RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O decreto publicado nesta segunda-feira (25/01) no Diário Oficial do Município altera o artigo 1º do decreto 39.749, de 12 de janeiro de 2015, tombando definitivamente o conjunto arquitetônico do Edifício Fernando Serrador.

O bem tombado corresponde ao número 14 da Rua Senador Dantas e a todo o conjunto arquitetônico na quadra formada pelas ruas Regis de Oliveira,Á lvaro Alvim, Senador Dantas, Santa Luzia e Praça Mahatma Gandhi, na Cinelândia.

Espanhol de Valência, Francisco Serrador Carbonell aportou em Santos, enriqueceu vendendo peixe em Curitiba e ganhou fama no Rio de Janeiro, onde ajudou a construir no início do século passado o mito da Cinelândia.

Sua memória ficou eternizada no arranha-céu inaugurado em 1944, três anos após sua morte. Batizado de Edifício Francisco Serrador, sede de um hotel do mesmo nome, o prédio de 23 andares viveu sua glória até a década de 60, hospedando políticos e atraindo celebridades para sua boate Night and Day.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 26/01/2016 - 7 visitas até 10:14h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Estão abertas até terça-feira, 2 de fevereiro, as inscrições para o mestrado em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável, oferecido pela Escola de Arquitetura da UFMG.

O programa oferece 24 vagas para ingresso em 2016. A seleção é composta de prova, análise de currículo, avaliação de projeto e entrevista. Mais informações acerca do processo podem ser consultadas no edital da seleção.

O programa promove estudos aprofundados e pesquisas inovadoras que integram escalas diversas do ambiente construído como patrimônio, resgatando processos de interação com o ambiente natural e com a sociedade. O programa também desenvolve interfaces entre áreas distintas, como ciências sociais aplicadas, artes e engenharias, construindo ferramentas metodológicas e educacionais.

Dúvidas podem ser esclarecidas na secretaria do programa, pelo telefone (31) 3409-8874 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: UFMG 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 26/01/2016 - 7 visitas até 10:11h)

BAHIA, Salvador - O Museu Tempostal (Pelourinho) promove nos dias 29/01 e 30/01, às 14h, a “Oficina de Fotografia do Tempostal”. A atividade tem por objetivo apresentar conceitos básicos de linguagem e composição fotográfica, além de técnicas que permitam que o participante possa fotografar e aplicar efeitos da forma que achar mais interessante.

A oficina será ministrada pela professora Bartolimara Daltro, Museóloga formada pela UFBA e fotógrafa, e contará com um dia de atividades teóricas, 29/01, e um dia de atividades práticas, 30/01. Para participar não é necessário possuir uma câmera profissional; pessoas com máquinas pequenas e celulares poderão participar também. A inscrição é gratuita podendo ser feita até o dia 28/01 pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Serviço: Oficina de Fotografia do Tempostal

Data: 29/01 e 30/01

Horário: 14h

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33 - Pelourinho

Inscrição: gratuita pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 O Museu Tempostal integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Fonte: Secult BA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 9 visitas até 10:02h)

PARANÁ, Curitiba - A Biblioteca Pública do Paraná recebe, a partir dessa segunda-feira, 25 de janeiro, a exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”. A mostra reúne 9 painéis com imagens produzidas pela polícia política, ou apreendidas por ela, como provas de crime político. Além disso, um aparelho de TV exibirá um vídeo com breves biografias de pessoas detidas pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e trechos de documentos produzidos pela polícia. A curadoria é do professor do curso de História, Memória e Imagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rodrigo Rodriguez Tavares. A exposição segue em cartaz no Hall Térreo até 28 de fevereiro. A entrada é franca.

Tavares afirma que “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política” tem um diferencial: “O ineditismo do conjunto de fontes em uma exposição.” Durante 6 meses, Tavares e 14 alunos do curso de História, Memória e Imagem da UFPR realizaram pesquisas e discussões sobre um período importante da História do Brasil e do Paraná, a partir da documentação apreendida e produzida pela polícia política. “Trata-se de um trabalho que vai jogar luzes sobre um período turbulento, e recente, da nossa História”, diz Tavares.

Participaram do processo de pesquisa e elaboração da montagem os seguintes alunos do do curso de História, Memória e Imagem da UFPR: Alice Fernandes Freyesleben, André Gustavo Lescovitz Cunha, Beatriz Martins de Castro, Beatriz Robaina Virmond, Bruna Goncalves de Padua Reis, Carolina Elisabeth Goncalves Borges, Eloana Santos Chaves, Fabiane Miriam Furquim, Juliana Alves, Leonardo Miner Monente, Luanna Fernanda da Cruz Bach, Mariana Maximino, Yasmin Bassetti Kofanovski e Yris Alves Rosa.

Em março de 2015, Tavares também assinou a curadoria, em parceria com Magnus Pereira, da mostra “Mundos Novos Ilustrados”, com ilustrações dos livros de viagem científica do século XVIII, que seguiu em cartaz na BPP até 4 de maio.

Serviço

Exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”

Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná (R. Cândido Lopes, 133 — Curitiba / PR)

Período expositivo: 25 de janeiro a 28 de fevereiro

Curadoria: Rodrigo Rodriguez Tavares

 

Fonte: BPP 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 26/01/2016 - 8 visitas até 10:08h)

SÃO PAULO, São Paulo - Já se passaram mais de sete décadas desde que a polonesa Rachela Gotthilf enfrentou o peso da intolerância e o medo da morte no Gueto de Varsóvia, área na Alemanha nazista que isolava judeus durante a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945).

Hoje (25), ela e outros sobreviventes da perseguição nazista da década de 1940 que vivem no Brasil foram homenageados, na capital paulista, por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado no dia 27 de janeiro, data em que o campo de concentração de Auschwitz foi fechado no pós-guerra.

“Nós sentimos a obrigação moral de contar ao mundo e dizer em voz alta: eu estive lá. Eu vi com os meus próprios olhos o sangue vermelho com explosões no Gueto de Varsóvia. Eu vi levarem minhas amigas. Eu senti o cheiro das câmaras de gás”, relatou Rachela, representando os cerca de 20 sobreviventes que participaram do ato de hoje.

A cerimônia, promovida pela Federação Israelita de São Paulo, ocorreu na sede da Congregação Israelita Paulista. Na próxima quarta-feira (27), a data será novamente lembrada em Brasília.

Durante a celebração, seis velas foram acesas em memória dos mais de 6 milhões de judeus mortos no holocausto. “Sabemos que muitos outros milhões de pessoas não judias também morreram naquele período”, relembrou o rabino Ruben Sternschein.

Ele destacou que as velas são símbolo da memória que não pode ser apagada para que massacres como aquele não se repitam. “Queremos resgatar ideias, valores, que nos devolvam nossa humanidade, na fé, na vida e no mérito de sermos humanos”, disse o rabino.

Protesto contra livro de Hitler

A republicação do livro Mein Kampf (A minha luta, em tradução livre), um manifesto de Adolf Hitler, foi criticada durante a cerimônia.

“É lamentável, nesse mundo conturbado, que algumas editoras cogitem a reedição do nefasto Mein Kampf, de evidente conteúdo discriminatório, fascista, intolerante, racista. É preciso respeitar a memória e a dignidade das vítimas das atrocidades patrocinadas pela ideologia nazistas”, disse o presidente da Federação Israelita de São Paulo, Bruno Laskowsky.

A sobrevivente Rachela Gotthilf também criticou o relançamento do livro de Hitler. “Peço a vocês, cidadãos do mundo, para que interfiram com tudo o que é possível para impedir [a reedição]”, disse.

Segundo o rabino Sternschein, a obra nazista fala claramente no extermínio de judeus. “Por mais incrível que pareça, ele [Hitler] confessou, inclusive, que o objetivo da Guerra Mundial e da conquista do mundo era limpar o mundo de judeus”, destacou.

 

Fonte: Agência Brasil - Camila Maciel

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 12 visitas até 10h)

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