RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Instituto Moreira Salles acaba de receber, em comodato, a obra do fotógrafo mineiro Francisco Augusto Alkmim (1886-1978), conhecido como Chichico Alkmim. O conjunto é composto por cinco mil negativos em vidro e algumas dezenas de fotografias originais de época.

Chichico pertenceu a uma geração de fotógrafos retratistas das primeiras décadas do século XX e atuou, principalmente, em Diamantina, em um período de grande extração de minério, registrando a paisagem social da cidade e de seus habitantes. Chichico foi precursor e mestre de Assis Horta, outro nome importante da fotografia mineira. Enquanto Horta se tornou conhecido por registrar a classe média trabalhadora na era Vargas, Chichico documentou a classe média alta mineira com fotografias em estúdio e ao ar livre, utilizando muitas vezes apenas a luz natural.

Sobre o fotógrafo:

Chichico Alkmim nasceu em 1886 na área rural de Bocaiúva, MG. Com a decadência dos negócios da família, mudou-se para Diamantina em busca de novas oportunidades. Estudou fotografia com Passig e Manoel Gonçales e se aprimorou lendo manuais sobre o assunto. Em 1913, abriu o próprio estúdio, que, por duas décadas, foi o único da cidade. Registrou batizados, casamentos, vistas de cidades, funerais, festas populares e religiosas. Estima-se que tenha fotografado até 1955. Após parar de fotografar, Chichico continuou cuidando do acervo – guardava-o no porão de sua casa – que organizou e reviu diariamente até sua morte. O fotógrafo morreu em Diamantina, em 1978.

Em 1983, aconteceu a primeira exposição com suas fotografias, organizada por seu neto Paulo Francisco Flecha de Alkmim e o professor João Paulo Guimarães Mendes no 16o Festival de Inverno da UFMG. A divulgação da trajetória de Chichico aconteceu a partir de então e possibilitou o financiamento da recuperação e da conservação do acervo – que continuou sob a guarda da família Alkmim – pela Fundação João Pinheiro, Funarte e UFMG. Nos anos 1990, os negativos foram depositados no recém-inaugurado Centro de Documentação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina (Fafidia), estruturado em parceria com a UFMG, onde ficaram parcialmente acessíveis para pesquisa.

Em 2005, foi criado por Verônica Alkmim França, também neta do fotógrafo, o Projeto Chichico Alkmim, com o objetivo de promover o acervo por meio de eventos, exposições e publicações. Ainda naquele ano, foi lançado o primeiro livro, O olhar eterno de Chichico Alkmim, com 70 fotografias, editado por Verônica e pelo fotógrafo mineiro Flander de Sousa. A publicação rendeu uma exposição homônima no Espaço Apocalipse, em Diamantina, MG, que em 2008 foi remontada na Grande Galeria da Escola Guignard,em Belo Horizonte. Em 2013, foi realizada no Memorial Minas Vale, em Belo Horizonte, a exposição Paisagens humanas - Paisagens urbanas, com curadoria de Verônica e do fotógrafo Tibério França.

www.ims.com.br 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 33 visitas até 17:10h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Com classificação livre e entrada franca, a V Bienal da Escola de Belas Artes da UFRJ está aberta ao público com trabalhos de 25 alunos-artistas de um dos principais polos de formação em artes plásticas do país. A exposição ocupa o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, na Rua Luís de Camões 68, perto da Praça Tiradentes, no Centro.

As obras são inspiradas no tema `Tempo`, com base no pensamento do filósofo Merleau-Ponty — "uma variável isolada pelo pensamento, mas que, no entanto, não pode ser pensada como uma realidade separada". Os alunos desenvolveram trabalhos que se encaixam no tema da exposição, que também comemora os 200 anos de fundação da escola.

As obras ficarão expostas até fevereiro de 2016 e a Bienal pode ser visitada às segundas, quartas e sextas, das 12h às 20h, e terças, quintas, sábados e feriados, das 10h às 18h. A entrada é gratuita e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica está localizado na Rua Luiz de Camões, 68, no Centro.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 31 visitas até 17:13h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - A mostra Drummond: alquimia poética, que reúne fotos, cartas e documentos acadêmicos inéditos do poeta Carlos Drummond de Andrade, pode ser visitada, até 26 de fevereiro, no Centro de Memória da Faculdade de Farmácia, no campus Pampulha. 

“É a primeira vez que esse material é exposto”, conta a pesquisadora Lucinéia Bicalho, pós-doutoranda do Centro de Memória da Farmácia e organizadora da exposição. Estão expostos documentos pessoais de Drummond, como atestado de idoneidade, requerimentos de matrícula, diploma de farmacêutico e termo de colação de grau, gerados durante o período em que foi aluno do curso de Farmácia da UFMG, na década de 1920 do século passado. Também estão expostos poemas, crônicas e cartas inéditas enviadas a seu ex-colega de turma, Antônio Amorim, citado em seu poema Final de história.

A exposição foi organizada com materiais doados por Georgeta Amorim, viúva de Antônio Martins Amorim, amigo que estudava com Drummond na Faculdade, e com outros documentos que já constavam nos arquivos do Centro de Memória da Farmácia.

O diretor da Unidade, Gerson Antônio Pianetti, revela a origem do acervo: “Há cerca de 20 anos, revirando um material que iria para a reciclagem, encontrei essa preciosidade. É uma felicidade expor agora esses documentos, quando comemoramos os 90 anos da formatura de Drummond na Faculdade de Farmácia”.

O Centro de Memória da Farmácia fica no andar térreo da Faculdade, no campus Pampulha. A exposição pode ser visitada das 9h às 17h, de segunda a sexta.

 

Fonte: UFMG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 38 visitas até 17:38h)

 

BAHIA, Salvador - MAM Atelier estreia com projeto Behind the Wall dos artistas Roney George e Mijntje Strengholt. A partir do dia 9 de janeiro o público pode visitar e interagir com o projeto artístico

O programa “MAM Atelier" do Museu de Arte Moderna da Bahia recebe o Behind the Wall por Roney George e Mijntje Strengholt, em janeiro de 2016. O público pode visitar e interagir com o projeto, na Galeria 3, a partir do sábado, 09. O "MAM Atelier" integra uma das plataformas da instituição que visa à construção de novas formas de diálogo entre a comunidade artística e o público por meio do processo aberto de criação. O objetivo de trazer Behind the Wall para o Brasil é também, fechar o círculo de influência entre as duas cidades, Amsterdã e Salvador.

A mostra, que permanece em cartaz no MAM-BA até 14 de fevereiro, acontece no mesmo formato da edição realizada em Amsterdã, em abril de 2015, com curadoria de Marta Pisco. Convida o público a olhar para a prática de dois artistas visuais de diferentes origens, mas ligados pela espiritualidade, expressão figurativa e destemida vivacidade artística. Roney George é fascinado pelo sagrado e profano, já a holandesa Mijntje ficou encantada com a vivência espiritual do Candomblé, ao visitar Salvador.

No dia 15 de janeiro, sexta-feira, a música completa as linguagens artísticas com um pocket show de Jota Velloso, das 19h às 20h, seguido de debate com a participação de J. Cunha (artista visual) e Luiz Fernando Landeiro (galerista em Salvador), moderado pelo Dr. Prof. Danilo Barata (diretor do curso de Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo – Bahia).

Saiba mais sobre os artistas:

Mijntje Strengholt, holandesa, formou-se na Academia de Arte de Minerva, em Groningen. Frequentou o Institut Superieur de Peinture Van der Kelen-Logelain, em Bruxelas. A pintura e desenho alienante de Mijntje, ao mesmo tempo realista e figurativo, expõe uma multidão de disposições e sentimentos humanos. O seu trabalho é essencialmente sobre o indizível, o incomunicável, o que não pode ser explicado. A imagem tem de fazê-lo. http://www.mijntjestrengholt.nl/schilderijen/

Roney George é artista plástico baiano, formado pela Escola de Belas Artes da Bahia. O trabalho particular de Roney estende-se pelas áreas do desenho, da pintura, da cenografia e da moda. Fluindo no diálogo entre o velho e o novo mundo, ente espiritualidade e iconografia pop, herança africana, toque europeu e identidade original brasileira, Roney viaja, contacta, aprende, absorve e devolve ao mundo a sua visão muito particular. https://www.flickr.com/photos/roneygeorge

 

Serviço:

“MAM Atelier” | Behind the Wall por Roney George e Mijntje Strengholt

Quando: abertura dia 09 de janeiro de 2016, às 16h.

Local: MAM - Museu de Arte Moderna (Salvador/Bahia)

Entrada gratuita

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 38 visitas até 17:31h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Ator foi encontrado morto na casa dele, em Guaratiba

O ator Antônio Pompêo foi encontrado morto nesta terça-feira (5) na casa dele, em Guaratiba, em Zona Oeste do Rio. A informação foi confirmada pela Polícia Militar, que esteve no local no fim da tarde. O ator e artista plástico tinha 62 anos e a causa da morte ainda é desconhecida.

Nascido na cidade de São José do Rio Pardo, em São Paulo, Antônio participou de vários filmes, como "Xica da Silva" e "O cortiço". Autou também em novelas da Globo como "O Rei do Gado", "A viagem", "Pecado capital", "Mulheres de areia", "A casa das sete mulheres", "Pedra sobre pedra" e "Fera ferida". Seu início na TV foi em "A Moreninha", em 1975.

Pompêo também atuou em novelas da extinta TV Manchete, como "Kananga do Japão" e "A história de Ana Raio e Zé Trovão". Seu último trabalho na televisão foi na novela "Balacobaco", da Record, em 2012.

 

Fonte: Jornal do Brasil 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 41 visitas até 17:40h)

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