RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Os ensaios técnicos das escolas de samba do Grupo Especial e da Série A do Rio de Janeiro para o Carnaval 2016 recomeçam hoje (9) no Sambódromo. A entrada é gratuita.

Seis agremiações vão desfilar no fim de semana, a partir das 19h deste sábado. A Unidos do Porto da Pedra, da Série A, é a primeira a entrar na Sapucaí, com o enredo “Palhaço Carequinha: paixão e orgulho de São Gonçalo! Tá certo ou não tá?”. Às 20h está prevista a entrada da Acadêmicos de Santa Cruz, com o enredo “Diz mata! Digo verde, a natureza veste a incerteza, e o amanhã?”. O último ensaio técnico será da Renascer de Jacarepaguá, às 21h30, com o enredo “Ibejís - Nas brincadeiras de criança: os orixás que viraram santos no Brasil”.

Amanhã, o ensaio da Inocentes de Belford Roxo, da Série A, inicia a festa com “Cacá Diegues – retratos de um Brasil em cena”, seguida da União da Ilha do Governador, a partir das 20h. O tema de enredo da União da Ilha é "Olímpico por natureza. Todo mundo se encontra no Rio”.

Às 21h30, a Mocidade Independente de Padre Miguel encerra os ensaios com o enredo “O Brasil de La Mancha. Sou Miguel, Padre Miguel. Sou Cervantes, Sou Quixote cavaleiro, Pixote brasileiro``.

A Guarda Municipal do Rio vai atuar no evento, com 254 agentes. Eles ficarão em pontos estratégicos no entorno do Sambódromo para garantir o ordenamento urbano, a fluidez do trânsito e o bem-estar dos participantes e da plateia.

Haverá distribuição de pulseiras de identificação para menoress em seis pontos, nos acessos a alguns dos setores da Passarela do Samba. As equipes vão contar com guardas femininas, e o trabalho será deito em conjunto com o Juizado de Menores.

Todas as agremiações vão passar pelo Sambódromo para os ajustes finais até o dia 31 deste mês. A escola Beija Flor de Nilópolis, campeã do Grupo Especial no ano passado, encerra os ensaios com o enredo sobre o marquês de Sapucaí Cândido José de Araújo Viana, que dá nome ao palco do carnaval carioca.

 

Fonte: Agência Brasil - Flávia Villela

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 091/2016 -22visitas até19:59)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Chateaubriand, anunciou Fernando Cocchiarale como o novo curador de artes visuais. Carioca, nascido em 1951, Cocchiarale é doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012), e desde 1978 é professor de Estética do Departamento de Filosofia da PUC-RJ, e professor há 25 anos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua ligação com o MAM remonta a 1972, quando iniciou sua formação em artes visuais, justamente em um curso no Museu, de que foi curador de artes visuais entre 2001 e 2007.

“Fernando Cocchiarale tem o perfil que buscávamos para assumir a curadoria de artes visuais, ocupada por seis anos por Luiz Camillo Osorio, que deixou o cargo para ser diretor do Departamento de Filosofia da PUC-RJ”, disse o presidente do MAM. "Fernando conhece muito bem o acervo, fez 128 curadorias no período em que esteve no Museu, é querido por artistas e colegas, e foi responsável por aquisições importantes para o MAM, por meio de dois projetos selecionados pelo programa Petrobras Cultural, em 2001 e 2002, em um valor total de um milhão de reais”, acrescentou.

Fernando Cocchiarale é autor de vários livros, como “Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50” (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987; e “Quem Tem medo da Arte Contemporânea”, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006; e publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior. Foi coordenador de artes visuais da Funarte entre 1990 e 1998; membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais em 1999 e 2000, projeto de que foi curador-coordenador entre 2001 e 2002; curador da Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro, em 2011 e 2012, e curador de mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, em Recife.

Dentre as várias curadorias recentes que assinou, estão as exposições “Filmes de Artista – Brasil 1965/1980” (Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2007); “Brasília e o Construtivismo: um encontro adiado” (Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, 2010); “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo” (curadoria com César Oiticica Filho; Itaú cultural, São Paulo; Paço Imperial e Casa França Brasil, Rio de Janeiro; Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, 2010), “Waldemar Cordeiro: Fantasia Exata” (curadoria com Arlindo Machado, Itaú Cultural, São Paulo, 2013, e Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2014).

Fernando Cocchiarale diz estar muito contente com o convite, e que "o MAM é, há 60 anos, um dos mais importantes museus do país". Ele conta que chega à instituição com "um novo olhar". "O Museu não é o mesmo, eu não sou o mesmo, e o Rio não é o mesmo", afirma.

 

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 35 visitas até 19:52h)

DISTRITO FEDERAL, Brasília - Um dia após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgar a identificação de uma mancha de sedimentos na região do Arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia, a Samarco, empresa responsável pelo rompimento de uma barragem de mineração em Mariana (MG), alega que não há qualquer comprovação técnica de que o material observado na região de Abrolhos seja proveniente do acidente na Barragem de Fundão. 

Em nota, a Samarco informou que a empresa tem acompanhado o comportamento da pluma de turbidez que chegou ao oceano, mobilizou equipes e coletou amostras que serão avaliadas em laboratório. “Dados sobre a direção de ventos e intensidade de marés registrados nos últimos dias apontam para uma probabilidade muito baixa de deslocamento da pluma de turbidez do litoral de Linhares até o Arquipélago de Abrolhos.” diz a nota. A barragem se rompeu no dia 5 de novembro do ano passado.

Segundo a empresa, existem outros fatores que podem ter influenciado a movimentação de sedimentos na região costeira do Espírito Santo e sul da Bahia. “[Houve] o registro de fenômenos climáticos que ocasionaram, nos últimos dias, a formação de ondas no litoral entre 1,5m e 2,5m que provocaram ressuspensão natural de sedimentos outros que não têm relação com o ocorrido na Barragem de Fundão”, diz a nota.

Os técnicos do Ibama que sobrevoaram a área discordam da avaliação da empresa. Segundo a presidente do instituto, Marilene Ramos, os especialistas avaliam que a mancha não é compatível com o que costuma aparecer na região. A coleta das primeiras amostras foi feita ontem (7) e os resultados devem sair em até dez dias. Segundo o Ibama, a pluma tem uma parte com grande concentração de sedimentos que ocupa cerca de 392 quilômetros quadrados, e uma parte mais diluída que ocupa 6.197 quilômetros quadrados.

Nessa semana, fenômenos climáticos no Oceano Atlântico levaram a mudanças de correntes marítimas que causaram a movimentação da pluma de sedimentos, que estava concentrada próxima à foz do Rio Doce, no município de Linhares (ES). A pluma de turbidez chegou até a areia das praias da região, o que levou a Secretaria de Meio Ambiente do município a interditar a orla para banho desde ontem.

Impacto: 

Avaliado por especialistas como o maior desastre ambiental da história do Brasil, o derramamento de 32 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos de mineração no Rio Doce continua causando impactos. Segundo o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Claudio Maretti, os estragos decorrentes da tragédia são grandes, ainda estão acontecendo e grande parte impacto só poderá ser percebida a médio e longo prazo.

 

Fonte: Agência Brasil - Maiana Diniz

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 08/01/2016 - 13 visitas até 15:43h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Verão Arte Contemporânea traz 41 atrações para a capital mineira entre os dias 8 de janeiro e 5 de fevereiro

O Verão Arte Contemporânea VAC 2016 chega à 10ª edição comemorando a continuidade de uma proposta de contemporaneidade voltada para o incentivo à criação artística, à pesquisa e à experimentação através da dança, teatro, música, artes visuais, cinema, literatura, arquitetura, moda e gastronomia. O VAC ocupa a capital mineira do dia 08 de janeiro ao dia 05 de fevereiro de 2016 com 41 atrações em 21 espaços artísticos de Belo Horizonte. O VAC 2016 é idealizado e produzido pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM). 

“Nestes 10 anos a proposta se ampliou, novas áreas foram incluídas na programação que vem mantendo o caráter de diversificação da manifestação artística, expressando a pluralidade de informações culturais própria da contemporaneidade. Com este objetivo, mais uma vez o VAC irá reunir nove áreas, mostrando suas obras e projetos mais recentes, em conexão com sua essência”, reforça Ione de Medeiros, idealizadora e curadora do evento. Para ela, o evento ao longo de uma década vêm mantendo seu foco sobre a arte contemporânea, priorizando artistas e grupos de Minas Gerais, voltados para a pesquisa e experimentação nas artes, sem deixar de abrir espaço para artistas de outros estados e países, afinados com a proposta do VAC, com o intuito de expandir o intercâmbio entre os criadores.

A 10ª edição do VAC insere novidades na programação, que poderão ser observadas já na abertura. Denominado Ora (direis) ouvir estrelas, o evento presta homenagem ao poeta Olavo Bilac e será realizado em dois espaços públicos: o lago do Parque Municipal de Belo Horizonte e o teatro Francisco Nunes. Serão duas sessões: uma no dia 08 de janeiro para convidados, as 20h30, e outra no dia 09 de janeiro, as 18h, aberta ao púbico. É necessário retirar senhas de acesso duas horas antes do início da performance. O evento homenageia ainda OLago dos Cisnes, de Tchaikovsky através de um percurso de 15 barcos alegóricos que desfilarão no lago do Parque Municipal. 

Para realizar as alegorias foram convidados artistas e alunos da Escola Livre de Artes da Prefeitura de Belo Horizonte - Arena da FMC. No palco do teatro Francisco Nunes, o quarteto de cordas Ricercar irá executar dois Contrapontos da Arte da Fuga de Bach junto com imagens em vídeo de obras do arquiteto Frank Gehry e do pintor Mark Rothko. e a Cia. Sesc de Dança também irá apresentar coreografias revestidas de roupagens neo-clássicas com músicas de Bach e Prokofiev.

“O objetivo é promover apropriações de obras artísticas clássicas através de interferências cênicas e plástico-sonoras diversificadas”, explica Ione de Medeiros. “Como parte das celebrações dos nossos 10 anos ampliamos o evento de abertura do VAC também para o público”. Uma curiosidade é que a abertura do VAC 2016 acontece no teatro Francisco Nunes, espaço onde foi realizada a abertura da primeira edição, em 2007.

O Verão Arte Contemporânea (VAC) é idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM). Esta edição é apresentada pela Fundação Municipal de Cultura e patrocinada pela Oi, BDMG Cultural e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, tem a parceria do Sesc e divulgação da TV Globo Minas. O VAC 2016 tem os seguintes apoios culturais: Oi Futuro, Galpão Cine Horto, Teatro Bradesco, Casa UNA, Restaurante João Rosa, Halt Gráfica, Restaurante Cantina do Lucas, Krug Bier, Alcici Comida Árabe, Cinema Belas Artes, Hotel Metrópole, Restaurante Bem Natural, Fundação de Educação Artística, Funarte MG, Ministério da Cultura, Governo Federal, Belotur, BHTrans, Fundação de Parques, Prefeitura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Rádio Inconfidência, Rede Minas de Televisão, Memorial Minas Gerais Vale, Centro Cultural Banco do Brasil, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Iepha, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Governo de Minas. Este evento é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Fundação Municipal de Cultura.

 

Serviço:

Verão Arte Contemporânea 2016

Período: De 08 de janeiro de 2016 até o dia 05 de fevereiro de 2016.

Locais: Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Ateliê - Ines Antonini; Ateliê Liliane Dardot; Casa UNA; Cine Humberto Mauro - Palácio das Artes; Cine Belas Artes; Cinema Professor José Tavares de Barros – Sesc Palladium; Funarte MG; Galpão Cine Horto; Grande Teatro - Sesc Palladium; Memorial Minas Gerais Vale; Projeto Parede – Sesc Palladium; Parque Municipal Américo René Giannetti; Restaurante Popular Unidade IV Dom Mauro Bastos (Barreiro); Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil; Teatro Bradesco; Teatro de Bolso Sesc Palladium; Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil; Teatro Francisco Nunes; Teatro João Ceschiatti - Palácio das Artes; Teatro Marília; Viaduto Santa Tereza

Apresentação: Fundação Municipal de Cultura

Patrocínio: Oi, BDMG Cultural e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais

Parceria: Sesc 

Assessoria de Imprensa: Pessoa. Relacionamento com Conteúdo.

Site Oficial: www.veraoarte.com.br 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 39 visitas até 19:55h)

SÃO PAULO, São Paulo - A Universidade de São Paulo (USP) divulgou nesta sexta-feira (8) as notas mínimas para ingresso dos alunos pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Esta é a primeira vez que a universidade utilizará a nota do exame como forma de entrada na instituição. A medida foi aprovada em junho de 2015 pelo conselho universitário. A pontuação mínima exigida chega a 700 pontos para alguns cursos. As notas do Enem serão divulgadas ainda hoje.

Ao todo, 13,5% das 11.057 oferecidas pela instituição serão disputadas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). São 1.489 vagas em 105 cursos. Sendo que 1.038 das colocações serão preenchidas por alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas e 123 por candidatos pretos, pardos ou indígenas. 

As notas de corte variam de 450 pontos para cursos como sistemas da informação, têxtil e moda e gestão de políticas públicas a 700 pontos para engenharia florestal e engenharia agronômica. Para o curso de ciências contábeis e engenharia de materiais são exigidos 600 pontos em todas as provas do Enem (redação, matemática, linguagens e códigos, ciências humanas e ciências da natureza). Algumas carreiras, como engenharia química pedem nota diferencial em determinadas provas. No caso, 650 em matemática e 600 nas demais.

Segundo o Ministério da Educação, no Enem de 2014, última análise disponível, a média nacional em ciências humanas foi 546,5; em ciências da natureza foi 482,2; em linguagens e códigos, 507,9; e, em matemática, 473,5. Mais da metade dos candidatos tirou nota igual ou menor a 500 na redação.

As notas do Enem são calculadas com base na teoria de resposta ao item (TRI), ou seja, o valor de cada item varia de acordo com o número de candidatos que acertaram ou erraram a resposta. Quanto mais candidatos acertarem, mais fácil é considerado o item e menos vale. Ao contrário, se menos candidatos acertarem, o item é considerado difícil e vale mais. Dessa forma não é possível dizer quantos itens é preciso acertar para obter determinada nota.

 

Fonte: Agência Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em /01/2016 - 12 visitas até 15:48h)

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