RIO GRANDE DO SUL, Porto Alegre - A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa (Musecom), abre no dia 29 de janeiro a exposição “Última Hora: Imagens de um acervo”. A solenidade está marcada para as 19h, no Musecom (Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico de Porto Alegre), com a presença de jornalistas que fizeram parte da história do Última Hora em Porto Alegre.

Até o dia 1º de abril, o público poderá conhecer 90 imagens produzidas durante as duas décadas de trajetória do jornal (1951 a 1971) que resgatam diferentes momentos da história brasileira.

​​​​A exposição inaugurou no ano passado em São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro e encerra na Capital gaúcha. O Musecom tem em seu acervo a única coleção da Última Hora editada no Rio Grande do Sul.

 

Sobre o jornal

O Última Hora foi fundado pelo jornalista Samuel Wainer, em 12 de junho de 1951. Além do Rio de Janeiro, era publicado em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Niterói, Curitiba, Campinas, Santos, Bauru e no ABC paulista.

Consolidou, durante toda sua existência, uma trajetória extremamente marcante sob diversos aspectos, entre os quais vale citar sua linha editorial inovadora, fundamentada no compromisso com a causa democrática e com a notícia. Sua grande inventividade estética e temática introduziu no país uma imprensa mais popular na linguagem e na forma gráfica.

Em 1989, o Arquivo Público do Estado de São Paulo adquiriu o fundo Última Hora, composto por uma coleção de periódicos, 2.140 ilustrações originais (charges, caricaturas e desenhos), 600.000 negativos fotográficos em preto e branco e 166.000 ampliações fotográficas em gelatina e prata sobre papel.

 A coleção de ampliações fotográficas da Última Hora é o alvo desse projeto, patrocinado pela Petrobras. Por meio de uma parceria entre o Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Associação Amigos do Arquivo, o acervo está sendo totalmente reorganizado, higienizado e acondicionado. O projeto também prevê a digitalização integral de todas as ampliações fotográficas. Inicialmente, estão disponíveis para consulta cerca de 40 mil documentos digitais no site http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/uh_imagens_de_um_acervo

 

Serviço:

Última Hora: Imagens de um Acervo

Abertura: 29 de janeiro, às 19h

Local: Museu Hipólito José da Costa

Endereço: Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico de Porto Alegre

Visitação até o dia 1º de abril, terças a sábados, das 9h às 18h.

Entrada: Gratuita

 

Fonte: SEC RS

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 29 visitas até 20:18h)

PARANÁ, Curitiba - A mostra “Glück: o tempo e a imagem” traz imagens de 1920 a 1953

O Museu Oscar Niemeyer (MON), em parceria com o Museu da Imagem e do Som de Paraná (MIS-PR), apresenta desde outubro passado a mostra “Glück: o tempo e a imagem”. A exposição, na sala 10, traz um material rico da história da Lapa pelas lentes do fotógrafo Guilherme Glück (1892-1983), e fica em cartaz até dia 14 de fevereiro.

Com curadoria de Ederson Santos Lima e Graça Bandeira, a mostra é composta por cerca de 100 imagens registradas de 1920 a 1953. Foram quatro décadas com Glück sendo o fotógrafo “oficial” da cidade, registrando o espaço urbano e também os costumes, tradições, habitantes e mudanças que a Lapa passou nesse período.

A mostra está dividida em temas: educação, trabalho, período varguista, cultura e Lapa urbana. O legado de imagens do trabalho do fotógrafo possibilita compreender de forma muito mais ampla a sociedade paranaense da primeira metade do século XX.

Esta e outras exposições estão em cartaz no MON, são elas: “Bienal Internacional de Curitiba 2015”, “Charif Benhelima, Polaroids: 1998-2012”, “Colapso”, “Obras sob guarda do MON”, “Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas”, o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra” e duas salas que contam com obras da coleção do Museu: “Histórias do Acervo MON – em aberto”.

Guilherme Glück

Guilherme Glück nasceu na região rural de Rio do Poncho, em Santa Catarina, filho de pai alemão e mãe de origem holandesa. No começo do século XX acabou remigrando para a cidade da Lapa. Durante muitos anos Glück foi compreendido como um fotógrafo de retratos: casamentos, fotos de estúdio e família eram entendidos como um de seus legados para a fotografia paranaense. Porém, a partir de 2009, com a realização de pesquisas de cunho acadêmico sobre a imensa coleção de 31 mil negativos em chapas de vidro foi possível revelar outra faceta do fotógrafo: seu lado político, cultural e social.

As recentes pesquisas revelaram um fotógrafo preocupado com as mudanças políticas e culturais da cidade e também o olhar atento para os trabalhadores da cidade. Na década de 1970 o MIS-PR adquiriu a imensa coleção de chapas de vidro que hoje se constitui num dos tesouros iconográficos do estado do Paraná.

Glück faleceu em 1983 deixando para a Lapa e para o Paraná um legado de imagens que possibilitam compreender de forma muito mais ampla a sociedade paranaense da primeira metade do século XX.

Serviço

“Glück: o tempo e a imagem”

Sala 10

Período expositivo: 1º de outubro de 2015 a 14 de fevereiro de 2016

Terça a domingo

10h às 18h

Ingressos: R$9 inteira e R$4,50 (meia-entrada)

Museu Oscar Niemeyer

Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico. Curitiba – PR.

 

Fonte: MON 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 22 visitas até 21:17h)

RIO GRANDE DO SUL, Porto Alegre - A Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul lançou o Edital n° 05/2015, cujo objetivo é selecionar pessoas jurídicas interessadas em realizar atividades de curadoria, pesquisa e divulgação do acervo pertencente ao Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul (MARSUL).

O Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul (MARSUL) foi criado pelo Decreto Estadual 18009/66, completando 50 anos em 12 de Agosto de 2016. Situado no município de Taquara, região metropolitana de Porto Alegre, possui a guarda de coleções provenientes dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas, tendo em seu catálogo aproximadamente 672 sítios arqueológicos.

Além destes, possui a guarda de peças doadas por particulares, coleção arqueológica proveniente do Museu Júlio de Castilhos, fragmentos cerâmicos da Fase Marajoara e Santarém doados pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, fragmentos cerâmicos e têxteis provenientes do Peru e México, material etnográfico da etnia Nambikwara e do material arqueológico pertencente às escavações realizadas pela Superintendência do IPHAN/RS na Casa Presser (Novo Hamburgo) e nas Missões Jesuíticas.

O edital completo segue em anexo, podendo ser acessado também no site www.cultura.rs.gov.br

Mais informações pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.ou pelo telefone (51) 3288.7540.

 

Fonte: SEC RS

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 70 visitas até 20:33h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Mostra traz ao país a recente produção da novíssima geração de artistas radicados em Berlim, após a queda do Muro. Uma máquina de erosão com 12 betoneiras e um relógio humano com 16 pessoas trabalhando na performance da obra, são apenas alguns dos destaques da exposição que chega à cidade na última semana de janeiro 

 Entre o caos aparente e a febre criativa, Berlim – palco de acontecimentos decisivos na história mundial recente – transborda arte por todos os lados.  E a exposição Zeitgeist – A arte da nova Berlim,que será inaugurada no dia 26 de janeiro no CCBB Rio, reúne um panorama consistente da respeitada comunidade artística que se concentra na cidade,num movimento que começou com o fim da Guerra Fria. Uma palestra com Sven Marquardt – o mais popular host do famoso Berghain, clube underground de música techno de Berlim – agendada para o dia da abertura – e voluntários tatuados oferecendo tatuagens ao público dão o tom da exposição. Idealizada pelo Goethe-Institut, tem  curadoria de Alfons Hug.

 Marcada por duas guerras mundiais e dividida pelo Muro durante quase três décadas, a capital da Alemanha se reergueu das cinzas. Da vida improvisada dos anos 1990, as contradições que caracterizaram a cidade, reinventada a partir de dois mundos, acabaram por formar, pouco a pouco, o Zeitgeist – espírito de uma época, a partir do qual a arte, a cultura e as relações humanas evoluem – que hoje projeta sua influência muito além da Europa Central e atrai artistas do mundo todo com seu magnetismo.

 Pintura, fotografia, videoarte, performance, instalações e a cultura dos famosos clubs berlinenses, na visão de 29 artistas dentre os mais destacados da arte contemporânea, compõem o mosaico da exposição Zeitgeist, que aproximará o público brasileiro da realidade artística e cultural de uma Berlim contraditória e fascinante, plural e diversa, que desconhece limites quando se trata de pensar e viver a arte e se reinventar.

 Caminhos para a arte da nova Berlim

O percurso concebido para a mostra Zeitgeisté uma oportunidade de vivenciar alguns dos aspectos que fazem de Berlim um lugar encantado entre extremos, e que são recorrentes no modo de existir da metrópole. Como observadores atentos da vida da cidade, do mesmo modo que o pintor Adolph von Menzel (1815-1905), um dos maiores representantes do realismo alemão, os artistas da mostra exibem aspectos marcantes da capital da Alemanha. E o curador Alfons Hug indica seis "caminhos" conceituais que podem ser percorridos na exposição.

 Tempo que corre e tempo estagnado

Aborda questões que transitam entre aceleração e estagnação, tempo-espaço e tempo próprio, presente e futuro. Artistas como Michael Wesely e Mark Formanek aprofundam esses dilemas e lidam com as diferentes noções de tempo na terra dividida.Exibida na rotunda do CCBB,Standard Time, de Mark Formanek, é um bom exemplo. Questiona o desperdício do tempo, através de um relógio de 4x9m construído por 16 pessoas, minuto por minuto,durante 12 horas.  A performance será apresentada durante 12 horas ininterruptas no dia da abertura para o público (27/01), nos dois dias seguintes (28 e 29/01) e em todos os finais de semana. 

 A ruína como categoria estética – A busca do sentido de beleza entre marcas de destruição, abandono, deterioração e devastação humana, explorados por Frank Thiel e Thomas Florschuetz (fotografias de grande formato), Cyprien Gaillard (vídeo) e Tobias Zielony (projeção de sete mil fotografias individuais). 

 Eterna construção e demolição

Remete a esses dois verdadeiros leitmotivs que perpassam o cotidiano de Berlim e permeiam toda a exposição,entre a fúria construtiva que deseja apagar o passado e a melancolia associada ao abandono de muitas construções e espaços em ruínas.  É aí que o olhar de artistas como a dupla Julius Von Bismarck e Julian Charrière, Thomas Rentmeister, Kitty Kraus e o brasileiro Marcellvs L cria novas possibilidades para tratar essa tensão aparentemente eterna. Uma das obras de grande impacto da exposição (de Julius Von Bismark e Julian Charrière) é composta por doze betoneiras situadas no Pátio da Rua Direita no 1º andar. Elas formam uma "máquina de erosão", projetada para acelerar a decomposição, cujos tambores contém detritos arquitetônicos de vários edifícios da cidade. A rotação dos misturadores transforma essas pedras em formas redondas, orgânicas. Durante um longo período de tempo e através de impacto contínuo, os tijolos são transformados em seixos e, finalmente, se tornam pó. Esse processo torna-se tangível por ruído, nuvens de poeira e vibração. 

 O vazio e o provisório

Uma tentativa de elaboração das formas criativas, espontâneas e muitas vezes ilegais de ocupação dos grandes espaços baldios ou semidestruídos que o pós-guerra gerou na cidade.A grande quantidade de usos temporários que foram ocorrendo acabou se mostrando benéfica sobretudo para a cena cultural, pois onde não há nada tudo é possível. Em sua pintura, Thomas Scheibitz se vale de extremos (formas duras e estruturas claras se mesclam com elementos flexíveis em ousadas colorações), enquanto a melancolia de Sergej Jensen espalha tons de cinza e marrom sobre restos de tecidos puídos e simples panos de saco, usados como base para as pinturas. Norbert Bisky é influenciado por uma variedade de referências, desde imagens de heróis e realismo socialista até mitologia, religião e cotidiano, como na pop art. Franz Ackermann, por sua vez, transforma mapas, anotações e cadernos de viagens em grandes pinturas a óleo.

 Hedonismo cruel

Descortina as peculiaridades de Berlin Mitte, espécie de “terra de ninguém” onde surgiu uma curiosa e original cena de clubs, que fez brotar das ruínas as primeiras festas em espaços improvisados e usados temporariamente. Sobre esse segmento se debruçam as fotografias que compõem as séries Kubus, de FriederikeVon Rauch, e Temporary Spaces, de Martin Eberle, além da performance de Marc Brandenburg (voluntários tatuados), a partir de motivos extraídos do cotidiano da área e da vida nos clubs. Os vídeos de Julian Rosefeldt e Reynold Reynolds, ambientados nos anos 20 e 30, resgatam as lendárias noites de Berlim, que naquela época já tinha a fama de “Babel dos pecados”. Completa este segmento a sala “Clube Berlim” com música eletrônica de sete DJs de Berlim e uma instalação visual/sonora com fotografias de Sven Marquardt e música de Marcel Dettmann.

 Novos mapas e os outros modernos – Investiga o redesenho da cartografia da cidade e da própria Alemanha, assim como suas relações com o resto do mundo após a queda do Muro, a partir do ponto de vista de uma arte que prefere se manifestar em terreno irregular, esburacado e incompleto. A nova Berlim se distancia do eurocentrismo e fertiliza uma arte plural, que reconhece e abarca a diversidade do mundo. Nesse panorama se insere o vídeo A caça, de Christian Jankowski, que incorpora novos elementos a uma visão diferenciada da arte.

 

Serviço:

Zeitgeist– Arte da nova Berlim

Coletiva que reúne obras de 29 artistas da recente cena berlinense

 Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 3808-2020 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Abertura para convidados: 26/01/2016

Palestra: 27/01 às 18h30 - CONVERSAS DE ARTES VISUAIS - ZEITGEIST BERLIM - Palestra com Alfons Hug, curador da exposição Zeitgeist Berlim, e o artista Sven Marquardt.

Período: de 27/01/2016 a 04/04/2016 – De quarta a segunda de 9 às 21h

Curadoria: AlfonsHug

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Idealização: Goethe-Institut

Produção: Madai Produções

 Mostra paralela

No dia 29, às 20 horas, no Cine Odeon, o Instituto Goethe exibirá o filme mudo Varieté (1925), de E. A. Dupont, com música eletrônica ao vivo do DJ berlinense Jan Brauer, integrante do trio Brandt Brauer Frick. A sessão especial (R$ 24 e R$ 12, a meia) marca a aberturada mostra Asas do Tempo – Imagens de Berlim, com 15 filmes e duas séries de TV, produzidos entre as décadas de 1920 e 2010, que mostram o ponto de vista dos cineastas berlinenses de diferentes gêneros e épocas - suas semelhanças, diferenças e progressos. Asas do Tempo será exibida no CCBB de 30 de janeiro a 15 de fevereiro.

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 26 visitas até 20:30h)

SÃO PAULO, São Paulo - Sob os temas Suas memórias contam histórias e O que é patrimônio para você?, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em São Paulo (Iphan-SP), com apoio da Prefeitura de Santo André e Plataforma Paranapiacaba - Memória e Experimentação, realiza a Oficina de Cartografias Colaborativas no próximo dia 27 de janeiro na Biblioteca local Ábia Ferreira Francisco.

A oficina propõe integrar as memórias coletivas em um projeto de Educação Patrimonial por meio da elaboração conjunta de mapas que traduzam caminhos afetivos, percursos históricos, formas de apropriação, tendo como protagonista o Patrimônio Cultural da Vila de Paranapiacaba, tangível e intangível. 

A cidade de Santo André

A Vila de Santo André da Borda do Campo foi fundada em 8 de abril de 1553 e extinta em 1560. A localidade passou a ser parte do município de São Paulo e apenas em 1889 é que a região passou a ter um município com nome de São Bernardo. Este abrigava todo o ABC, e com a transferência de sede em 1939 passou a ser denominado Santo André. Este nome permaneceu, e após diversas emancipações de distritos, em 1953, o município de Santo André passou a ter a área atual de 174,38 km².

Confira a programação e participe:

1. Narrativas da Memória - das 10 às 13h.

Conte sua História. Compartilhe fotos, registros, mapas e objetos que falem de sua relação afetiva com a Vila de Paranapiacaba. Atividade coletiva.

2. Memória Mapeada - das 14 às 17h.

Suas Memórias integrarão a criação coletiva de uma Cartografia Colaborativa – impressa e virtual – resultante do diálogo com o território mapeado: uma representação da memória coletiva. A Cartografia Colaborativa se configura como um dispositivo de mobilização das memórias, campo de proposições e compartilhamento de conhecimentos e processos. Atividade coletiva de criação, registro e publicação.

Serviço:

Cartografias Colaborativas

Data: 27 de janeiro de 2016,a partir das 10h

Local: Biblioteca de Paranapiacaba Ábia Ferreira Francisco

Endereço: Avenida Rodrigues Alves, s/nº - Parte Baixa – Paranapiacaba (SP)

 

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 23 visitas até 20:35h)

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