DISTRITO FEDERAL, Brasília - A CAPES visitou nesta terça-feira, 18, o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, consumido por um incêndio no início do mês.

Sonia Báo, diretora de Avaliação da Capes, fala à imprensa durante visita ao Museu Nacional (Foto: Raphael Pizzino/UFRJ)

Sônia Báo, diretora de Avaliação, representou a instituição e escutou os relatos dos seis coordenadores dos programas de pós-graduação e estudantes que atuavam no museu: “Vim escutar os programas. Tenho algumas ideias de encaminhamento para o processo de avaliação que vou discutir na semana que vem com o conselho técnico-científico”.

As áreas de Botânica, Zoologia, Antropologia Social, Arqueologia, Patrimônio Geopaleontológico e Linguística e Línguas Indígenas foram atingidas em diferentes escalas. A perda de equipamentos e laboratórios são dois dos pontos de maior preocupação levantados pelos coordenadores, além da continuidade das pesquisas de mestrandos e doutorandos. Entre 2013 e 2016, formaram-se por estes programas 214 mestres e 161 doutores. No mesmo período, os seis programas somaram 9.411 produções publicadas em revistas científicas com diferentes focos. Os anos referem-se às últimas avaliações de cursos promovidas pela CAPES.

Mesmo com as perdas, os seis programas decidiram continuar com as atividades – defesas de teses e dissertações, aulas e seleção de novos alunos.

A diretora de Avaliação da CAPES comentou que uma de suas sugestões foi somar forças com outros órgãos de fomento: “A partir dos dados que me foram repassados, verei o que pode ser encaminhado. Teremos de avaliar a possibilidade de conversar com outras agências para recompor o que for possível em termos de materiais, laboratórios, infraestrutura para os estudantes concluírem a fase experimental de suas teses e dissertações”.

Fonte: CCS/CAPES

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