RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A exposição  integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Prefeitura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paralímpico, que vai de maio a setembro de 2016.

Há Terras – Aterros – Artérias, situa o visitante com relação às imensas transformações que a cidade sofreu, até a sua topografia atual. Num local onde é possível ter esta visão panorâmica, o Parque das Ruínas. De seu mirante é possível avistar um panorama 360º da cidade e apreciar o resultado dessas transformações.

Os morros do Senado, do Castelo e de Santo Antônio, considerados obstáculos ao desenvolvimento da cidade, arrasados para darem lugar a áreas urbanizadas e para a realização de aterros, contribuíram para a expansão de novos espaços, que deram à cidade do Rio de Janeiro sua feição metropolitana.

Estas novas artérias abertas e os aterros, tornaram a cidade mais arejada; ao planejamento urbano se uniu uma aventura estética. Segundo Lima Barreto, "o carioca, inconformado com a topografia, tratou de retificá-la. E, sofrendo as dificuldades a que a mesma o submetia, paulatinamente, superou-as. O Rio de Janeiro é obra sua - um imenso prodígio urbano".

Esta nova topografia, modificada pelos habitantes da cidade, se tornou a herança definitiva, não só para a população da cidade, mas para gente de todo o mundo que vem visitá-la. Locais e globais, todos devem conhecer com detalhes históricos, a mutação urbana que lhe definiu as curvas e aspectos que tornaram o Rio de Janeiro uma das mais belas cidades do mundo.

Fonte: Jornal do Brasil

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