SÃO PAULO, São Paulo - Victor Leguy e o curador Gabriel Bogossian apresentam um museu fictício, em processo de evolução e em construção permanente.

O acervo mostra parte da história do Brasil, sob uma nova perspectiva. O artista e o curador buscam “descolonizar o olhar” e “ampliar o repertório visual” do público em relação ao patrimônio cultural brasileiro. Por meio de fotografias, filmes, documentos e outros objetos, a exibição pretende trazer para o centro do debate público um imaginário construído em torno dos Enawenê-Nawê – povo indígena residente no Mato Grosso, que realiza o ritual “Yaokwa”, com duração de sete meses, reconhecido pelo Iphan como patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Segundo Bogossian, as diferentes histórias que surgem a partir do conjunto simbólico desse povo evidenciam questões sobre o conceito de museu; bem como o papel das instituições museológicas na construção da memória coletiva e da identidade nacional. Para o curador, “a exposição discute o papel do museu nos dias de hoje e seu caráter de detentor das grandes narrativas, o que, na maioria das vezes, limita a história que conhecemos a um ponto de vista que atenda aos interesses do poder”.

O lançamento do catálogo será no dia 6 de maio, sábado, às 15h.

Galeria Flávio de Carvalho – Complexo Cultural Funarte SP
(Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos)

Exposição: O Museu Inexistente No 1
Visitação: de 26 de março a 8 de maio. De segundas a sextas, das 13h às 18h, sábados, domingos e feriados, das 15h às 20h.
Lançamento do catálogo: dia 6 de maio. Sábado, às 15h.
Entrada franca.

Mais informações:
(11) 3662-5177
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Fonte: Funarte

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