BRASIL, Belo Horizonte - O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, encontrou-se nesta sexta (20/11) com Toninho Horta, um dos vencedores da premiação


Foto: Moto Uehara / Divulgação

Artistas mineiros reafirmam o reconhecimento internacional e trouxeram para o estado dois gramofones de ouro nesta quinta-feira (19/11), na cerimônia de entrega do Grammy Latino 2020. O compositor e instrumentista Toninho Horta venceu na categoria melhor álbum de MPB, com o álbum “Belo Horizonte”. Já na categoria “Melhor Canção em língua portuguesa”, o prêmio foi pra João Bosco, com a canção "Abricó-de-Macaco", que faz parte do seu último álbum de mesmo nome.

Na manhã de sexta-feira (20/11), o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, encontrou-se com Toninho Horta na sede da Empresa Mineira de Comunicação - Rede Minas e falou sobre a importância do prêmio para a música mineira. “Ao receber esse prêmio, Toninho Horta leva, mais uma vez, uma imagem potente de Minas Gerais para o exterior, fortalecendo a ideia e a referência da mineiridade e a questão do pertencimento. O álbum Belo Horizonte reafirma sua originalidade e difunde nossa paisagem cultural, reforçando a junção da arte com a contemporaneidade presente em Minas”, disse o secretário.

Em decorrência da pandemia, a premiação do Grammy Latino 2020 ocorreu de forma remota. Na categoria Melhor Álbum de MPB, Toninho Horta concorreu com Caetano Veloso & Ivan Sacerdote, Elza Soares, Ney Matogrosso e Zeca Baleiro. Essa foi a terceira indicação de Toninho Horta ao Grammy Latino. A primeira vez foi em 2005, com o álbum “Com o Pé no Forró”, depois em 2011, com “Harmonia & Vozes”, e agora, em 2020. “Belo Horizonte” foi lançado em 2019 para comemorar os 50 anos de carreira de Toninho. É um álbum duplo, composto pelo CD “Belo”, com canções já conhecidas, e por “Horizonte” que, segundo o artista, representa o futuro, com músicas inéditas compostas por ele e pelos integrantes da Orquestra Fantasma, que o acompanha há cerca de 40 anos.

Filarmônica de Minas Gerais
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais também concorreu ao Grammy Latino na categoria “Melhor álbum de música clássica” de 2020. O disco apresenta três obras do compositor brasileiro Almeida Prado, que morreu há dez anos. O prêmio acabou indo para Eternal Gratitude, de Paulina Leisring & Domingo Pagliuca e do produtor Samuel Pilafian.

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais possui nove álbuns gravados, entre eles dois que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado. O álbum de Almeida Prado, lançado neste ano, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.

Fonte: Secult MG

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