas o local funciona de terça a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados e domingos, das 9h às 12h30 e das 13h30 às 18h.

Museu Histórico de Santa Catarina

Localizado no Palácio Cruz e Sousa, no Centro de Florianópolis, o prédio foi tombado como patrimônio histórico do Estado em 26 de janeiro de 1984. Internamente, destacam-se as escadarias de mármore de Carrara, as clarabóias de ferro no telhado, os trabalhos de marchetaria nos assoalhos, as pinturas nas paredes, os detalhes de estuque nos tetos.

O acervo do museu é composto por móveis e objetos diretamente ligados à história política do Estado, especialmente ao exercício do Poder Executivo. No piso térreo do Palácio destaca-se a sala em homenagem ao Poeta Cruz e Sousa e faz-se a introdução à visitação do Museu, além da sede e biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico e as salas reservadas às atividades culturais, onde programam-se exposições temporárias e outros eventos de cunho artístico-cultural.

O horário de visitação é de terça a sexta-feira das 10h às 18h, e sábado e domingo das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 5. Alunos e professores de escolas da rede particular pagam R$ 2. Gratuito, mediante comprovação, para alunos e professores da rede pública de ensino (municipal, estadual e federal); maiores de 60 anos e guias turísticos; crianças com idade inferior a 6 anos; e pesssoas com deficiência. Aos domingos, a entrada é gratuita para todos.

Museu da Imagem e do Som (MIS/SC)

Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, o MIS/SC foi criado com a finalidade de preservar, documentar, pesquisar e comunicar acervos audiovisuais de relevância nacional e preferencialmente do Estado de Santa Catarina, dando continuidade ao trabalho realizado pelo Núcleo de Documentação Audiovisual (NDA) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), existente entre 1989 e 1998.

Até dia 9 de fevereiro o MIS/SC apresenta a exposição Palavra em Fluxo, da artista multimídia Fê Luz. O horário de atendimento é de terça a sábado, das 10h às 20h30min; domingos e feriados, das 10h às 19h30min, e a entrada é gratuita.

Outros locais também estão abertos ao público a exemplo da Casa da Alfândega (Centro), que abriga, desde 1988, o projeto Galeria do Artesanato; o Museu de Arte de Santa Catarina (Masc) e os espaços Lindolf Bell e das Oficinas (os últimos três localizados no CIC).

 

Fonte: FCC

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/01/2016 - 26 visitas até 11:32h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Há mais de 30 anos sem programação permanente e fechado desde 2013, o Teatro Serrador, na Cinelândia, um dos mais tradicionais do Rio, será reinaugurado nesta quinta-feira (7/01), às 19h, com apresentação especial. A atriz Bibi Ferreira volta ao palco em que estreou como artista, em 1941, para cantar sucessos de Frank Sinatra. O teatro, que foi o último empreendimento do empresário Francisco Serrador, recebeu uma reforma completa, com renovação de poltronas, camarins e infraestrutura.

O Serrador passa a fazer parte dos equipamentos culturais da Secretaria Municipal de Cultura e oferecerá programação permanente a partir deste mês. Para comemorar sua reabertura, dois grandes espetáculos entrarão em cartaz na casa, com a ocupação artística da Aquela Cia. No dia 15, estreia a peça "Laio & Crísipo", com texto de Pedro Kosovski e direção de Marco André Nunes. No dia 19, será encenado o espetáculo "Caranguejo Overdrive".

O Teatro Municipal Serrador fica na Rua Senador Dantas, 13.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 04/01/2016 - 32 visitas até 11:47h)

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