SÃO PAULO, Santos - O edifício da Bolsa Oficial de Café, sede do Museu do Café, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, contém obras únicas e que impressionam seus visitantes. No Salão do Pregão, uma das áreas mais nobres do prédio, os mobiliários de madeira e o vitral “A Epopeia dos Bandeirantes” de Benedicto Calixto são as principais atrações e, para mantê-los com as mesmas propriedades de quando o edifício foi inaugurado, diversos cuidados técnicos são necessários na sua manutenção.

Para evitar a deterioração da madeira do mobiliário é recomendado aos visitantes que não sentem ou toquem os objetos. No manuseio técnico feito pela equipe de museologia do museu, são usadas luvas e pincéis para a limpeza de impurezas, como poeira, que se acumulam com o tempo. Também não podem ser usados materiais abrasivos ou que possam prejudicar as peças, como óleos, desinfetantes e demais produtos.

Já o vitral de autoria do artista e pintor paulista Benedicto Calixto passa regularmente por inspeções da equipe de museologia. Nas vistorias, é feito um mapeamento para verificar se há danos causados pela oscilação da temperatura e vibrações externas, registros de novas patologias (se houver) e se isso tudo representa riscos para a estrutura da obra de arte. Anualmente, um especialista analisa a peça e fornece um relatório com o prognóstico e indicação se alguma intervenção deve ser feita. O vitral é protegido por uma claraboia e uma estrutura côncava coberta por chapas de acrílico que impedem a passagem de chuva e todo tipo de sujeiras. Por baixo de cada vitral, sob caixilhos (estruturas de ferro que suporta o vitral), há vidros transparentes que protegem o vitral original.

 

Restauro:

No início de dezembro de 2015 o mobiliário e o vitral foram totalmente desmontados e retirados para restauro, sendo destinados a ateliês de restauradores especialistas nessa tipologia de acervo (Estúdio Sarasá Conservação e Restauração e Julio Moraes Conservação e Restauro). Fora de seu local de origem, as peças passam por processos de documentação, remoção de intervenções anteriores inadequadas, limpeza, recolocação e adesão das partes soltas ou faltantes, imunizações preventivas, acabamentos finais e depois serão reinstaladas.

Todo o processo de retirada foi supervisionado pelas equipes do museu e dos ateliês em conjunto. Além do registro fotográfico, o acompanhamento tem como objetivo dar suporte de infraestrutura, orientação de fluxo, cuidados específicos em relação ao espaço e orientações técnicas. As peças foram retiradas e embaladas de acordo com as atuais práticas e orientações da conservação museológica. Os módulos do vitral foram enumerados, identificados na planta de referência da obra, retirados cuidadosamente e embalados em plástico bolha, com caixas de acondicionamento especiais para o transporte. Os próximos passos para o vitral são retirar os perfis de chumbo e fazer a limpeza fina de cada vidro para, posteriormente, identificar partes quebradas ou que foram colocadas de maneira inadequada no restauro anterior, erros na pintura, etc.

No caso do mobiliário, a desmontagem foi feita de modo a não danificar a estrutura e, após essa fase, cada peça do conjunto, formado por 154 mesas e cadeiras, foi embalada com TNT e plástico bolha. Agora na etapa de restauro, será analisado o que precisa ser reconstituído e modificado para voltar ao que era originalmente, e o que precisa ser recuperado e substituído. Depois disso, aplica-se o verniz sobre a madeira, remonta-se o conjunto de peças e, por fim, outra camada de verniz é passada. A previsão das reinstalações do mobiliário e do vitral no edifício da Bolsa é para junho de 2016.

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça a sábado das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 6, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Aos sábados, a visitação é gratuita. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 9h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h.

Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br

 

Fonte: SEC SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 41 visitas até 19:40h)

 

 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Secretário de Turismo fez vistoria no terminal de desembarque de passageiros, na Praça Mauá

O secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix, esteve no Píer Mauá, no início da manhã desta sexta-feira, para vistoriar o desembarque de turistas que chegam ao Rio de navio. Acompanhado por fiscais do Cadastur, o secretário conversou com turistas e acompanhou o fluxo de passageiros pela zona portuária e o embarque em taxis, vans e ônibus.

Durante a visita, o secretário anunciou a instalação de um novo posto de informações turísticas no terminal de desembarque, a fim de auxiliar os visitantes sobre roteiros, programas e pontos turísticos da capital e do interior do estado.

- Estavam presentes no Píer todos os órgãos de ordenamento urbano da prefeitura, além de homens do BPTur. Hoje foi uma manhã intensa no Píer, com a chegada de dois navios de grande porte, movimentando 6.600 pessoas na região da Praça Mauá. 

Mesmo com este cenário, o fluxo estava bastante equilibrado e organizado. Já estamos organizando a revitalização do centro de atendimento turístico, que contará com atendentes bilíngues e material de divulgação com foco nos atrativos do interior do estado, fugindo do "lugar comum", e apresentando novas sugestões de curtas viagens às cidades fluminenses – anunciou Nilo Sergio Felix, que confirmou a permanência das equipes de fiscalização da Secretaria de Estado de Turismo no Pier até o final da temporada, em março.

 

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 36 visitas até 19:46h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Chateaubriand, anunciou Fernando Cocchiarale como o novo curador de artes visuais. Carioca, nascido em 1951, Cocchiarale é doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012), e desde 1978 é professor de Estética do Departamento de Filosofia da PUC-RJ, e professor há 25 anos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua ligação com o MAM remonta a 1972, quando iniciou sua formação em artes visuais, justamente em um curso no Museu, de que foi curador de artes visuais entre 2001 e 2007.

“Fernando Cocchiarale tem o perfil que buscávamos para assumir a curadoria de artes visuais, ocupada por seis anos por Luiz Camillo Osorio, que deixou o cargo para ser diretor do Departamento de Filosofia da PUC-RJ”, disse o presidente do MAM. "Fernando conhece muito bem o acervo, fez 128 curadorias no período em que esteve no Museu, é querido por artistas e colegas, e foi responsável por aquisições importantes para o MAM, por meio de dois projetos selecionados pelo programa Petrobras Cultural, em 2001 e 2002, em um valor total de um milhão de reais”, acrescentou.

Fernando Cocchiarale é autor de vários livros, como “Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50” (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987; e “Quem Tem medo da Arte Contemporânea”, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006; e publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior. Foi coordenador de artes visuais da Funarte entre 1990 e 1998; membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais em 1999 e 2000, projeto de que foi curador-coordenador entre 2001 e 2002; curador da Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro, em 2011 e 2012, e curador de mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, em Recife.

Dentre as várias curadorias recentes que assinou, estão as exposições “Filmes de Artista – Brasil 1965/1980” (Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2007); “Brasília e o Construtivismo: um encontro adiado” (Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, 2010); “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo” (curadoria com César Oiticica Filho; Itaú cultural, São Paulo; Paço Imperial e Casa França Brasil, Rio de Janeiro; Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, 2010), “Waldemar Cordeiro: Fantasia Exata” (curadoria com Arlindo Machado, Itaú Cultural, São Paulo, 2013, e Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2014).

Fernando Cocchiarale diz estar muito contente com o convite, e que "o MAM é, há 60 anos, um dos mais importantes museus do país". Ele conta que chega à instituição com "um novo olhar". "O Museu não é o mesmo, eu não sou o mesmo, e o Rio não é o mesmo", afirma.

 

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 35 visitas até 19:52h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Os ensaios técnicos das escolas de samba do Grupo Especial e da Série A do Rio de Janeiro para o Carnaval 2016 recomeçam hoje (9) no Sambódromo. A entrada é gratuita.

Seis agremiações vão desfilar no fim de semana, a partir das 19h deste sábado. A Unidos do Porto da Pedra, da Série A, é a primeira a entrar na Sapucaí, com o enredo “Palhaço Carequinha: paixão e orgulho de São Gonçalo! Tá certo ou não tá?”. Às 20h está prevista a entrada da Acadêmicos de Santa Cruz, com o enredo “Diz mata! Digo verde, a natureza veste a incerteza, e o amanhã?”. O último ensaio técnico será da Renascer de Jacarepaguá, às 21h30, com o enredo “Ibejís - Nas brincadeiras de criança: os orixás que viraram santos no Brasil”.

Amanhã, o ensaio da Inocentes de Belford Roxo, da Série A, inicia a festa com “Cacá Diegues – retratos de um Brasil em cena”, seguida da União da Ilha do Governador, a partir das 20h. O tema de enredo da União da Ilha é "Olímpico por natureza. Todo mundo se encontra no Rio”.

Às 21h30, a Mocidade Independente de Padre Miguel encerra os ensaios com o enredo “O Brasil de La Mancha. Sou Miguel, Padre Miguel. Sou Cervantes, Sou Quixote cavaleiro, Pixote brasileiro``.

A Guarda Municipal do Rio vai atuar no evento, com 254 agentes. Eles ficarão em pontos estratégicos no entorno do Sambódromo para garantir o ordenamento urbano, a fluidez do trânsito e o bem-estar dos participantes e da plateia.

Haverá distribuição de pulseiras de identificação para menoress em seis pontos, nos acessos a alguns dos setores da Passarela do Samba. As equipes vão contar com guardas femininas, e o trabalho será deito em conjunto com o Juizado de Menores.

Todas as agremiações vão passar pelo Sambódromo para os ajustes finais até o dia 31 deste mês. A escola Beija Flor de Nilópolis, campeã do Grupo Especial no ano passado, encerra os ensaios com o enredo sobre o marquês de Sapucaí Cândido José de Araújo Viana, que dá nome ao palco do carnaval carioca.

 

Fonte: Agência Brasil - Flávia Villela

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 091/2016 -22visitas até19:59)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Verão Arte Contemporânea traz 41 atrações para a capital mineira entre os dias 8 de janeiro e 5 de fevereiro

O Verão Arte Contemporânea VAC 2016 chega à 10ª edição comemorando a continuidade de uma proposta de contemporaneidade voltada para o incentivo à criação artística, à pesquisa e à experimentação através da dança, teatro, música, artes visuais, cinema, literatura, arquitetura, moda e gastronomia. O VAC ocupa a capital mineira do dia 08 de janeiro ao dia 05 de fevereiro de 2016 com 41 atrações em 21 espaços artísticos de Belo Horizonte. O VAC 2016 é idealizado e produzido pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM). 

“Nestes 10 anos a proposta se ampliou, novas áreas foram incluídas na programação que vem mantendo o caráter de diversificação da manifestação artística, expressando a pluralidade de informações culturais própria da contemporaneidade. Com este objetivo, mais uma vez o VAC irá reunir nove áreas, mostrando suas obras e projetos mais recentes, em conexão com sua essência”, reforça Ione de Medeiros, idealizadora e curadora do evento. Para ela, o evento ao longo de uma década vêm mantendo seu foco sobre a arte contemporânea, priorizando artistas e grupos de Minas Gerais, voltados para a pesquisa e experimentação nas artes, sem deixar de abrir espaço para artistas de outros estados e países, afinados com a proposta do VAC, com o intuito de expandir o intercâmbio entre os criadores.

A 10ª edição do VAC insere novidades na programação, que poderão ser observadas já na abertura. Denominado Ora (direis) ouvir estrelas, o evento presta homenagem ao poeta Olavo Bilac e será realizado em dois espaços públicos: o lago do Parque Municipal de Belo Horizonte e o teatro Francisco Nunes. Serão duas sessões: uma no dia 08 de janeiro para convidados, as 20h30, e outra no dia 09 de janeiro, as 18h, aberta ao púbico. É necessário retirar senhas de acesso duas horas antes do início da performance. O evento homenageia ainda OLago dos Cisnes, de Tchaikovsky através de um percurso de 15 barcos alegóricos que desfilarão no lago do Parque Municipal. 

Para realizar as alegorias foram convidados artistas e alunos da Escola Livre de Artes da Prefeitura de Belo Horizonte - Arena da FMC. No palco do teatro Francisco Nunes, o quarteto de cordas Ricercar irá executar dois Contrapontos da Arte da Fuga de Bach junto com imagens em vídeo de obras do arquiteto Frank Gehry e do pintor Mark Rothko. e a Cia. Sesc de Dança também irá apresentar coreografias revestidas de roupagens neo-clássicas com músicas de Bach e Prokofiev.

“O objetivo é promover apropriações de obras artísticas clássicas através de interferências cênicas e plástico-sonoras diversificadas”, explica Ione de Medeiros. “Como parte das celebrações dos nossos 10 anos ampliamos o evento de abertura do VAC também para o público”. Uma curiosidade é que a abertura do VAC 2016 acontece no teatro Francisco Nunes, espaço onde foi realizada a abertura da primeira edição, em 2007.

O Verão Arte Contemporânea (VAC) é idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM). Esta edição é apresentada pela Fundação Municipal de Cultura e patrocinada pela Oi, BDMG Cultural e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, tem a parceria do Sesc e divulgação da TV Globo Minas. O VAC 2016 tem os seguintes apoios culturais: Oi Futuro, Galpão Cine Horto, Teatro Bradesco, Casa UNA, Restaurante João Rosa, Halt Gráfica, Restaurante Cantina do Lucas, Krug Bier, Alcici Comida Árabe, Cinema Belas Artes, Hotel Metrópole, Restaurante Bem Natural, Fundação de Educação Artística, Funarte MG, Ministério da Cultura, Governo Federal, Belotur, BHTrans, Fundação de Parques, Prefeitura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Rádio Inconfidência, Rede Minas de Televisão, Memorial Minas Gerais Vale, Centro Cultural Banco do Brasil, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Iepha, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Governo de Minas. Este evento é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Fundação Municipal de Cultura.

 

Serviço:

Verão Arte Contemporânea 2016

Período: De 08 de janeiro de 2016 até o dia 05 de fevereiro de 2016.

Locais: Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Ateliê - Ines Antonini; Ateliê Liliane Dardot; Casa UNA; Cine Humberto Mauro - Palácio das Artes; Cine Belas Artes; Cinema Professor José Tavares de Barros – Sesc Palladium; Funarte MG; Galpão Cine Horto; Grande Teatro - Sesc Palladium; Memorial Minas Gerais Vale; Projeto Parede – Sesc Palladium; Parque Municipal Américo René Giannetti; Restaurante Popular Unidade IV Dom Mauro Bastos (Barreiro); Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil; Teatro Bradesco; Teatro de Bolso Sesc Palladium; Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil; Teatro Francisco Nunes; Teatro João Ceschiatti - Palácio das Artes; Teatro Marília; Viaduto Santa Tereza

Apresentação: Fundação Municipal de Cultura

Patrocínio: Oi, BDMG Cultural e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais

Parceria: Sesc 

Assessoria de Imprensa: Pessoa. Relacionamento com Conteúdo.

Site Oficial: www.veraoarte.com.br 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 09/01/2016 - 39 visitas até 19:55h)

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