SÃO PAULO, São Paulo - Um imóvel como a Casa de Dona Yayá é entendido como “bem cultural” por diferentes pessoas.

Alguns consideram-na importante por ser lugar de memória das questões de gênero e saúde mental, outros pela lembrança da trajetória de Dona Yayá e há também quem defenda sua preservação por ser um dos últimos testemunhos materiais do período em que sua região era caracterizada por pequenas propriedades rurais. Para outros, ainda, a Casa é importante por seu agradável jardim, por ter sido palco de manifestações culturais várias ou por outros tipos de afeto.

Para falar sobre o assunto, no dia 19 de agosto, às 14h, a Casa de Dona Yayá recebe a palestra Por que patrimônio “cultural” e não “histórico”? Bens culturais a partir de muitas mãos e vozes. Nesta atividade serão debatidos sobre como nos últimos 30 anos o patrimônio cultural mudou, incorporando outros discursos, vozes, mãos e narrativas.Gabriel Fernandes, que ministrará o encontro, é pesquisador e especialista em laboratório no Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP, onde desenvolve ações de cultura e extensão universitária com foco em referências culturais e memória.O evento é gratuito e não exige inscrições.

Informações: (11) 2648-1511.

Fonte: USP

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