RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O ministro da Cultura, Juca Ferreira, criticou a tentativa de grupos políticos em quebrar a ordem democrática, por meio de um processo de impeachment, e fez questão de negar a possibilidade, do que classificou como golpe, prosperar. Ele participou nesta quinta-feira (10) do quarto dia do encontro global Emergências, iniciativa do Ministério da Cultura para debater cultura, ativismo e política, no Rio.

“A gente está vivendo um momento de instabilidade. Acho que há um desejo, da parte de alguns, de quebrar a ordem democrática. Estão fazendo tudo à luz do dia, escancaradamente. A população brasileira está chocada com isso. Mas o golpe não passará”, disse o ministro, na Fundição Progresso, no centro da cidade, um dos locais que abriga os debates e apresentações.

Juca Ferreira disse ainda que boa parte da classe artística e da cultura está se posicionando contra a tentativa de impeachment, mesmo os que não apoiam diretamente o governo.

“Já têm dois manifestos circulando, com grande quantidade de artistas, contra o golpe. A sociedade brasileira também está se posicionando. Não só os que defendem o governo. O número dos que defendem a democracia é muito maior do que os que defendem o governo e eu acho que essa ameaça de romper a ordem democrática no Brasil é muito ruim.”

Perguntado se uma possível mudança política no comando do Executivo, por meio de um impeachment, poderia atrapalhar os projetos da área cultural, o ministro fez questão de dizer que não trabalha com essa hipótese: “Não vai haver [impeachment]. Esse é um desejo irrealizável”.

O encontro Emergências ocorre em diversos locais da cidade, promovendo debates e apresentações artísticas. A programação completa pode ser acessada na página: www.emergencias.cultura.gov.br.

Fonte: Agência Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 20:32hs - 45 visitas até 16/05/2016 )

 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revogou hoje (10) o título honorário concedido a Emilio Garrastazu Médici, no período em que foi presidente do Brasil (1969-1974), durante a ditadura militar. Sob aplausos, a decisão foi aprovada pelo Conselho Universitário na data em que se comemora o Dia Internacional da Declaração dos Direitos Humanos.

A revogação do título contou com apoio dos estudantes, que fizeram um ato, pintando suas roupas e rostos de vermelho e preto, para lembrar os assassinatos e desaparecimentos de pessoas ligadas à universidade. Entre eles, está o do estudante de enegenharia Mário Prata, que dá nome ao Diretório Central do Estudantes; de Stuart Angel, da faculdade de economia, e do professor Lincoln Bicalho Roque, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da universidade.

Segundo a relatora do processo na Comissão de Memória e Verdade na UFRJ, a professora Lilia Pougy, pelo menos 26 alunos ou professores morreram ou desapareceram somente sob a gestão de Médici.

"Nesta lista comparecem 20 homens e seis mulheres de variadas unidades acadêmicas e centros universitários de diferentes áreas que perderam a vida em razão do seu engajamento político na transformação da sociedade", afirmou Lilia. "[Eles] ousaram defender a democracia, a cidadania reagindo contra o árbitro do governo militar", completou.

Médici havia recebido o título honorário da UFRJ em 1972, quando ainda era presidente da República. No mesmo período, um ginásio da faculdade de educação física, sob a gestão da nadadora Maria Lenk, foi batizado com o nome do general. A homenagem também foi retirada esta semana.

Fonte: Agência Brasil - Isabela Vieira

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 16:01hs - 51 visitas até 16/05/2016 )

PARANÁ, Curitiba - A exposição “União Soviética através da câmera” segue até o dia 13 de dezembro, domingo, no Museu Oscar Niemeyer (MON). Em cartaz desde o dia 16 de julho, recebeu mais de 130 mil pessoas neste período.

A mostra traz imagens em preto e branco, feitas por seis importantes fotógrafos da URSS: Viktor Akhlomov, Yuri Krivonossov, Antanas Sutkus, Vladimir Lagrange, Leonid Lazarev e Vladimir Bogdanov.

As fotografias são do período de 1956 a 1991, quando ocorreu dissolução da União Soviética. Os curadores Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova pontuam: “A exposição propõe uma reflexão sobre a vida cotidiana deste `país fantasma`, do Degelo de Khruschev à Perestroika de Gorbatchev, assim como sobre o papel singular exercido pela fotografia na sociedade soviética pós-stalinista”.

Os visitantes também podem conferir os outros ambientes da Bienal Internacional de Curitiba, além das exposições “Charif Benhelima, Polaroids: 1998-2012”, “Colapso”, “Glück: o tempo e a imagem”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas”, o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra” e duas salas que contam com obras da coleção do Museu: “Histórias do Acervo MON – em aberto”.

Serviço
Últimos dias “União Soviética através da câmera”

13 de dezembro, domingo
Sala 7

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba – PR
Mais informações: 41 3350 4400
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$9,00 e R$4,50 ( meia-entrada)
www.museuoscarniemeyer.org.br
Facebook e Twitter: /monmuseu

Fonte: Museu Oscar Niemeyer

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 08:51hs - 39 visitas até 16/05/2016 )

DISTRITO FEDERAL, Brasília - O Instituto Brasileiro de Museus, em mais uma parceria com o Itaú Cultural, intermediou a doação de obras de arte às secretarias de cultura e sistemas de museus dos estados para distribuição a museus e demais acervos públicos do país. A iniciativa objetiva, dentre outras coisas, a formação e ampliação de acervos públicos brasileiros.

Uma primeira ação neste sentido aconteceu em 2013, com a doação de 500 obras pelo Itaú Cultural a cinco estados brasileiros: São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco. Agora, em 2015, o Ibram articulou e acertou a destinação de cerca de 2200 obras a 11 estados brasileiros: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, assim definidos especialmente em função da existência de sistemas de museus estruturados e do montante de museus no estado. São, quase na sua totalidade, gravuras, nas mais variadas técnicas: lito, xilo, serigrafia e metal, de artistas brasileiros e estrangeiros.

Carlos Roberto Brandão, presidente do Ibram, vê a parceria como importante para a ampliação do acesso a bens culturais pela população brasileira. “Esta ação presenteia a população que terá acesso a obras de diversos artistas e fortalece os museus à medida que ampliam o seu acervo”.

Para o Itaú Cultural, a ação colabora para a democratização do acesso a cultura e em ampliar a missão do instituto, de gerar experiências transformadoras no mundo da arte e da cultura brasileiras.

A doação será feita para os estados, que serão responsáveis por encaminhar as obras para os museus selecionados.

Fonte: Ibram

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 13:22hs - 33 visitas até 16/05/2016 )

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - De sexta (11) a domingo (13) serão exibidos 16 filmes e 9 curtas convidados

Começa nesta sexta feira, 11 de dezembro, e vai até domingo (13), o 1º Festival Curta Campos do Jordão.

Ao todo serão exibidos 16 filmes, entre os quais os curtas produzidos pelos alunos das Oficinas Profissionalizantes de Cinema realizadas pelo Cineclube Araucária durante este ano de 2015, na Escola Estadual Prof. Camargo Freire. Também serão apresentados 9 curtas metragens convidados, procedentes de diversas regiões do país.

A exibição acontece na tela panorâmica do antigo Cine Glória de Campos do Campos (atual Espaço Cultural Dr. Além). Todos concorrem ao troféu Araucária, sendo que os Curtas realizados pelos alunos das Oficinas de Cinema são candidatos aos troféus de Melhor Curta Documentário e Melhor Curta de Ficção, além do Prêmio Estímulo em dinheiro.

No domingo, antes do anúncio da decisão do Júri formado pelo diretor Jeferson De, pela roteirista Cristiane Arenas e pela pesquisadora e produtora Sylvie Giraud, será exibido o filme O Amuleto, de Jerferson De, diretor do também premiado Bróder e presidente do juri deste 1º Festival Curta Campos do Jordão. Detalhes da programação completa estão no flyer anexo. As sessões têm entrada franca e todos são convidados a testemunhar esse momento de grande importância para o universo cultural da Cidade.

Serviço: 1º Festival de Curta Campos do Jordão
Data: 11 a 13 de dezembro, sexta e sábado a partir das 19h30, e domingo a partir das 18h
Local: Espaço Cultural Dr. Além - Avenida Januário Miráglia, 1582 - Vila Abernéssia
Entrada franca

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/12/2015 às 08:10hs - 37 visitas até 16/05/2016 )

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