RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - As portas do Museu do Amanhã, na região portuário do Rio, estarão abertas ao público em geral, neste sábado (19), mas hoje (18) o dia no museu foi exclusivamente para os trabalhadores que o construíram e seus parentes. Eles puderam conhecer cada espaço do museu e experimentar as sensações de obra artística ali apresentada.

O marteleteiro Josuel Pereira Lima, levou os filhos. Ele trabalhou no local nos últimos nove meses e participou da parte final da construção do espelho água que fica nas laterais do prédio, escorrendo para a Baía de Guanabara. “Deixar a estrela retinha [no centro do espelho d’água] foi difícil, mas todo o trabalho e o suor valeram muito a pena”, disse.

O ajudante de produção Weverton dos Santos, de 31 anos, foi com a mulher e o filho de 3 anos. Weverton é eletricista e estava orgulhoso do trabalho que fez no museu. “É muito gratificante ver meu filho crescer sabendo que as mãos do pai dele ajudaram a construir esse museu. Realmente, custo a acreditar que participei de algo tão grandioso”, afirmou.

No Rio desde 2008, quando chegou para procurar emprego, o pedreiro piauiense Francisco de Lima, de 57 anos, foi trabalhar na obra depois que um amigo o avisou sobre a existência de vagas na obra. “Estou muito emocionado. Durante esse tempo, minha família permaneceu no Piauí e vivi sozinho no Rio. Foi uma época difícil, de muita saudade. Mas hoje vejo que tudo valeu à pena”, disse. Francisco acrescentou que toda vez que passar pelo local vai lembrar que fez parte da história e prometeu levar, em breve, a família para ver de perto o museu que ajudou a construir. “Sei que minha família sempre sentirá muito orgulho de mim”.

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Alberto Silva, comemorou a integração da nova Praça Mauá com a população e especialmente poder ter a presença de quem ajudou a construir a mudança. “Não tenho conhecimento de um equipamento público dessa magnitude ser entregue, em primeiro lugar, àqueles que trabalharam na sua construção. É emocionante ver os trabalhadores que viraram a massa, instalaram as vigas, e que até ontem estavam aqui ajustando os últimos detalhes, desfrutarem deste espaço. É uma iniciativa simbólica do amanhã que desejamos”, disse.

À tarde foi a vez de moradores e frequentadores da região portuária entrarem no museu como convidados. Marlene de Araújo, de 62 anos foi com a filha Taiana de Araújo, de 27. Ela é professora de português e literatura do Mosteiro São Bento, que é vizinho do novo espaço cultural. A filha é professora de música. Para quem trabalha com artes a visita foi renovadora. “Este lugar é um manancial de material didático para qualquer educador, pois é uma aula agradável aos olhos e aos ouvidos. Acho que uma palavra resume o amanhã: deslumbrante”, afirmou Marlene.

A moradora do bairro da Saúde, que fica perto do museu, a educadora Lúcia Maria Rodrigues Leite, de 62 anos, foi acompanhada dos netos Lucas, de 8 anos, e Luiza, de 4. Para a educadora, a Praça Mauá que estava degradada antes das obras influenciava na autoestima de quem conheceu o local na década de 1950. Segundo ela, naquela época mulheres portuguesas e espanholas, costumavam exibir colchas estampadas nas calçadas e sentiam orgulho de morar lá.

“Com o passar do tempo, o abandono da região atingiu um nível insuportável ao ponto de famílias tradicionais irem embora. Pensei que essa transformação seria impossível de acontecer, porém, o jogo virou e virou de forma belíssima”, disse prometendo levar os netos e seus coleguinhas muitas vezes à Praça Mauá.

Pelos cálculos da Cdurp, 4 mil pessoas visitaram hoje o Museu do Amanhã, entre operários, moradores e famílias que vivem locais vizinhos da região portuária.

Projeto
O projeto do Museu do Amanhã é do arquiteto espanhol Santiago Calatrava numa

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/12/2015 às 17:57hs - 54 visitas até 16/05/2016 ) 

SÃO PAULO, São Paulo - O Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, inaugurou a Sala Metrô Tiradentes, um novo espaço de exposições que, ao dinamizar o aproveitamento da estação para além do transporte de passageiros, cria uma grande oportunidade para que milhões de pessoas tenham acesso à arte, uma forma de aproximá-la mais do cidadão.

O projeto é uma iniciativa inédita do Programa de Ação Cultural do Metrô, ideia que surgiu após o êxito da instalação de uma vitrine do museu dentro da estação, há dez anos, onde foi exposta uma peça do acervo, que era trocada periodicamente, dentro de uma temática.

O universo dos presépios trata de cenas da natalidade, cujo o nascimento de Cristo é o centro das representações. Todos os anos, tradicionalmente, o Museu de Arte Sacra apresenta nas comemorações natalinas uma mostra de presépios e, este ano, indo além da tradição, brinda a população com um novo espaço, o qual permitirá que muito mais pessoas tenham a oportunidade de apreciar essa arte que perdura há anos.

A sala será inaugurada com a mostra “Em Busca do Presépio Universal”, que apresentará cerca de 30 conjuntos da Coleção de Presépios do MAS, muitos provenientes do antigo Museu de Presépios, que aqui está desde a década de 1980.

Dentre os conjuntos está “La Nascita de la Esperanza”, uma obra belíssima de Ulderico Pinfildi, uma das maiores autoridades do mundo em presépios. Deste exemplar foram confeccionadas cinco unidades, a nossa e outras quatro, as quais foram distribuídas para museus do mundo, entre eles o Vaticano.

A Sala Metrô Tiradentes será, ainda, uma porta de entrada para a sede do Museu de Arte Sacra, localizado a poucos metros da estação do Metrô. O projeto tem ainda o patrocínio do Ministério da Cultura, da Secretaria dos Transportes Metropolitanos - Metrô, o Banco Safra.

Exposição: "Sala Metrô Tiradentes – Em Busca do Presépio Universal"
Curadoria: Maria Inês Lopes Coutinho
Período: em cartaz a partir de dezembro de 2015
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – Sala Metrô Tiradentes
www.museuartesacra.org.br
Estação Tiradentes do Metrô – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.3336 – agendamento de visitas monitoradas
Horário: quarta a sexta-feira das 9h às 17h,
sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso: Os passageiros do Metrô terão livre acesso à Sala.
Número de obras: cerca de 30 conjuntos
Dimensões: Variadas

Fonte: SEC SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/12/2015 às 08:33hs - 50 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Com abertura marcada para esta sexta, 18 de dezembro, às 18 horas, a exposição “A Estrada União e Indústria para o Futuro”, promovida pelo Museu do Ingá (Rua Presidente Pedreira, 78, Niterói), oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor os detalhes da construção e da consolidação da primeira rodovia macadamizada – espécie de pavimentação com pedras – da América Latina.

Através de reproduções de fotografias e litografias do fotógrafo da Casa Imperial, o alemão Revert Henrique Klumb (considerado um dos mais importantes fotógrafos paisagistas que atuaram no Brasil no século XIX e o primeiro fotógrafo a documentar a paisagem carioca de maneira ampla e sistemática), a exposição destaca a importância da estrada, inaugurada em 23 de junho de 1861 por D. Pedro II e cuja principal finalidade era melhorar o escoamento da produção cafeeira da região do rio Paraíba.

Além do resultado da melhor engenharia de estradas da época, a União e Indústria consolidou a cidade de Juiz de Fora como polo comercial e financeiro. A exposição vai até 18 de fevereiro de 2016 e tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC) e da Fundação Museu Mariano Procópio, de Juiz de Fora.

Mais informações: http://www.cultura.rj.gov.br/espaco/museu-do-inga

Fonte: Faperj

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/12/2015 às 08:26hs - 39 visitas até 16/05/2016 ) 

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), promove no sábado, dia 19, às 16h30, no Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, bairro Cidade Jardim), o projeto Sábado com Arte, com a apresentação do “Museu em Movimentos”, uma ocupação em dança realizada por bailarinos que tem como proposta a criação de uma galeria de movimentos. O trabalho parte de uma pesquisa coletiva que extrapola o campo da atuação convencional em dança e alcança a contemporaneidade, por meio de um pensar artístico que incorpora novos espaços. A entrada é gratuita.

O “Museu em Movimentos” é uma experiência única, na qual bailarinos e público circulam livremente pelos espaços abertos do Museu Histórico Abílio Barreto, evidenciando elementos arquitetônicos e paisagísticos do local. Espectadores e espetáculo se fundem com a arte e com a história, aguçando percepções sensoriais múltiplas. Tudo isso culmina em uma grande confraternização entre os artistas e o público ao final do espetáculo.

O espetáculo é uma ação do Coletivo Movasse, em parceria com o Mergulho 747 - Grupo de Estudos em Dança e o Espaço Myra de Arte.

Fonte: PBH

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/12/2015 às 08:29hs - 41 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro -  Foi divulgado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (18/12), através de aviso emitido pelo Presidente Substituto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Andrey Rosenthal Sclee, o Tombamento Definitivo da Coleção Lasar Segall, pertencente ao Museu Lasar Segall, instituição localizada na Rua Berta, 111, na capital paulista.

O aviso do tombamento refere-se ao Processo n.º 1.118-T-84 (Processo n.º 01458.001310/2013-69). O acervo que compõe a coleção do Museu Lasar Segall foi inscrito no Livro do Tombo das Belas Artes.

Clique aqui para conhecer mais sobre o museu.

Fonte: Editoria RM (com informações do DOU)

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/12/2015 às 08:11hs - 71 visitas até 16/05/2016 ) 

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