RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Considerada uma das obras mais emblemáticas da arte internacional na virada para o século XXI, a escultura Spider (Aranha), de 1996, uma das seis grandes aranhas de Louise Bourgeois, chegou ao Museu de Arte do Rio em 30 de novembro.

Fonte: MAR

Pertencente ao acervo do Itaú Cultural, a obra iniciou uma viagem pelo Brasil em 2017, com passagens pela Galeria Mata do Inhotim (MG), Fundação Iberê Camargo (RS) e Museu Oscar Niemeyer (PR).

Equilibrada em suas oito pernas, com terminações que remetem à agulha e ao bordado, a figura de mais de 3 metros de altura em bronze carrega em si o simbolismo da relação da artista francesa com a sua infância. O tecer, parte do trabalho de sua mãe na reconstrução de tapeçarias, é também a arte da aranha com a teia.

Louise Bourgeois foi uma artista de seu tempo e do nosso. Em sua vasta produção artística, fez uma constante investigação da condição feminina no mundo, instigando sempre o questionamento sobre o ser mulher e a dominação masculina nas relações.

Este trabalho testemunha a potência simbólica que a artista confere a seus objetos. Desde a década de 1940, as aranhas estão presentes no desenho de Bourgeois, em um longo processo de condensação de sentidos – elas aparecem em desenhos, gravuras, pinturas e esculturas.

Até fevereiro de 2020.

Fonte: divulgação por e-mail

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