RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O ano começa com ótimas novidades para a Rádio MEC FM (99,3 MHz), felicidade para Thiago Rigotto, coordenador da rádio. A Rádio MEC FM estreia neste sábado (9), às 19h, o programa Rádio Batuta, uma produção da equipe do Instituto Moreira Salles (IMS), que disponibiliza por meio da rádio-web obras do vasto acervo musical da instituição. A ação é resultado da parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da Rádio MEC, e o IMS.

O programa levará ao ar quatro séries da Rádio Batuta que prometem encantar os ouvintes da MEC FM, alternadamente, a cada sábado. A estreia será com Pixinguinha na Pauta, que explora o acervo do compositor e tem apresentação do time da Rádio Batuta. Alfredo da Rocha Vianna Filho, nome de batismo de Pixinguinha, foi um dos maiores compositores da música popular brasileira e contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.

No sábado seguinte (16), é a vez do ouvinte sintonizar Frank Sinatra - A voz do século XX. O especial, que é apresentado pelo jornalista, estudioso e crítico musical, João Máximo, exalta o artista que marcou o século passado e cujo centenário de nascimento foi comemorado em 12 de dezembro passado.

No sábado (23), Reynaldo Figueiredo apresenta o A volta ao jazz em 80 mundos, que traz versões que jazzistas fizeram de canções populares e mostra as muitas matérias-primas absorvidas pelo jazz.

Já no dia 30, é a vez do também jornalista e crítico musical, Arthur Dapieve, entrar no ar com o Prelúdios, programa dedicado à música clássica e aos grandes nomes mundiais desse universo. 

A parceria prevê ainda a veiculação, pela MEC FM, de outras produções da Rádio Batuta ao longo do ano, como a série A Voz Humana, com o poeta Eucanaã Ferraz.

 

Fonte: Jornal do Brasil - Maria Luiza Nobre

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 22 visitas até 16:15h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A mostra apresenta 50 anos da produção de um artista multimeios, músico experimental, maestro e pensador. Integrante das vanguardas dos anos 1970, Guilherme Vaz é um dos pioneiros da arte conceitual e sonora, responsável pela introdução da música concreta no cinema brasileiro

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, CCBB-Rio apresenta ao público, a partir do dia 13 de janeiro, a exposição “Guilherme Vaz: uma fração do infinito”, com 50 anos de produção desse artista multimeios, músico experimental, maestro, pensador e integrante das vanguardas dos anos 1970. Um dos pioneiros da arte conceitual e sonora, Guilherme é responsável pela introdução da música concreta no cinema brasileiro. A mostra conta com debates, reedição de trabalhos antigos, produção de novos trabalhos e edição de livro com ensaios inéditos, históricos e vasto conjunto de imagens e documentos. A entrada é gratuita.

A curadoria de Franz Manata apresenta o caráter inovador da obra de Guilherme ao destacar sua produção no contexto das vanguardas da arte contemporânea e sua vivência no Brasil central, com os sertanistas e povos indígenas. Em sua primeira grande exposição serão mostradas41 obras que contemplam os diversos suportes utilizados pelo artista, como a instalação, objetos sonoros, instruções, desenhos, partituras, performances e parte de sua produção musical.“Guilherme Vaz: uma fração do infinito” destaca a importância da obra desse artista no panorama da cultura e deixará como legado um conjunto de textos, documentos e imagens para a memória da arte no Brasil.

Trajetória:

Guilherme Vaz iniciou sua interlocução com a cena cultural do Rio de Janeiro no final da década de 1960, trabalhando com cineastas, músicos e artistas residentes na cidade. Realizou na época trilhas sonoras dos filmes Fome de amor(1968), de Nelson Pereira dos Santos – a primeira experiência de música concreta no cinema nacional, e O anjo nasceu (1969), dirigido por Júlio Bressane. Ambos premiados no Festival de Cinema de Brasília. Guilherme produziu trilhas para mais de 60 filmes, sendo 30 longas-metragens; ganhou nove prêmios e estabeleceu parcerias com importantes cineastas, como Júlio Bressane e Sérgio Bernardes. Segundo o curador, seu trabalho para o cinema traduz o “espírito do Brasil profundo”. Franz Manata comenta ainda o processo da pesquisa e curadoria da mostra. 

O exercício foi ficar invisível e respeitar o autor em seus percursos e desvios, pois estamos falando de um artista radical, tanto no plano estético, quanto ético. Alguém que recusou o caminho da institucionalização, o que lhe custou certa invisibilidade no plano da cultura. Um artista de invento, que expande a linguagem.

Como músico e maestro, Vaz se envolveu com a música harmônica, a música concreta, experimental, o jazz, aprofundando-se na pesquisa com a música popular e flertando com a MPB. Esteve envolvido na fundação e apresentações do Grupo de Compositores da Bahia, organizado por Ernst Wiedmer; em 1967 funda com Vitor Assis Brasil o grupo Calmalma de Jazz Livre, que produzia jazz de vanguarda com acento na experimentação e improvisação musical; e participou da gravação do disco e da turnê do álbum de Ney Matogrosso, Água do céu-pássaro, de 1975, que apresenta sonoridade experimental permeada por elementos da natureza. Participou também da então nascente cena carioca de arte conceitual, articulada em torno das atividades do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da criação da Unidade Experimental e de exposições históricas como o Salão da Bússola, realizado nesse museu, em 1969, e a polêmica “Agnus Dei”, realizada na Petit Galerie, no Rio de Janeiro, em 1970, além de participar das mostras internacionais: “Information”, no MoMA, em 1970, e da 8ª Bienal de Paris, em 1973, ambas relevantes no contexto da arte conceitual. 

Dividida em três salas que ocupam o segundo andar da instituição, a exposição apresenta um percurso que se articula de forma complementar a mostrar uma fração do infinito artístico de Guilherme.

Na primeira sala, a experiência de Guilherme no interior do Brasil, onde desenvolveu trabalhos de antropologia, artes visuais e música pré-histórica com os povos indígenas sul-americanos Zoró-Panganjej, Gavião-Ikolem e Araras. O público poderá conhecer de perto um conjunto de pinturas realizado com o índio Carlos Bedurap Zoró, da tribo Gavião-Ikolem, de Rondônia, que por solicitação do artista reproduziu, nos tecidos fornecidos por Guilherme, suas pinturas corporais. Mais a série Solos ardentes, composta por 16 fotografias feitas com uma câmera amadora em 1999, em que crianças da tribo Gavião-Ikolem estão em frente a uma pilha de carvão da selva, dentro do escritório da Sociedade Pró-Arte, em Ji-Paraná, Rondônia. 

Será apresentado o vídeo-concerto harmônico Música em Manaos (2004). Realizado por Guilherme e sob sua regência, a Orquestra Filarmônica Bielorussa se junta aos indígenas da etnia Gavião-Ikolem, no Teatro Amazonas. O registro é uma parceria com seu amigo, cineasta e documentarista Sérgio Bernardes (1944-2007). No outro vídeo, Uma fração do infinito, realizado em 2013 em parceria com o Instituto Mesa, Guilherme estabelece um diálogo com Charles Darwin ao refazer, simbolicamente, o caminho percorrido pelo naturalista britânico na cidade de Niterói. Um teatro sonoro onde os maracás”acionam” as forças da natureza. 

Na sala B estarão a escultura inédita Totem de maracás, composta por centenas de unidades do instrumento indígena, que reflete sobre o aprendizado com o universo indígena, e Jardim sem nome, uma instalação com seixos rolados que, segundo o artista, é uma metáfora acerca do universo da arte, em que sua própria história é como um imenso rio no qual os artistas são seixos dispostos ao longo do caminho. 

A segunda sala mostra a produção de Guilherme como artista multimeios, músico experimental, maestro, pensador e integrante das vanguardas dos anos 1970. Aí poderão ser vistos sua pesquisa no campo da notação musical será apresentada (partituras convencionais, balizamentos gráficos, notações para o cinema e partituras como performance), a instalação sonora Crude, que surge a partir de sua pesquisa acerca do que ele definiu como “música corporal” iniciada na 8ª Bienal de Paris, em 1973, ainda sob o nome de Cru. Em sua primeira versão, o trabalho foi realizado de forma acústica quando o artista extraía sons diretamente da arquitetura. Já a partir da apresentação da 7ª Bienal do Mercosul em 2007, ele incorpora microfones e amplifica o som no espaço. Na versão atual, o artista convida o público para essa experiência. Tem também a instalação acusmática, composta por instruções de Guilherme Vaz, apresentadas ao público na “Information” –importante exposição de arte conceitual realizada no MoMA, em 1970. Para o CCBB o artista convida o público a seguir por um corredor, onde se escutam suas instruções. Segundo o curador é "uma estratégia para colocar ‘algo’ em evidência".

A última sala destaca sua relação com a imagem em movimento através da parceria com o cineasta e documentarista Sérgio Bernardes, que traduz o Brasil profundo em sete filmes: Os guardiões da floresta (1990), Panthera Onca (1991), Cauê Porã (1999), Nós e não nós(2003), Amazônia (2006), Mata Atlântica (2007) e Tamboro (2009). A exposição conta com uma cronologia ilustrada, que aborda a vida e o percurso de Guilherme Vaz, com um vasto conjunto de documentos, obras, vídeos e arquivos de áudio.

O ARTISTA:

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Pioneiro da arte sonora, formou-se na Universidade Nacional de Brasília, tendo como professores Rogério Duprat, Décio Pignatari, Nise Obino, Cláudio Santoro, Damiano Cozzela, Régis Duprat, Hugo Mund Júnior, entre outros (1962-1964); e na Universidade Federal da Bahia, onde foi aluno de Walter Smetak e Ernst Wiedmer (1964-1966). Fundou, em parceria com Frederico Morais, Cildo Meireles e Luiz Alphonsus, a Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1968-1970). Presidiu a Fundação Cultural de Ji-Paraná, fronteira com a Bolívia, onde desenvolveu trabalhos de antropologia, artes visuais e música pré-histórica com os povos indígenas sul-americanos Zoró-Panganjej, Gavião-Ikolem e Araras. Artista multimeios e experimental, autor das obras sonoras: Walk to anywhere, Rio de Janeiro (1970);Open your door as slow as you can, Rio de Janeiro (1970); Solos ardentes, Nova Iorque (1970); Crude, Paris (1973); Ensaio sobre a dádiva, d’après Marcel Mauss, Oslo (2008). Sua obra foi incluída em importantes exposições coletivas, dentre as quais se destacam: “Hélio Oiticica e seu Tempo”, Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro (2006); VIII Biennale de Paris, Museé d’Art Moderne de la Ville de Paris (1973); “Agnus Dei”, Petite Galerie, Rio de Janeiro (1970); “Information”, MoMA, Nova Iorque (1970), entre outras. 

Editou várias obras em CD com a gravadora OM Records: o vento sem mestre(2007), Sinfonia dos ares (2007), La Virgen (2006), Deuses desconhecidos (2006), Anjo sobre o verde (2006); A tempestade,El arte, Povos dos ares, Der Heiligue Spruch (2005); A noite original – Die SchopfungsNacht [Die Windeuber der Meer am Anfgang der Welt] (2004); Sinfonia do fogo (2004); O homem correndo na Savana (2003), todas elas lançadas no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC). Publicou a Sinfonia das águas goianas (2001), um livro em que reúne algumas das conjunções sonoras mais profundas, arcaicas e significantes do meio central da América do Sul. 

 

DEBATES:

Guilherme Vaz e a arte contemporânea

Sinopse: Comenta aspectos de sua produção artística, destacando seu papel na introdução da arte conceitual e sonora no Brasil. Na mesma data também será lançado o livro “Guilherme Vaz: uma fração do infinito”.

Palestrantes: Franz Manata, Marisa Flórido César, Luiz Guilherme Vergara

Data: 24/02/2016, às 19h

 

Guilherme Vaz e o cinema

Sinopse: Comenta aspectos de sua obra musical, destacando seu papel na introdução da música concreta nas trilhas sonoras do cinema brasileiro.

Palestrantes: Franz Manata, Júlio Bressane, Suzana Reck Miranda

Data: 09/03/2016, às 19h

Guilherme Vaz e a música

Sinopse: Comenta sua produção como maestro, sua relação com os aspectos estéticos da música erudita e sua relação com a formação da identidade cultural brasileira.

Palestrantes: Franz Manata, J.-P. Caron

Data: 23/03/2016, às 19h

SERVIÇO:

“Guilherme Vaz: uma fração do infinito”

Abertura para convidados: terça-feira, 12 de janeiro de 2016, às 19h

Visitação: 13 de janeiro a 4 de abril de 2016

De quarta-feira a segunda-feira, das 9 às 21h 

Entrada gratuita

Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB Rio de Janeiro

Rua Primeiro de Março, 66 – Centro

Informações: (21) 3808-2020 

www.bb.com.br/cultura/ 

www.twitter.com/ccbb_rj/ 

www.facebook.com/ccbb.rj 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 32 visitas até 16:25h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Municípios que pleiteiam recursos enviam mais de 2 mil pastas com informações. Processo participativo foi uma das novidades deste ano

 O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) recebeu documentação de mais de 600 municípios que pretendem ser contemplados com recursos do programa ICMS Patrimônio Cultural, ano base 2015, exercício 2017.

Foram enviadas mais de 2 mil pastas contendo dossiês de tombamentos, registros de patrimônio imaterial, fichas de inventário, projetos de educação para o patrimônio, dentre outras atividades de preservação do patrimônio cultural desenvolvidas durante o ano de 2015 pelos municípios.

Durante todo o primeiro semestre de 2016, os técnicos do Iepha-MG irão analisar, para efeito de pontuação, os documentos recebidos, gerando o repasse dos recursos advindos do ICMS Patrimônio Cultural.

“Estamos trabalhando para que no próximo exercício do ICMS Patrimônio Cultural seja implementado um sistema eletrônico online para que os municípios enviem ao Iepha parte da documentação digitalizada”, diz Fernando Pimenta Marques, diretor de Promoção do Instituto.

Segundo Marques, a nova dinâmica permitirá um contato mais direto entre os analistas do Iepha-MG e os representantes dos municípios. “Além disso, o novo sistema permitirá maior agilidade tanto no trabalho dos técnicos do Iepha quanto na disponibilização das informações para os municípios, pesquisadores e o público em geral”, conclui.

Avanços:

Ao consolidar os 20 anos do programa, a nova diretoria do Iepha-MG realiza uma reflexão sobre os avanços e o cenário atual com o objetivo de propor alterações, especialmente na deliberação normativa em vigor.

“A estratégia foi a de promover, inicialmente, alterações pontuais na deliberação vigente e programar outras mudanças mais substanciais para o próximo exercício. Além disso, instalamos um processo participativo na construção da nova deliberação, por meio da 5ª Rodada Regional do ICMS Patrimônio Cultural que, em 2015, percorreu 10 cidades das 17 regiões do estado, demarcadas pelo atual Governo como territórios de desenvolvimento”, explica a presidente do Iepha-MG, Michele Arroyo.

A lista com os municípios participantes do Programa ICMS Patrrimônio Cultural no exercício 2017 será divulgada no site do Iepha-MG neste mês de janeiro de 2016. A tabela com pontuação conseguida por cada um deles é divulgada no mês de junho, de acordo com a Deliberação Normativa em vigor.

Recursos:

Entre 1997 e 2014, foram repassados aos municípios um total de R$ 623.852.027,50 por meio do ICMS Patrimônio Cultural. Atualmente, mais de 650 Conselhos Municipais de Patrimônio Cultural estão em funcionamento em Minas Gerais.

Orientação técnica:

O Iepha-MG oferece orientação técnica aos municípios, que pode ser obtida pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  ou em atendimento presencial, com agendamento prévio pelo telefone (31) 3235 2886.

A orientação às prefeituras tem por objetivo a implementação de políticas públicas de proteção ao patrimônio cultural na esfera municipal, além de oferecer informações para que os procedimentos exigidos na Deliberação Normativa do Conselho Estadual de Patrimônio (Conep) sejam cumpridos de forma correta e dentro dos prazos, garantindo a pontuação que calculará os valores de repasse financeiro advindo do ICMS Patrimônio Cultural.

 

Fonte: SEC MG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em /01/2016 - 37 visitas até 16:31h)

 

SÃO PAULO, São Paulo - O Parlamento de Portugal se mostrou disposto a colaborar, "nas medidas das capacidades", para a reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, que teve suas instalações destruídas por um incêndio no dia 21 de dezembro.

Por meio da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, o Parlamento emitiu uma deliberação, aprovada por unanimidade, em que afirma que, desde a sua inauguração, em 20 de março de 2006, o Museu da Língua Portuguesa transformou-se "numa referência fundamental" na lusofonia. Os deputados acreditam que a medida exalta a "a união em torno da expressão em língua portuguesa no mundo". O documento será enviado, por via diplomática, às autoridades brasileiras.

Segundo a posição dos parlamentares, o papel que o espaço exercia há quase dez anos era essencial para a valorização, promoção e difusão da língua portuguesa. Para eles, o museu foi bem-sucedido ao "inovar no plano da divulgação de conteúdos baseadas na utilização das novas tecnologias de informação, com recursos interativos que em muito contribuíram para a assinalável e permanente adesão de milhões de visitantes interessados no conhecimento do universo da língua e das culturas que se exprimem em português."

Após o incêndio, o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, garantiu que o espaço será reconstruído e que o acervo, por ser digital, foi preservado e tem cópias das obras guardadas.

Incêndio de grandes proporções destruiu o Museu da Língua Portuguesa Bombeiros do Estado de São Paulo.

O museu está localizado no prédio histórico da Estação da Luz, na área central da cidade de São Paulo, e tem por objetivo valorizar e difundir a língua portuguesa. Por isso, é também conhecido por Estação Luz da Nossa Língua.

 

Fonte: Agência Brasil (com informações da Agência Lusa)

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em /01/2016 - 30 visitas até 16:29h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Mais que um teatro, o Serrador, na Cinelândia, é um verdadeiro patrimônio carioca. Ao longo de mais de setenta anos, seus palcos, coxias e camarins viram passar gerações de grandes estrelas e espetáculos inesquecíveis. Depois de quase seis meses de reforma, o teatro reabre nesta quinta-feira (8/01), às 21h, incorporado à rede municipal com acessibilidade e mais conforto para público e atores. A noite de reabertura marca o reencontro da atriz e cantora Bibi Ferreira com o palco onde ela própria deu os primeiros passos há 75 anos. Hoje e amanhã (8), também às 21h, a atriz e cantora apresentará o espetáculo "Bibi Ferreira Canta Repertório Sinatra".

O primeiro mês de funcionamento do teatro será marcado pela ocupação da Aquela Cia. de Teatro, de Pedro Kosovski e Marco André Nunes, que vai apresentar os premiados espetáculos "Laio & Crísipo", com sessões às terças, quartas e quintas, a partir do dia 15, às 20h, e "Caranguejo Overdrive", às sextas e sábados, a partir do dia 19, às 19h30.

O Teatro Municipal Serrador passou por grande reforma que incluiu camarins, banheiros, palco e piso. Foram instalados novos aparelhos de ar-condicionado. A casa passará a ter capacidade para 280 espectadores e terá nova bomboniere. Carpetes e cortinas foram substituídos por novos. A parte de infraestrutura também foi completamente renovada com a impermeabilização da laje superior e a modernização da parte elétrica.

A reforma do teatro está incluída no Recultura, programa de requalificação dos equipamentos culturais municipais. Estão em andamento a reforma das lonas de Bangu e Realengo e do Museu Histórico da Cidade, na Gávea, além da biblioteca da Tijuca, do Teatro Ziembinski e do Centro da Música Carioca, na Tijjuca, e do Centro Cultural Municipal Dyla Sylvia de Sá, em Jacarepaguá. Ainda dentro do Recultura, o sistema de ar-condicionado do Teatro Municipal Carlos Gomes foi renovado, assim como a identidade visual do Calouste que passa a se chamar Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste Gulbenkian.

O Teatro Municipal Serrador reabre num momento em que o Centro passa por grandes transformações urbanísticas, a poucos metros do futuro boulevard da Avenida Rio Branco. Com o VLT, o espaço ficará ainda mais acessível para cariocas de todas as partes.

Teatros protegidos: 

Em 23 de dezembro do último ano, o prefeito Eduardo Paes assinou o decreto nº 41.174, que restringe a alteração de atividade, uso ou destinação de imóveis que atualmente sirvam como salas de teatro. Caberá ao Chefe do Poder Executivo Municipal autorizar expressamente qualquer mudança que pretenda afetar o funcionamento dos teatros da Cidade, depois de consultadas a Secretaria Municipal de Cultura, que analisará o impacto da alteração pretendida na vida cultural da cidade, e a Secretaria Municipal de Urbanismo, que avaliará questões urbanísticas relacionadas.

O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município de 28 de dezembro.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 36 visitas até 16:36h)

Agenda

Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31