MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Neste sábado, dia 25, a Prefeitura de Belo Horizonte adere, mais uma vez, ao movimento Hora do Planeta, criado em 2007 pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para mobilizar as sociedades, em todo o mundo, em torno da luta contra o aquecimento global.

Com o objetivo de evidenciar o alinhamento da Administração Municipal nessa luta e estimular a conscientização dos cidadãos quanto à importância das atitudes ambientalmente sustentáveis, a Prefeitura vai apagar as luzes do seu edifício-sede, no Centro, da Igrejinha da Pampulha e da Praça da Bandeira, das 20h30 às 21h30. Nesta edição, a Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) será parceira na iniciativa e 11 bares e restaurantes associados também manterão as luzes apagadas nesse horário.

Belo Horizonte adota ações e políticas que garantem avanços no desenvolvimento sustentável do município e geram reconhecimento nacional e internacional para a capital mineira. Em especial, a política de enfrentamento às mudanças climáticas, na qual se insere o movimento Hora do Planeta, é reconhecida internacionalmente por sua solidez e consistência. Como resultado desse trabalho, por três vezes consecutivas (2014, 2015 e 2016) um júri internacional premiou a cidade como Capital Nacional do Desafio das Cidades/Hora do Planeta da WWF.

(Foto: Divino Advíncula)


 Ações e programas
Entre os diversos programas e políticas voltados à eficiência energética, ao enfrentamento das mudanças climáticas e ao desenvolvimento sustentável, executados pela Prefeitura de Belo Horizonte, destacam-se os seguintes:
 
- Comitê Municipal sobre Mudanças Climáticas e Ecoeficiência (CMMCE) – Responsável pela articulação e apoio à implementação da política municipal de enfrentamento às mudanças climáticas e a conscientização ambiental da sociedade. É formado por representantes dos Executivos Municipal e Estadual, da Câmara Municipal, da sociedade civil organizada, do setor empresarial e de universidades.
 
- Plano de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Pregee) – embasado em quatro eixos principais (mobilidade, saneamento, energia e adaptação), direciona esforços para que Belo Horizonte atinja a sua meta de redução das emissões de gases de efeito estufa em 20%.
 
- Programa de Certificação em Sustentabilidade Ambiental – Selo “BH Sustentável” – O objetivo do programa é contribuir para a redução das emissões dos gases de efeito estufa por meio do estímulo à “construção sustentável” em Belo Horizonte.
 
- Inventários de emissões de gases de efeito estufa – Belo Horizonte produz mensalmente seus inventários de emissões de gases de efeito estufa, que são publicados no portal da Prefeitura, aumentando a transparência dos processos relativos à política municipal de enfrentamento das mudanças climáticas.
 
- Projeto de Eficiência Energética da Sinalização Sema¬fórica de BH - Projeto LED – A PBH, por meio da BHTrans, em parceria com a Cemig, através de sua subsidiária Efficientia, substituíram as 22.500 lâmpadas incandescentes e halógenas dos focos semafóricos nas 853 interseções semaforizadas da capital por LED (Diodo Emissor de Luz). Essa é uma iniciativa que une investimentos em responsabilidade ambiental com segurança no trânsito. BH é a primeira capital do país com frota acima de 1,3 milhão de veículos a contar com todos os seus semáforos utilizando tecnologia LED e a cidade da América Latina com a maior quantidade instalada desse sistema. A substituição dos semáforos convencionais por semáforos a LED representa uma redução de 87% no consumo atual de energia para cada lâmpada substituída.
 
- Estação de Aproveitamento de Biogás – A Central de Aproveitamento Energético do Biogás é o maior projeto mitigador de efeito estufa no município. Localizada na Central de Tratamento de Resíduos Sólidos (BR-040, Km 513, bairro Jardim Filadélfia), a estação, pioneira em Minas Gerais, processa e queima o gás metano produzido a partir da decomposição do lixo aterrado no antigo aterro sanitário da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) na BR-040, gerando energia elétrica, que é comprada pela Cemig e distribuída em sua rede.
 
- Inventário das Árvores dos Logradouros Públicos de Belo Horizonte – Inventário das árvores dos logradouros públicos da cidade, contemplando o levantamento das características físicas e estado fitossanitário de cada espécime arbóreo e de seu entorno, objetivando o planejamento do manejo e do aprimoramento dessa vegetação. Foram cadastradas 297.426 árvores até 2016.
 
- Programa BH Mais Verde – Programa de plantio de árvores em logradouros e outros locais públicos prioritários em termos de visibilidade, para a promoção de melhoria da qualidade ambiental e paisagística da cidade. Entre 2011 e 2014, foram plantadas 54.000 unidades, distribuídas pelas nove regiões da cidade.
 
- Redução de Desastres e Estratégia de Gestão – Plano Estratégico da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil vencedor do Prêmio Sasakawa de Cidades Resilientes pelas Nações Unidas. Inclui: Plano de Contingência para um Sistema de Alerta Precoce; Programa Executivo de Áreas de Risco (Pear), que diagnostica, impede, e minimiza os riscos geológicos; Centros de Referência em Áreas de Risco (Crear), que conta com postos avançados para o trabalho preventivo dentro das favelas; Núcleos de Alerta de Chuva (NAC), que abrange as principais áreas de risco de inundação; e Núcleos de Defesa Civil (Nudec), com voluntários que atuam na prevenção e no socorro em situações de emergência.

Fonte: PBH

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