SÃO PAULO, São Paulo - O Museu Afro Brasil celebra os 462 anos da capital paulista com exposições de dois artistas paulistanos, além do lançamento do livro 100 anos de Feiras Livres na Cidade de São Paulo e de uma atividade para crianças conhecerem o museu. A abertura será no próximo sábado (23), antevéspera do aniversário da cidade.

A coordenadora curatorial do Afro Brasil, Ana Lúcia Lopes, disse que o museu homenageia a cidade fazendo uma ligação entre a história e a contemporaneidade de São Paulo do ponto de vista da arte.

“O tema é São Paulo no Museu Afro Brasil e como o museu está homenageando a sua cidade. Está homenageando dois artistas paulistanos, está oferecendo ao público o lançamento do livro sobre feira livre, que caracteriza as feiras livres com a cidade, e também essa experiência de passear pelo acervo de forma lúdica, mostrando a relação Brasil-África”, disse.

A valorização de artistas paulistanos é um dos motes do evento. A exposição Louça Fina, de Fernando Ribeiro, apresenta 80 trabalhos inéditos, entre pinturas e colagens. Ele discute questões diversas, desde o consumismo até o valor da obra de arte como memória e parte da história. O público poderá conferir também um aspecto curioso: simples pratos de papelão se transformarem em obras de arte a partir da intervenção do artista.

A exposição Cúmulo, do artista plástico Caíto, apresenta 20 esculturas inéditas e mostra um excesso de coisas que se sobrepõem umas às outras. Ele traz objetos amontoados, representando um acúmulo.

“Ele potencializa uma ideia de acumulação e tem uma sobreposição de obras que tornam o resultado provocativo e esteticamente muito interessante. É uma incidência máxima de objetos acumulados que se transformam numa obra”, disse a coordenadora.

Já o livro sobre feiras livres na capital paulista, que são centenárias e tão presentes na rotina da cidade, conta um pouco da sua construção histórica. As feiras livres foram organizadas e disciplinadas por ato do prefeito Washington Luiz, em 1914, e sobrevivem até os dias de hoje, apesar de algumas previsões que historicamente apontaram para o seu desaparecimento das ruas paulistanas. Segundo Lopes, “é um livro importante, que recupera uma experiência para além de econômica, uma experiência cultural da cidade, que são as feiras livres”.

Os autores do livro, o engenheiro agrônomo Hélio Junqueira e a economista Marcia Peetz, buscaram as origens medievais dos mercados e das feiras populares europeias e, a partir daí, traçaram sua evolução e desdobramentos socioeconômicos e culturais desde que chegaram ao Brasil, trazidas pelos portugueses colonizadores.

O museu expõe também uma mostra dedicada ao público infantil envolvendo a cultura africana, especialmente do Congo. O objetivo é que elas conheçam as temáticas do Museu Afro Brasil de forma lúdica, durante uma visita à exposição de longa duração, tudo isso em meio a brincadeiras e cantigas.

O Museu Afro Brasil abre de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. Os ingressos custam R$ 6 e a entrada é gratuita aos sábados. O lançamento do livro 100 Anos de Feiras Livres na cidade de São Paulo ocorrerá das 11h às 16h, no dia 23 de janeiro, quando haverá também a abertura das exposições. A ação educativa com as crianças está prevista para acontecer a partir das 14h.

 

Fonte: Agência Brasil - Camila Boehm

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 42 visitas até 21:41h)

SÃO PAULO, São Paulo - Publicações em preto e branco são a temática desta edição que traz 140 expositores, entre eles os livros produzidos na residência da Feira Plana. Evento deste ano ganha mais um dia e traz programação gratuita com oficinas, mesas, palestras e exibição de filme.

O MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, recebe, pelo quarto ano consecutivo, a Feira Plana - evento que reúne editores independentes, artistas que fazem livros, zineiros, quadrinistas e guerrilheiros de todo o Brasil, selecionados pela idealizadora e curadora Bia Bittencourt. Realizado nos dias 16 e 17 de janeiro, o evento ganhou mais uma noite, com a abertura no dia 15, sexta-feira. 

Com o tema Preto e branco, esta edição da Feira Plana aumentou suas atividades: serão 15 mesas e palestras incluindo uma mesa com o suíço Miklós Klaus Rózsa e seus editores alemães da Spector Books, Christof Nüssli e Christoph Oeschger. Outro destaque é a exibição do filme Branco Sai Preto Fica. Já no domingo, Peter Pál Pelbart fará uma palestra sobre subjetividade.

Dentre as oficinas, no sábado (16) acontece a Experimentações e sampleagens, que propõe experimentações com xerox, monotipia, desenho, impressão, carimbos, etc., na criação de imagens a partir de registros e apropriações do plano urbano. No domingo, o Estúdio Elástico apresenta Serigrafia em preto e branco. A partir de patterns, moirés imagens pré-gravadas Rogério Maciel, ensina impressão com tintas preto e branco para mostrar técnicas de sobreposição e imposição na criação de cartazes em serigrafia formato A2.

Já na área externa, acontece a programação Banca pirata, uma seleção de publicações dos editores participantes xerocadas e grampeadas à venda por R$5 cada.

Além do evento principal, no MIS, está funcionando a primeira Residência Plana, uma parceria com a Cosac Naify e a gráfica Ipsis para oferecer aos autores selecionados a oportunidade de uma experiência múltipla na área editorial e para que possam receber orientação, condições para produzir, financiar e lançar sua obra. Os selecionados lançarão seus trabalhos durante a Feira Plana 2016.

Confira a programação completa no site: http://www.feiraplana.org/ 

 

FEIRA PLANA 4

DATA 15, 16 e 17 de janeiro de 2016

HORÁRIO 15.01 das 18h às22h, dias 16 e 17.01 a partir das 12h

LOCAL Auditório MIS (172 lugares), Auditório LABMIS (66 lugares), área externa, foyer do Auditório MIS e Sala de interfaces.

INGRESSO gratuito (algumas oficinas e palestras precisam de inscrição prévia, checar a programação no site)

CLASSIFICAÇÃO livre

Museu da Imagem e do Som – MIS

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br 

Estacionamento conveniado: R$ 10 | Valet: R$15 [Conveniado]

Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

 

Fonte: MIS SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 -  visitas até 19:02h)

 

 

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Durante a oficina, o projeto dos alunos passarão por todas as etapas de desenvolvimento de uma obra audiovisual 

Estão abertas até o dia 21 de janeiro as inscrições para a oficina “Construindo Projetos Audiovisuais”. Os alunos passarão por todas as etapas do projeto audiovisual, desde o roteiro à comercialização.

O curso tem início no dia 25 de janeiro, com duração de seis meses. A intenção é aprofundar o conhecimento desses profissionais, desde o roteiro e desenvolvimento até a comercialização do projeto audiovisual. Os alunos irão refletir, a partir de análises de obras, filmes, séries e exercícios práticos, sobre os conceitos audiovisuais, além do desenvolvimento da roteirização, parte fundamental para a concretização do projeto.

Além das aulas presenciais, os participantes também poderão ter acesso a vídeos, textos, entrevistas, cases e matérias sobre a área. Solicite a ficha de cadastro, conteúdo programático e o cronograma através do telefone: (31) 3285-2622.

 

SERVIÇO

Local: Casa da Economia Criativa - Santa Rita Durão 1275 – Funcionários - BH

Telefone: (31) 3285-2622

Início: 25 de janeiro

Horário: segundas e terças-feiras, das 9h às 19h.

Inscrições: até 21 de janeiro

Condições de inscrição: 

Entregar à Casa da Economia Criativa do SEBRAE/MG os itens abaixo: 

• O máximo possível de elementos referentes ao projeto em desenvolvimento (sinopse de no mínimo 3 páginas, perfis dos principais personagens e outros anexos considerados pertinentes); 

• Certificado de registro do projeto na Biblioteca Nacional ou comprovante de envio; 

• Ficha de inscrição preenchida (entre em contato com a Casa da Economia Criativa para recebê-la).

Investimento: R$ 1.590,00 por pessoa ou 6 parcelas de R$ 265

Mais informações: http://on.fb.me/1ONk2rW

 

Fonte: SEC MG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 13/01/2016 - 3 visitas até 11:27h)

SÃO PAULO, São Paulo - Dando continuidade à programação especial que comemora o aniversário de 110 anos da Pinacoteca de São Paulo, que pertence à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o museu inaugura dia 25 de janeiro a exposição ‘Coleções em diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo’, que remete à origem comum de ambas as instituições e às características de suas coleções, já que a Pinacoteca nasce da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo na galeria artística do Museu Paulista, inaugurado em 1895 e conhecido também como Museu do Ipiranga. A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente, em função de uma reforma para sua conservação, encontra-se fechado à visitação.

Segundo Valéria Piccoli, curadora da mostra com Fernanda Pitta, esse diálogo pretende reforçar as relações entre os dois acervos, iluminando-os mutualmente. São cerca de 50 obras, entre pinturas, desenhos, fotografias e objetos, assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli, Rodolfo Amoedo entre outros, que ajudam a compreender essa história comum e seus desdobramentos.

“As duas instituições estão intrinsecamente ligadas em sua criação, mas, ao longo da sua história, desenvolvem suas coleções por caminhos distintos: a Pinacoteca se firmando como um museu de arte, em especial brasileira, e o Museu Paulista como um museu de história, dedicado também à memória e à cultura material. A mostra traz obras de destaque da coleção do Museu Paulista, em especial aquelas de cunho histórico, encomendadas para a decoração do edifício ”, disse Piccoli, também curadora-chefe da Pinacoteca.

Destaque fica para as pinturas ‘Inundação da Várzea do Carmo’ (1892), de Benedito Calixto, a primeira aquisição do governo republicado de São Paulo, e ‘Ciclo da caça ao índio’ (1925), de Henrique Bernardelli, uma das encomendas do então diretor da instituição, Affonso Taunay, para a decoração da escadaria monumental do Museu, e importantes testemunhos da produção artística da virada dos séculos XIX e XX.

A mostra permanece em cartaz até 29 de janeiro de 2017 no 2º andar da Pinacoteca – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10 às 17h30 – com permanência até às 18h – e o ingresso custa R$6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes.

 

Fonte: Pinacoteca do Estado de São Paulo 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 13/01/2016 - 2 visitas até 11:21h)

PARANÁ, Curitiba - Nesta terça-feira (12), foi inaugurada, no Museu Paranaense, a exposição “Cerâmica do Japão – A Geração Emergente do Forno Tradicional Japonês”. A mostra, realizada pela Fundação Japão, apresenta as obras de 35 artistas em atividade nas sete regiões mais representativas dos fornos no Japão. Dentre várias formas, compõem a mostra aquelas que melhor representam a característica da cerâmica japonesa atual. A entrada é gratuita.

Vasilhames são a temática desta exposição, que revela a perspectiva de cada artista na compreensão da funcionalidade do utensílio, assim como a sua visão sobre a situação atual e o futuro da cerâmica japonesa. Com diferentes orientações, alguns artistas mantêm a tradição do país, enquanto outros buscam a criação individual de obras para explorar novas formas. Artistas promissores, com tendência a liderar a próxima geração da arte da cerâmica do Japão. 

Peças de porcelana Arita, Karatsu, Hagi, Bizen, entre vários outros tipos, estarão expostas. A mostra fica em cartaz até 07 de fevereiro de 2016.

 

Serviço:

Exposição Cerâmica do Japão – A Geração Emergente do Forno Tradicional Japonês

Período expositivo: De 12 de janeiro a 07 de fevereiro de 2016

Museu Paranaense

Rua Kellers, 289 – São Francisco. Curitiba-PR 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 16h.

Entrada gratuita 

Mais informações: (41) 3304-3300

www.museuparanaense.pr.gov.br 

 

Fonte: SEEC 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 13/01/2016 - 2 visitas até 11:30h)

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