BAHIA, Salvador - Na exposição inédita `Portinari - A Construção de uma Obra`, composta por mais de 50 obras do pintor, desenhista e muralista Candido Portinari (1903 a 1962) será apresentado ao público um artista em pleno processo criativo, em fase de experimento de seus traços tão repletos de força e vida, como no caso dos estudos para o painel Guerra e Paz, produzido entre 1952 e 1956 e considerado um dos mais importantes trabalhos realizados por ele. Além de estudos, há também telas a óleo, maquetes, esboços e desenhos que revelam a alma e a construção da obra de um dos maiores artistas plásticos do país.

Para dialogar com as obras, serão exibidas 11 esculturas do artista plástico mineiro Sergio Campos, conhecido por esculpir em aço e cobre personagens fortemente conectados ao discurso social e cheio de força dos cafezais de Portinari. Haverá ainda um vídeo sobre a vida e obra do artista, que pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida politico-cultural brasileira alcançou reconhecimento internacional.

Candido Portinari
Nascido em 30 de dezembro de 1903, no interior de São Paulo, na cidade Brodowski, filho de imigrantes italianos, teve uma infância humilde. Recebeu apenas a instrução primária. Desde criança manifestou sua vocação artística, começando a pintar aos 9 anos. E - do cafezal às Nações Unidas – se torna um dos maiores pintores do seu tempo. Em sua trajetória, estudou na Escola de Belas-Artes (RJ), visitou países, entre eles a França e a Itália, onde concluiu os estudos. Em 1935 recebeu uma premiação em Nova Iorque um prêmio por sua obra “Café”, que o projetou para o mundo.

Exposição: Portinari – A Construção de uma Obra
Dia 15 de dezembro, terça-feira, às 19h30
Visitação de 16 de dezembro de 2015 a 31 de janeiro de 2016
de terça a domingo, das 09h às 18h
Entrada franca
Caixa Cultural Salvador | Galeria Mirante
Rua Carlos Gomes, 57 – Centro – Salvador/BA
(71) 3421-4200

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 14/12/2015 às 22:52hs - 53 visitas até 16/05/2016 ) 

MINAS GERAIS, Tiradentes - Evento abre o calendário audiovisual no país com a exibição de “Serras da Desordem”, que comemora 10 anos da sua primeira exibição, em 2006, na Mostra Tiradentes e tornou-se um marco na história do cinema brasileiro

A Mostra de Cinema de Tiradentes chega a sua 19ª edição, de 22 a 30 de janeiro de 2016 e presta homenagens ao cineasta ítalo-brasileiro Andrea Tonacci, um dos nomes de destaque na história do cinema brasileiro. Abre o evento, no dia 22 de janeiro, às 21h, no Cine-Tenda, com a exibição do seu filme “Serras da Desordem”, comemorando 10 anos da sua primeira exibição, em 2006, na Mostra Tiradentes. As duas celebrações – a Tonacci e ao seu filme “Serras da Desordem” –dialogam com a temática central desta edição: “Espaços em Conflito”.

Sempre atenta ao momento atual da produção audiovisual, a Mostra Tiradentes apresenta o que vai ser o cinema de 2016. Representa o espaço das lentes originais e independentes, estimula novos olhares, provoca descobertas, estimula o debate e, nesta edição, vai enfocar os conflitos em torno dos espaços no cinema brasileiro, afirma a coordenadora do evento, Raquel Hallak.

Em uma década, Serras da Desordem se revelou a maior referência de uma mudança de paradigmas no olhar estético e na maneira de se fazer cinema brasileiro independente e de autor. Questões relativas aos limites tênues entre documentário e ficção se somaram, no filme, as discussões sobre o genocídio histórico contra indígenas em território nacional, ambos os assuntos constantemente na pauta cotidiana. “Serras da Desordem” foi apresentado pela primeira vez ao público em Tiradentes e, desde então, além de ter recebido amplo reconhecimento da crítica, recolocou Tonacci na linha de frente contemporânea, tanto do pensamento cinematográfico quanto do protagonismo estético”, afirma Cléber Eduardo, curador da Mostra.

A homenagem a Andrea Tonacci é, então, um tributo a este grande inventor do cinema brasileiro, dono de uma obra até hoje menos vista do que deveria e uma das figuras de maior influência para várias gerações. “Antes de Serras da Desordem, Tonacci já era cineasta com lugar especial na história do cinema brasileiro por conta, se não de toda a sua filmografia, certamente de ao menos outros dois filmes: o longa Bang Bang e o curta Bla Bla Bla, provocações típicas do fim dos anos 1960, com uma subversão estética e política absolutamente em sintonia com a reatividade debochada e descrente do cinema brasileiro autoral daquele momento”, completa o curador. Os três principais filmes de Tonacci serão exibidos na programação do evento.

Andrea Tonacci nasceu em Roma (Itália) em 1944 e mudou-se para o Brasil aos 11 anos de idade. Figura importante da geração chamada de Cinema Marginal, participou como ator do primeiro curta-metragem de Rogério Sganzerla, Documentário (1966), e estreou como diretor em outro curta do mesmo ano, Olho por Olho. Em 1968 exibiu Bla Bla Blano Festival de Brasília. Seu primeiro longa-metragem, Bang Bang, de produção paulista, foi filmado na cidade de Belo Horizonte em 1970. Entre 1975 e 2006, Tonacci produziu diversos trabalhos em vídeo, com maior destaque para Jouez encore, payez encore (1975), Conversas no Maranhão (1977) e Os Araras (1980). Só voltou ao cinema com Serras da Desordem. Após a exibição na Mostra de Tiradentes, o filme ganhou o Kikito de melhor longa no Festival de Gramado, em agosto de 2006, e teve estreia no circuito comercial em 2008.

A temática “Espaços em Conflito” tem relação direta com o cinema de Tonacci e também com toda uma produção histórica e contemporânea do cinema brasileiro. A ênfase na dramatização dos ambientes teve destaque a partir dos anos 1950, com O Canto o Mar (Alberto Cavalcanti, 1953) e Rio 40º Graus (Nelson Pereira dos Santos, 1955). Era época em que a produção dos filmes passou a sair d

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 14/12/2015 às 22:40hs - 69 visitas até 16/05/2016 ) 

BAHIA, Salvador - A Fundação Pedro Calmon, vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, publicou no Diário Oficial do Estado, na última sexta-feira (11), edital de processo seletivo para a contratação de 23 vagas em Regime Especial de Direito Administrativo – REDA.

Uma vaga é para função Técnico Nível Superior na área de Informática, que conta com remuneração de R$ 2.729,77; duas para técnico nível médio administrativo, com salário de R$ 1.519,17; e as outras 20 oportunidades para técnico nível médio operacional, também com salário de 1.519,17. A carga horária para as funções é de 40 horas semanais, e as inscrições ocorrerão via Internet do dia 21/12/2015 a 05/01/2016.

O candidato deverá acessar o site Seleção.BA, ler as instruções, preencher e imprimir o “Cadastro para Inscrição” e a “Ficha de Inscrição Obrigatória”, lembrando de optar por um Código de Inscrição da função temporária a qual pretende concorrer.

Veja aqui edital.

Fonte: Secult BA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 14/12/2015 às 22:27hs - 63 visitas até 16/05/2016 ) 

SÃO PAULO, São Paulo - A Pinacoteca do Estado de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, está em cartaz com a exposição “Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca”, que celebra os 110 anos da instituição e apresenta ao público importantes obras assinadas por artistas brasileiros afrodescendentes. A mostra, em cartaz na Estação Pinacoteca, apresenta um olhar singular que pretende dar visibilidade a essa coleção ao mesmo tempo em que valoriza o legado destes artistas.

A proposta do curador é retomar as grandes contribuições da Pinacoteca para a historiografia da arte brasileira introduzida na gestão de Emanoel Araújo (1993- 2002), primeiro diretor negro da Pinacoteca do Estado, por isso apresenta parte do núcleo de artistas afrodescendentes da Instituição, acrescida de novas aquisições.

São 106 obras entre pinturas, gravuras, desenhos, esculturas e instalações que traçam perfis diferentes da produção artística de afrodescendentes no Brasil do século XVIII até hoje. As obras estão divididas em três conjuntos e dispostas de acordo com a familiaridade dos temas ou territórios: Matrizes Ocidentais, Matrizes Africanas e Matrizes Contemporâneas. Sem preocupação cronológica, a exposição aventa a possibilidade de compreender a produção e a inserção destes artistas na coleção da Pinacoteca assim como no circuito estabelecido em seu contexto.

Entre os trabalhos em exposição está o Autorretrato produzido em 1908 por Arthur Timótheo da Costa, doado em 1956, ou seja, 51 anos após a inauguração da Pinacoteca – a primeira obra de um artista negro. Mestre Valentim, Antonio Bandeira, Rubem Valentim, Jaime Lauriano e Rosana Paulino também estão entre os artistas que compõem a mostra. Destaque ainda para a obra de Rommulo Vieira Conceição adquirida em novembro pelo Programa de Patronos da Pinacoteca, que começou em 2012 e hoje já soma 72 casais apoiadores.

“Com a entrada para o acervo da Pinacoteca dos primeiros trabalhos de jovens artistas brasileiros afrodescendentes, surgiu a ideia de formular uma exposição que os articulassem em relação àqueles já existentes no acervo. Seria uma estratégia para a Instituição refletir sobre parte de sua história e, ao mesmo tempo, rever obras produzidas por artistas afrodescendentes já existentes no acervo, à luz dos recém-chegados”, explica Chiarelli.

A mostra segue em cartaz até 17 de abril de 2016 no quarto andar da Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66. A visitação é aberta de terça a domingo das 10 às 17h30 – com permanência até às 18h – e o ingresso custa R$6 (inteira) e R$ 3 (meia).

Fonte: SEC SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 14/12/2015 às 22:32hs - 54 visitas até 16/05/2016 ) 

DISTRITO FEDERAL, Brasília - O percentual de municípios brasileiros com biblioteca pública subiu de 76,3%, em 1999, para 97,1% em 2014. Já a proporção de municípios com unidades de ensino superior foi duplicada, saltando de 19,6% para 39,9% entre 2001 e 2014. No ano passado, 24 das 27 unidades da Federação e 6% dos 5.570 municípios brasileiros apoiaram a produção de 1.849 filmes, com destaque para Rio Grande do Sul, com 60 filmes, Pernambuco, com 54, e São Paulo, com 42 filmes.

Essas são algumas das informações do suplemento de Cultura do Perfil dos Estados e Municípios Brasileiros 2014 (Estadic/Munic), divulgado na manhã desta segunda-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e da presidenta do instituto, Wasmália Bivar.

"Os dados melhoraram e essa melhora não é produto espontâneo, é produto de uma política", afirmou Juca Ferreira. Na área do audiovisual, por exemplo, o ministro destacou que o Brasil teve uma política "ultra bem-sucedida" que o levou a produzir cerca de 150 filmes de longa-metragem, em 2014, contra seis em 2003. "Estamos conquistando parte do mercado cinematográfico, criamos uma lei que hoje destina mais de R$ 1 bilhão em recursos para essa área e que ampliou a presença de conteúdo brasileiro nas televisões a cabo e por assinatura. Fizemos uma política de nacionalizar o cinema e a produção audiovisual. Hoje temos cinema pernambucano, cearense, da região norte, do Rio Grande do Sul, da Bahia", exemplificou.

A participação social e a gestão pública da cultura também foram reforçadas. Em 2006, 17% dos municípios tinham conselhos ligados à cultura, ante 36,6% registrados em 2014. No mesmo ano, 54,6% dos municípios afirmaram ter uma política local de cultura, apesar de apenas 5,9% deles terem um plano já desenvolvido para a área. Em 2006, 4,3% das prefeituras tinham uma secretaria exclusiva para a cultura, índice que saltou para 20,4% em 2014.

"Por meio de uma emenda constitucional, nós conseguimos que a cultura tivesse um plano e um sistema nacional, o que a Constituição não previa. Isso gerou obrigações por parte dos municípios e dos estados, de criação de conselhos, secretárias, fundos. A política reflete nesse resultado da pesquisa", explicou o ministro, agregando que, apesar da melhora, o Brasil ainda precisa evoluir muito, sobretudo no volume de investimentos em cultura.

"Eu não acredito que o Brasil consiga enfrentar os grandes desafios do século XXI, seja na área da economia, seja no fortalecimento da democracia, de uma sociedade saudável na qual as pessoas se respeitem, em que possamos reduzir o nível de violência, sem educação de qualidade e acesso de todos a cultura", opinou.

Outros dados
O pesquisador do IBGE Antônio Carlos Alkmin dos Reis também chamou atenção para a presença da TV no país. "A TV aberta é universal, está em 99,9% dos municípios. Por outro lado, apenas 12% dos municípios geram imagens. Ou seja, o que o município vê não é necessariamente o que ele gera", informou.

O estudo do IBGE ainda indica que a presença das TVs comunitárias cresceu 52,2% entre 2006 e 2014, estando em 3,5% dos municípios. No mesmo período, as videolocadoras reduziram essa presença de 82% para 53,7% e as lojas de discos, CDs, fitas e DVDs caíram de 59,8% para 40,4%. Muito dessa queda pode ser explicada pelo crescente acesso à internet. A presença dos provedores deste serviço saltou de 45,6% para 65,5%, o que permitiu, por exemplo, a existência de lan-houses em 82,4% dos município, em 2014.

No ano passado, o bordado continuava a ser atividade artesanal mais difundida, pois estava presente em 76,2% dos municípios brasileiros. Entre 2006 e 2014, cresceram muito as proporções de municípios com cineclubes (223,8%), circo (134,5%) e orquestra (92,2%) e caiu a porcentagem daqueles com grupos de artes plásticas e vi

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 14/12/2015 às 22:24hs - 59 visitas até 16/05/2016 ) 

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