RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Série de palestras `A Tecnologia e a Fotografia` trará novidades do setor de fotografia em filmagem

O mundo audiovisual está sempre se atualizando e inovando. Os profissionais desse meio devem fazer o mesmo. Pensando nisso, a Canon do Brasil e a Peixe Voador promoverão uma série de palestras com o tema `A Tecnologia e a Fotografia` no Rio. A iniciativa acontecerá no dia 17 de dezembro, no Jardim Botânico.

O encontro contará com a participação do diretor de fotografia especializado em natureza e atividade outdoor, Rodrigo Thomé, que vai falar sobre `Cinematografia de Natureza Sob um Novo Olhar`.

Também estarão presentes o diretor de fotografia e diretor de cena na Vice Brasil, Marcelo Oliveira, que palestrará sobre `Metodologia, Novas Funções e Workflow Ideal`, e o produtor e criador da série de ficção `Conselho Tutelar`, Carlos de Andrade, que explicará suas escolhas, estratégias e tendência de mercado da `Tecnologia em Audiovisual`.

O executivo de contas da Canon nas áreas de Broadcast e Cinema, Fabrízio Reis, e a executiva de contas da linha de Cinema e Vídeo Profissional da Canon do Brasil, Roberta Tennenbaum, também participarão do evento.

Segundo Roberta Tennenbaum, o principal objetivo é discutir as inovações do setor. "É uma ótima oportunidade para que diretores de fotografia, produtores, engenheiros de televisão, pós-produtores e realizadores em geral troquem experiências, discutam o que vem sendo feito com as novas diretrizes e ferramentas criativas e se apropriem de possibilitadores e tendências de mercado”, afirma.

O evento será aberto a profissionais da área. Ao final, haverá um coquetel especial com a participação dos palestrantes. “Será um momento para trocar ideias e conhecer melhor os palestrantes”, conclui Roberta. A Canon pretende expor toda a linha de cinema e os lançamentos C300 mark II e XC10 no evento.

Os palestrantes
Rodrigo Thomé é diretor de fotografia especializado em natureza e atividades outdoor. Iniciou sua carreira como instrutor de mergulho e a partir daí se apaixonou pela fotografia submarina. Em pouco tempo passou a captar imagens aéreas com drones. Participou de diversas produções para a tv. É apresentador dos programas Grutas e Cavernas e Uma Aventura no Alasca, ambos no Canal Off.

Marcelo Oliveira é formado em Rádio e Televisão com Graduação Modulada em Roteiro. Iniciou sua carreira como Videomaker e Vídeo Repórter. A partir daí atuou como colorista e assistente de câmera em diversos longas-metragens. Fez direção de fotografia para documentários, médias-metragens, seriados e publicidade. Hoje, Marcelo é diretor de fotografia e diretor de cena na Vice Brasil.

Formado em Recording Arts and Science, Carlos de Andrade iniciou sua carreira como engenheiro de áudio e, fundou seu próprio estúdio e gravadora, a Visom Digital, onde passou a atender também as indústrias de TV e Cinema. Em 2008, coproduziu seu primeiro filme não musical, Ciclos. Em 2014, estreou sua primeira produção de ficção para TV, a minissérie `Conselho Tutelar`, totalmente produzida e finalizada em 4K.

Fabrízio Reis é engenheiro eletricista pelo Inatel. Atua no setor de produção audiovisual e mídia de difusão desde 1999. Foi membro da diretoria SET Regional Sudeste e do Fórum da TV Digital. Desenvolveu trabalhos na área de codificação de fonte de vídeo e codificação de canal de transmissão no ambiente acadêmico. Trabalhou nos primeiros testes da transmissão ISDB-Tb no Brasil e em países da América do Sul. É executivo de contas da Canon.

Formada em Cinema pela Faculdade de Comunicação e Marketing da Faap, Roberta Tennenbaum iniciou sua carreira na área em 2003, como consultora na Unique Photo nos EUA. Foi compradora Latin America para C&A Marketing. Atuou na diretoria da Udenio do Brasil, rep

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/12/2015 às 08:10hs - 46 visitas até 16/05/2016)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O próximo encontro da série “Cultura Brasileira Hoje: Diálogos”, promovido pela Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), acontece no próximo dia 11 de dezembro, às 16 horas. O evento conta com a presença do arquiteto e urbanista Paulo Mendes da Rocha e do físico e cientista Mário Novello, além dos debatedores Otávio Leonídio, Luiz Alberto Oliveira, Carlos Tomei, Nelson Job, Maria Borba, Bia Lessa, Ronaldo Brito, Denise Solot, João Masao, Elena O`Neill e Bruno Siniscalchi. O evento, com entrada gratuita, acontece na sala de cursos da FCRB (Rua São Clemente, 134, Botafogo, Rio de Janeiro).

A série tem o objetivo de investigar o estado das artes, da literatura e da crítica no País, assim como as formas de interação entre esses campos e as dinâmicas intelectuais em jogo no Brasil do começo do século XXI. Iniciada em 2004-5, a série reúne, em depoimentos conjuntos, duplas de intelectuais e artistas de atuação relevante em campos diversos de trabalho.

Mais informações: http://www.casaruibarbosa.gov.br

Fonte: Faperj

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/12/2015 às 08:06hs - 33 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O relatório final da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro (CEV-Rio) foi entregue nessa quinta-feira (10) ao governo do estado, em cerimônia no Palácio Guanabara, na capital fluminense. O documento de 456 páginas identifica 183 agentes da ditadura responsáveis por violações dos direitos humanos no estado do Rio, incluindo presidentes da República, quem praticou diretamente torturas e faz 40 recomendações elaboradas com a participação de movimentos sociais, militantes, ex-presos e perseguidos políticos, famílias, especialistas e acadêmicos.

O relatório expressa o trabalho da comissão instalada em maio de 2013, para esclarecer as violações dos direitos humanos praticados pelo Estado, entre 1946 e 1988, inclui avaliações feitas em projetos de sete universidades contempladas por um edital lançado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), além de pesquisas feitas por dez especialistas, sobre as empresas que apoiaram o golpe e a ditadura e a violência praticada contra moradores de favelas, negros, mulheres e população LGBT.

O texto é dividido em seis tópicos que vão desde a avaliação de que o golpe de 1964 foi uma ação da elite contra os projetos de reformas populares do governo João Goulart, da violência e terror do Estado contra militantes políticos de oposição e integrantes de setores sociais como trabalhadores rurais e urbanos.

A presidenta da CEV-Rio, a advogada Rosa Cardoso, disse que a principal conclusão do trabalho está mais relacionada a desrespeitos aos direitos humanos que ocorrem atualmente, em plena democracia, como os casos de torturas e violência praticadas por policiais e nos sistemas penitenciário e de segurança, que ainda persistem. Segundo ela, como essas questões não foram resolvidas, estão surgindo no país comissões da Verdade da Democracia, e uma delas vai ser instalada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Sobre as recomendações feitas pela comissão, Rosa Cardoso destacou as ações de educação e da memória. "Educação em direitos humanos, educação para a democracia e memória, no sentido de concretizações desse direito, criando aqui museus, memoriais, sinalizações, placas que façam a sociedade conviver com a ideia de não se repetir o que aconteceu e o que está acontecendo ainda", disse.

O deputado Wadih Damous, que foi presidente da CEV-Rio, ao discursar na cerimônia, reforçou o pedido encabeçado pela comissão e por entidades de direitos humanos e famílias de vítimas de torturas, para que o antigo prédio do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), no centro do Rio, seja transformado em Memorial da Resistência e em um Centro de Referência para estudos da violação de direitos humanos.

Nesse sentido, ele pediu ao secretário de estado da Casa Civil, Leonardo Espíndola, que conversasse com o governador Luiz Fernando Pezão e com a Polícia Civil, que quer fazer do local a sede de um museu policial. "Nós reconhecemos a pretensão da polícia, mas esse prédio, infelizmente, notabilizou-se como centro de torturas e de aprisionamento de militantes políticos. Não podemos esquecer isso. Esse prédio merece ser destinado à memória da repressão e como um culto à democracia", afirmou.

Para Damous, as pesquisas sobre a memória desse período de repressão devem continuar para que as novas gerações saibam o que aconteceu e entender que a democracia é uma conquista de todos os dias. "Entendendo o que aconteceu no passado, nós conseguimos entender muitas das coisas que acontecem no presente. Conseguimos entender, por exemplo, que golpes de Estado tiveram um padrão em um determinado momento, sobretudo, em sociedades latino-americanas, e hoje assumem um novo padrão, que é o padrão que está em curso, e que nós queremos resistir mais uma vez, queremos ter a consciência, e não vamos permitir que aconteça", disse.

O presidente da Comissão de Anisti

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/12/2015 às 07:56hs - 45 visitas até 16/05/2016 ) 

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Como parte da programação de fim de ano, o Espaço do Conhecimento UFMG vai exibir curtas-metragens selecionados para a 12ª edição da Mostra Udigrudi Mundial de Animação (Mumia). As sessões serão realizadas neste fim de semana, 12 e 13, e no próximo, 19 e 20 de dezembro.

Alguns dos filmes serão projetados na fachada digital do Espaço, localizado na Praça da Liberdade, 700. Entre eles, estão a produção alemã Cachorro loko (2015) e o filme do diretor belo-horizontino Ramon Faria, A mesma velha estória (2012). As sessões serão realizadas sempre às 19h30 e 20h.

Fonte: UFMG e Espaço do Conhecimento

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/12/2015 às 08:05hs - 35 visitas até 16/05/2016 ) 

 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Com lançamento programado para a próxima quinta-feira, 17 de dezembro, no Nosso Armazém (Rua Artur Bernardes, 14, Loja C, Catete), o livro “Cidade (I) material: museografias do patrimônio cultural no espaço urbano” (Ed. Mauad X, 2015, 272 p.), de Daniel Reis, traz um cuidadoso trabalho de recomposição da trajetória da institucionalização da preservação do patrimônio em Juiz de Fora, Minas Gerais.

O autor faz uma análise dos rumos percorridos pelas políticas locais, referentes ao patrimônio material e imaterial, mapeando também as especificidades surgidas ao longo do tempo, assim como a diversidade de tratamento fornecida por diferentes gestões públicas e atores sociais.

Daniel Reis é pesquisador do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, órgão vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e sua obra teve o apoio da FAPERJ, por meio do programa Auxílio à editoração (APQ 3).

Mais informações: www.mauad.com.br

Fonte: Faperj

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 20:53hs - 52 visitas até 16/05/2016 )

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