MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Carlos Antonio Leite Brandão, da Escola de Arquitetura da UFMG, lançou no último sábado, em Belo Horizonte, o livro Arquitetura, humanismo e República: A atualidade do ‘De re aedificatoria’ (Editora UFMG).

Por meio da análise do tratado de Leon Battista Alberti (1404-1472), um dos textos mais importantes do Renascimento e do humanismo italiano e da chamada “arte de edificar”, o autor revela os principais problemas e equívocos da produção arquitetônica e urbanística recente.

Foto: divulgação (Editora UFMG)

Carlos Brandão lança mão de abordagem transdisciplinar e transtemporal, de acordo com o texto de orelha do livro, para investigar alguns dos principais operadores do tratado albertiano – como a razão, o sentido e os fundamentos antropológicos dos projetos e das construções. Ele põe esses operadores "em diálogo crítico com o modo atual de pensar e produzir tanto cidades, lugares e edifícios quanto nós mesmos, como indivíduos e cidadãos, a sociedade, as instituições e a res publica na qual compartilhamos uma origem e um destino comuns e o desejo de uma vida melhor, mais feliz e mais justa".

Pesquisador do CNPq, doutor em filosofia e professor titular de história e teoria da arquitetura, da cidade e da arte da Escola de Arquitetura da UFMG, Carlos Antonio Leite Brandão foi diretor da Escola de Arquitetura e do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da Universidade. Pela Editora UFMG, ele publicou A formação do homem moderno vista através da Arquitetura, Quid Tum? O combate da arte em Leon Battista Alberti, As cidades da cidade, A república dos saberes e Na gênese das racionalidades modernas: em torno de Alberti.

O livro, com 272 páginas e preço de capa de R$ 47, foi lançado na Livraria Quixote (Rua Fernandes Tourinho, 274), em BH.

Fonte: UFMG (com informações da Editora UFMG)

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