BRASIL, Brasília - Bolsistas de ambos os países esperam por sinal verde para poder viajar e realizar intercâmbio; CAPES e Fulbright monitoram a situação


Foto: divulgação/Capes

Benedito Aguiar, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), participou de reunião virtual da Comissão Fulbright Brasil na manhã desta quinta-feira, 20. O encontro serviu para debater a situação da parceria entre a CAPES e a organização internacional para promover o intercâmbio de estudantes da pós-graduação do Brasil e dos Estados Unidos. O impacto da pandemia no funcionamento de programas foi o tema.

Para Aguiar, a reunião foi uma chance de reafirmar o compromisso da CAPES na cooperação entre Brasil e Estados Unidos. “Ao voltarmos à normalidade, poderemos pensar em novos programas e rever ações em andamento”, disse. A pandemia provocada pela COVID-19 e a alta das moedas estrangeiras levaram a CAPES a adiar todas as mobilidades internacionais previstas para este ano.

A situação afeta os beneficiários dos programas CAPES/Fulbright de Doutorado Pleno nos EUA e CAPES/Fulbright Master of Fine Arts (MFA), de mestrado profissional. Quinze estudantes do doutorado pleno têm recebido bolsa e realizado atividades remotas; do MFA, uma bolsista iniciou o trabalho on-line. As ações presenciais têm retomada prevista para 2021, em comum acordo com as instituições que receberão os pesquisadores brasileiros.

Comissão Fulbright
A Comissão Fulbright Brasil promove o intercâmbio entre pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos desde 1957. É fruto do Programa de Intercâmbio Educacional e Cultural do Governo dos Estados Unidos da América, criado em 1946. A parceria já levou mais de 3,5 mil brasileiros a estudar nos EUA e trouxe 3 mil norte-americanos para o Brasil. A CAPES é parceira em programas com a concessão de bolsas.

Fonte: CCS/CAPES

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