RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Mais que um teatro, o Serrador, na Cinelândia, é um verdadeiro patrimônio carioca. Ao longo de mais de setenta anos, seus palcos, coxias e camarins viram passar gerações de grandes estrelas e espetáculos inesquecíveis. Depois de quase seis meses de reforma, o teatro reabre nesta quinta-feira (8/01), às 21h, incorporado à rede municipal com acessibilidade e mais conforto para público e atores. A noite de reabertura marca o reencontro da atriz e cantora Bibi Ferreira com o palco onde ela própria deu os primeiros passos há 75 anos. Hoje e amanhã (8), também às 21h, a atriz e cantora apresentará o espetáculo "Bibi Ferreira Canta Repertório Sinatra".

O primeiro mês de funcionamento do teatro será marcado pela ocupação da Aquela Cia. de Teatro, de Pedro Kosovski e Marco André Nunes, que vai apresentar os premiados espetáculos "Laio & Crísipo", com sessões às terças, quartas e quintas, a partir do dia 15, às 20h, e "Caranguejo Overdrive", às sextas e sábados, a partir do dia 19, às 19h30.

O Teatro Municipal Serrador passou por grande reforma que incluiu camarins, banheiros, palco e piso. Foram instalados novos aparelhos de ar-condicionado. A casa passará a ter capacidade para 280 espectadores e terá nova bomboniere. Carpetes e cortinas foram substituídos por novos. A parte de infraestrutura também foi completamente renovada com a impermeabilização da laje superior e a modernização da parte elétrica.

A reforma do teatro está incluída no Recultura, programa de requalificação dos equipamentos culturais municipais. Estão em andamento a reforma das lonas de Bangu e Realengo e do Museu Histórico da Cidade, na Gávea, além da biblioteca da Tijuca, do Teatro Ziembinski e do Centro da Música Carioca, na Tijjuca, e do Centro Cultural Municipal Dyla Sylvia de Sá, em Jacarepaguá. Ainda dentro do Recultura, o sistema de ar-condicionado do Teatro Municipal Carlos Gomes foi renovado, assim como a identidade visual do Calouste que passa a se chamar Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste Gulbenkian.

O Teatro Municipal Serrador reabre num momento em que o Centro passa por grandes transformações urbanísticas, a poucos metros do futuro boulevard da Avenida Rio Branco. Com o VLT, o espaço ficará ainda mais acessível para cariocas de todas as partes.

Teatros protegidos: 

Em 23 de dezembro do último ano, o prefeito Eduardo Paes assinou o decreto nº 41.174, que restringe a alteração de atividade, uso ou destinação de imóveis que atualmente sirvam como salas de teatro. Caberá ao Chefe do Poder Executivo Municipal autorizar expressamente qualquer mudança que pretenda afetar o funcionamento dos teatros da Cidade, depois de consultadas a Secretaria Municipal de Cultura, que analisará o impacto da alteração pretendida na vida cultural da cidade, e a Secretaria Municipal de Urbanismo, que avaliará questões urbanísticas relacionadas.

O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município de 28 de dezembro.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 36 visitas até 16:36h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - No dia 8 terminam as inscrições para a seleção pública Viva o Talento!, Edição Cidade Olímpica, lançado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro para ocupação dos equipamentos culturais da cidade entre maio e setembro deste ano, nos períodos que antecedem e coincidem com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Segundo informou ontem (6) o coordenador de Equipamentos Culturais da secretaria, Robson Camilo, o edital foi criado com o objetivo de fomentar os centros culturais e as bibliotecas municipais. O edital Viva o Talento! está em sua terceira edição. A seleção é voltada para todos os artistas cariocas que queiram desenvolver seus trabalhos nesses espaços. Na versão deste ano, o foco é a Olimpíada, por esse motivo a ocupação dos equipamentos é prevista até o encerramento da Paralimpíada, em setembro.

São aceitos projetos em quatro linhas de ação: música, educação, multilinguagem e dança. As propostas de dança se destinam à ocupação do Centro Coreográfico, localizado na Tijuca, zona norte do Rio. A linha de música engloba duas frentes: o pequeno circuito, que abrange três espetáculos em locais pré-determinados pela secretaria, e música erudita, de câmara, que ocorre também em dois espaços indicados.

Os projetos educativos ocorrem em todos os centros culturais e bibliotecas municipais. Na linha de multilinguagem, a intenção é selecionar trabalhos que têm uma linguagem múltipla, ou seja, que envolvem ações de várias expressões artísticas. As apresentações serão nos centros culturais. Camilo explicou que exposições de fotos e esculturas podem também ser contempladas dentro da linha de multilinguagem, mas desde que estejam associadas a outra expressão artística, como dança, música ou teatro, por exemplo.

Camilo informou que a inscrição é muito simplificada. O proponente deve entrar no endereço http://rio.rj.gov.br/web/smc na internet e preencher o formulário. Até agora, foram recebidas perto de mil inscrições. O resultado deve ser divulgado a partir do dia 15 de fevereiro.

Os projetos receberão apoio cultural que varia de R$ 1 mil a R$ 15 mil, dependendo de cada linha de ação. O valor do patrocínio depende também da periodicidade de apresentações do trabalho, esclareceu o coordenador. Os únicos patrocínios que têm valores fechados são os de multilinguagem (R$ 15 mil) e a linha de música para pequeno circuito (R$ 9 mil por projeto).

Associações, cooperativas, organizações não governamentais (ONGs) e empresas culturais estabelecidos na cidade do Rio de Janeiro e com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) podem participar da seleção, que está aberta também para micro empreendedores individuais (MEI). Cada proponente pode inscrever até cinco projetos, sendo que, no máximo, serão selecionadas três propostas. 

No total, na área de cultura, a prefeitura vai investir este ano R$ 17,7 milhões em ações que vão se estender até o fim dos Jogos Paralímpicos. A programação apresenta cinco níveis de ação, que são o Fomento Cidade Olímpica, onde se insere a seleção pública Viva o Talento!; o Festival Cidade Olímpica; o Circuito Cultural Cidade Olímpica; e o Passaporte Cultural Cidade Olímpica.

 

Fonte: Agência Brasil - Alana Gandra

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 07/01/2016 - 24 visitas até 16:39h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Com classificação livre e entrada franca, a V Bienal da Escola de Belas Artes da UFRJ está aberta ao público com trabalhos de 25 alunos-artistas de um dos principais polos de formação em artes plásticas do país. A exposição ocupa o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, na Rua Luís de Camões 68, perto da Praça Tiradentes, no Centro.

As obras são inspiradas no tema `Tempo`, com base no pensamento do filósofo Merleau-Ponty — "uma variável isolada pelo pensamento, mas que, no entanto, não pode ser pensada como uma realidade separada". Os alunos desenvolveram trabalhos que se encaixam no tema da exposição, que também comemora os 200 anos de fundação da escola.

As obras ficarão expostas até fevereiro de 2016 e a Bienal pode ser visitada às segundas, quartas e sextas, das 12h às 20h, e terças, quintas, sábados e feriados, das 10h às 18h. A entrada é gratuita e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica está localizado na Rua Luiz de Camões, 68, no Centro.

 

Fonte: Prefeitura do RJ

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 31 visitas até 17:13h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Instituto Moreira Salles acaba de receber, em comodato, a obra do fotógrafo mineiro Francisco Augusto Alkmim (1886-1978), conhecido como Chichico Alkmim. O conjunto é composto por cinco mil negativos em vidro e algumas dezenas de fotografias originais de época.

Chichico pertenceu a uma geração de fotógrafos retratistas das primeiras décadas do século XX e atuou, principalmente, em Diamantina, em um período de grande extração de minério, registrando a paisagem social da cidade e de seus habitantes. Chichico foi precursor e mestre de Assis Horta, outro nome importante da fotografia mineira. Enquanto Horta se tornou conhecido por registrar a classe média trabalhadora na era Vargas, Chichico documentou a classe média alta mineira com fotografias em estúdio e ao ar livre, utilizando muitas vezes apenas a luz natural.

Sobre o fotógrafo:

Chichico Alkmim nasceu em 1886 na área rural de Bocaiúva, MG. Com a decadência dos negócios da família, mudou-se para Diamantina em busca de novas oportunidades. Estudou fotografia com Passig e Manoel Gonçales e se aprimorou lendo manuais sobre o assunto. Em 1913, abriu o próprio estúdio, que, por duas décadas, foi o único da cidade. Registrou batizados, casamentos, vistas de cidades, funerais, festas populares e religiosas. Estima-se que tenha fotografado até 1955. Após parar de fotografar, Chichico continuou cuidando do acervo – guardava-o no porão de sua casa – que organizou e reviu diariamente até sua morte. O fotógrafo morreu em Diamantina, em 1978.

Em 1983, aconteceu a primeira exposição com suas fotografias, organizada por seu neto Paulo Francisco Flecha de Alkmim e o professor João Paulo Guimarães Mendes no 16o Festival de Inverno da UFMG. A divulgação da trajetória de Chichico aconteceu a partir de então e possibilitou o financiamento da recuperação e da conservação do acervo – que continuou sob a guarda da família Alkmim – pela Fundação João Pinheiro, Funarte e UFMG. Nos anos 1990, os negativos foram depositados no recém-inaugurado Centro de Documentação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina (Fafidia), estruturado em parceria com a UFMG, onde ficaram parcialmente acessíveis para pesquisa.

Em 2005, foi criado por Verônica Alkmim França, também neta do fotógrafo, o Projeto Chichico Alkmim, com o objetivo de promover o acervo por meio de eventos, exposições e publicações. Ainda naquele ano, foi lançado o primeiro livro, O olhar eterno de Chichico Alkmim, com 70 fotografias, editado por Verônica e pelo fotógrafo mineiro Flander de Sousa. A publicação rendeu uma exposição homônima no Espaço Apocalipse, em Diamantina, MG, que em 2008 foi remontada na Grande Galeria da Escola Guignard,em Belo Horizonte. Em 2013, foi realizada no Memorial Minas Vale, em Belo Horizonte, a exposição Paisagens humanas - Paisagens urbanas, com curadoria de Verônica e do fotógrafo Tibério França.

www.ims.com.br 

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 33 visitas até 17:10h)

 

BAHIA, Salvador - MAM Atelier estreia com projeto Behind the Wall dos artistas Roney George e Mijntje Strengholt. A partir do dia 9 de janeiro o público pode visitar e interagir com o projeto artístico

O programa “MAM Atelier" do Museu de Arte Moderna da Bahia recebe o Behind the Wall por Roney George e Mijntje Strengholt, em janeiro de 2016. O público pode visitar e interagir com o projeto, na Galeria 3, a partir do sábado, 09. O "MAM Atelier" integra uma das plataformas da instituição que visa à construção de novas formas de diálogo entre a comunidade artística e o público por meio do processo aberto de criação. O objetivo de trazer Behind the Wall para o Brasil é também, fechar o círculo de influência entre as duas cidades, Amsterdã e Salvador.

A mostra, que permanece em cartaz no MAM-BA até 14 de fevereiro, acontece no mesmo formato da edição realizada em Amsterdã, em abril de 2015, com curadoria de Marta Pisco. Convida o público a olhar para a prática de dois artistas visuais de diferentes origens, mas ligados pela espiritualidade, expressão figurativa e destemida vivacidade artística. Roney George é fascinado pelo sagrado e profano, já a holandesa Mijntje ficou encantada com a vivência espiritual do Candomblé, ao visitar Salvador.

No dia 15 de janeiro, sexta-feira, a música completa as linguagens artísticas com um pocket show de Jota Velloso, das 19h às 20h, seguido de debate com a participação de J. Cunha (artista visual) e Luiz Fernando Landeiro (galerista em Salvador), moderado pelo Dr. Prof. Danilo Barata (diretor do curso de Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo – Bahia).

Saiba mais sobre os artistas:

Mijntje Strengholt, holandesa, formou-se na Academia de Arte de Minerva, em Groningen. Frequentou o Institut Superieur de Peinture Van der Kelen-Logelain, em Bruxelas. A pintura e desenho alienante de Mijntje, ao mesmo tempo realista e figurativo, expõe uma multidão de disposições e sentimentos humanos. O seu trabalho é essencialmente sobre o indizível, o incomunicável, o que não pode ser explicado. A imagem tem de fazê-lo. http://www.mijntjestrengholt.nl/schilderijen/

Roney George é artista plástico baiano, formado pela Escola de Belas Artes da Bahia. O trabalho particular de Roney estende-se pelas áreas do desenho, da pintura, da cenografia e da moda. Fluindo no diálogo entre o velho e o novo mundo, ente espiritualidade e iconografia pop, herança africana, toque europeu e identidade original brasileira, Roney viaja, contacta, aprende, absorve e devolve ao mundo a sua visão muito particular. https://www.flickr.com/photos/roneygeorge

 

Serviço:

“MAM Atelier” | Behind the Wall por Roney George e Mijntje Strengholt

Quando: abertura dia 09 de janeiro de 2016, às 16h.

Local: MAM - Museu de Arte Moderna (Salvador/Bahia)

Entrada gratuita

 

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/01/2016 - 38 visitas até 17:31h)

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