RIO DE JANEIRO, Niterói - Os professores Eliane Cantarino O’Dwyer e Roberto Kant de Lima foram homenageados na reunião da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), realizada em João Pessoa, de 03 a 06 de agosto, com a concessão da Medalha Roquete Pinto, em reconhecimento a suas trajetórias acadêmicas e serviços prestados à associação.

Na ocasião, também foram homenageados dois professores de outras universidades: Carlos Alberto Cardoso Soares, da UFBA, e Carmen Silva de Moraes Rial, da UFSC.

Instituída em 2003, a Medalha Roquete Pinto de Contribuição à Antropologia Brasileira homenageia pessoas cuja obra e trajetória tenham apresentado contribuições significativas para o desenvolvimento da disciplina e da ABA no Brasil. Os textos dos dossiês preparados pela ABA destacam a liderança exercida pela professora O’Dwyer na pesquisa sobre o campesinato e, em particular, sua influência sobre o estabelecimento de políticas públicas voltadas para o reconhecimento dos direitos das comunidades quilombolas e o papel de destaque exercido pelo professor Kant de Lima nas pesquisas relativas à interface entre a Antropologia e o Direito, que o levaram a, entre outras coisas, presidir a Comissão de Direitos Humanos da ABA. Ambos os professores também exerceram cargos na direção da ABA: a professora O’Dwyer atuou como Tesoureira na gestão de 1994-96 e Kant de Lima exerceu a Vice-Presidência da entidade na gestão de 2006-08.

Na mesma reunião, o trabalho “Representações, moralidades e conflitos nos casos de violência sexual contra mulheres” obteve o primeiro lugar do Prêmio Levi-Strauss, na modalidade pôster. Apresentado por Andreza Cunha Azevedo, aluna do curso de Sociologia da UFF, o trabalho foi orientado por Lucia Eilbaum, professora do departamento de Antropologia da mesma universidade.

Fonte: UFF

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