ALAGOAS, Marechal Deodoro - A população alagoana receberá, nesta quinta-feira, dia 17 de dezembro, a inauguração das obras do Adro do Convento de Marechal Deodoro. Foram investidos quase R$ 3 milhões pelo convênio firmado entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a prefeitura da cidade de Marechal Deodoro. A reestruturação envolveu serviços como calçamento, iluminação pública e drenagem e se estendeu das Igrejas conventuais à Praça Pedro Paulino.

Anterior à intervenção no Adro, o conjunto conventual Franciscano de Santa Maria Madalena, já havia recebido processo de restauração. As ações de revitalização e o projeto de pesquisa estão registrados em publicação do Iphan, disponível para acesso online, onde o Convento e seu complexo arquitetônico são retratados não apenas enquanto imponente monumento barroco, mas também enquanto paisagem que se prolonga além de suas paredes, chegando aos nossos dias como um bem compartilhado comunitariamente.

Serviço:
Inauguração das obras do Adro do Convento de Marechal Deodoro - AL
Data: 17 de Dezembro de 2015, às 9h
Local: Adro do Convento Franciscano de Santa Maria Madalena, em Marechal Deodoro, Alagoas

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 17/12/2015 às 07:00hs - 33 visitas até 16/05/2016 ) 

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Publicação da Coleção Mineiriana reúne manuscritos, desenhos e mapas produzidos pelo comerciante Ernst Hasenclever em 1839

Nesta quinta-feira, 17 de dezembro, a Fundação João Pinheiro irá lançar o livro Ernst Hasenclever e sua viagem às províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Resultado de dois anos de um intenso trabalho de pesquisa e tradução, a obra é parte do programa editorial da FJP, Coleção Mineiriana. O lançamento acontece das 18h às 21h, na Livraria Ouvidor (Rua Fernandes Tourinho, 253 - Savassi).

Fruto de parceria e cooperação técnica com a historiadora e professora da Universidade de Colônia, na Alemanha, Débora Bendocchi Alves, que assina a organização da obra, a publicação é composta por relatos, mapas e desenhos inéditos produzidos em 1839 pelo comerciante alemão que dá nome ao livro, apresentando também estudos críticos com informações biográficas e históricas.

Em sua estadia de pouco mais de seis anos no Brasil, quando realizou viagens pelo interior do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e por algumas províncias do Nordeste, Ernst Hasenclever deixou suas impressões registradas em dez cadernos e em um vasto conjunto de desenhos, a lápis, dos lugares e paisagens que visitou. Esse pequeno conjunto documental é de grande relevância para o conhecimento do país na primeira metade do século XIX e a obra, ora editada, deverá impulsionar novos estudos e publicações.

A decisão de editar separadamente os quatro diários da viagem do Rio de Janeiro a Minas Gerais, realizada em 1839, coube ao produtor cultural e artista gráfico Edson Brandão e à historiadora Maria Marta Araújo, coordenadora da Coleção Mineiriana, que destacam em um dos estudos críticos que integram o livro, a importância dos relatos e desenhos de Ernst Hasenclever para a iconografia mineira. De acordo com eles, o recorte dado à viagem a Minas condiz com a intenção do autor que, inspirado por Goethe e pelos chamados grand tourists da virada do século XVIII para o XIX, buscou fazer, com toques literários e jornalísticos, um relato coeso de sua fascinante e curiosa viagem à província das minas de ouro, em tudo conforme ao gênero das narrativas de viagem, tão apreciado em sua época.

Destaques
A tradução dos diários de Hasenclever foi um trabalho extremamente difícil, uma vez que foram escritos em Kurrentschrift (antiga escrita alemã) e exigiu do tradutor e especialista em história de Minas Gerais, professor Friedrich Renger, um minucioso trabalho de cotejamento com os originais e de inserção de notas explicativas ao longo de todo o texto.

Além de assinar o importante estudo que contextualiza as companhias inglesas de mineração do ouro em Minas, objeto principal das visitas realizadas pelo viajante, Renger descobriu e traduziu também um conjunto de cartas entre Hasenclever e o cientista Peter Lund, as quais constam da publicação, assim como uma correspondência, escrita originalmente em inglês pelo viajante, em que se contrapõe às notícias que circulavam na Inglaterra, à época, sobre possíveis maus tratos aos escravos da mina inglesa de Gongo Soco.

Coleção Mineiriana
Com 43 títulos publicados desde 1993, a Coleção Mineiriana é constituída por edições atualizadas de manuscritos inéditos dos séculos XVIII, XIX e XX, obras fundamentais de referência à pesquisa, traduções de textos de viajantes inéditos em português, reedições revistas de obras clássicas e de raridades bibliográficas da historiografia mineira, além de estudos e ensaios sobre temas relevantes para o conhecimento de Minas Gerais, seus municípios e regiões.

SERVIÇO
Lançamento do livro Ernst Hasenclever e sua viagem às províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais

Data: 17 de dezembro

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 16/12/2015 às 22:48hs - 35 visitas até 16/05/2016 ) 

SÃO PAULO, São Paulo - Em 30 de dezembro (quarta-feira), às 20h, em comemoração ao aniversário de 112 anos de Candido Portinari, o Museu Casa de Portinari - instituição da Secretaria da Cultura do estado de São Paulo administrada em parceria com a ACAM Portinari - recebe a Orquestra de Violas Rio Pardo, que apresentará o espetáculo “Diário do Caipira”.

O show será uma mescla de músicas instrumentais de raiz, com o enlace das histórias de um caipira que viaja pelo interior do sudeste de São Paulo. As canções contemplam os cenários rurais da região.

"Portinari era um homem ligado às suas origens, à sua terra e à sua casa. Dessa forma, ao resgatar um pouco do espírito do homem do interior, suas tradições e raízes, homenageamos o artista e brindamos a população com um lindo espetáculo em um momento de confraternização e encerramento de um ano com várias realizações e muito trabalho", justifica a gerente da instituição, Cristiane Maria Patrici.

A apresentação gratuita será na esplanada do Museu (Praça Candido Portinari, s/nº). Outras informação podem ser obtidas pelo (16) 3664-4284 ou www.museucasadeportinari.org.br.

Fonte: SEC SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 16/12/2015 às 08:23hs - 77 visitas até 16/05/2016 ) 

 

SÃO PAULO, São Paulo - Com o título "Incerteza Viva", a 32ª Bienal de São Paulo já tem data marcada para acontecer em 2016. Com estreia marcada para 10 de setembro no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, esta edição do evento busca refletir sobre as atuais condições da vida e sobre as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.

Até agora, já foram confirmados 54 artistas que apresentarão seus trabalhos na Bienal, o que corresponde a 60% do total de participantes. O anúncio foi feito na manhã desta terça, dia 8, por Luis Terepins, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, e Jochen Volz, curador da 32° Bienal.

Fonte: Sisemsp

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 16/12/2015 às 08:26hs - 49 visitas até 16/05/2016 ) 

 

PARANÁ, Curitiba - Na quinta-feira (17/12), às 11h, no Museu Paranaense (MP), será inaugurada uma réplica da escultura “Arma em Nó”, obra que é símbolo do projeto Não Violência. A obra, doada ao MP pela ONG internacional, ficará exposta no jardim do museu de forma permanente. A entrada para visitação ao espaço é gratuita.

“A ideia é usar a escultura para tratar da não violência. Uma boa parte do acervo do museu é de objetos relacionados à guerra, portanto a estátua fará um contraponto. Inclusive, será colocada no jardim de forma estratégica, sendo a última parte da visita feita por escolas, deixando a mensagem final de não violência”, explica o diretor do Museu Paranaense, Renato Carneiro.

A escultura, criada pelo artista sueco Carl Fredrik Reuterswärd, em 1980, em memória a John Lennon, foi doada à viúva Yoko Ono, que por sua vez doou às Nações Unidas. Atualmente a original está em exposição permanente nos jardins da ONU, em Nova Iorque.

Réplicas, porém, estão expostas em Estocolmo, Gotemburgo, Malmö (Suécia), Lausana (Suíça), Pequim (China), Londres (Reino Unido), Nova Iorque, Miami, Los Angeles, Honolulu, Washington (Estados Unidos), Berlim (Alemanha), Cidade do Cabo (África do Sul), Moscou (Rússia), Caen (França), Madrid (Espanha) e agora em Curitiba, sendo a única do Brasil. As réplicas representam o trabalho do projeto Não Violência nestes países.

Serviço
Inauguração da escultura Arma em Nó

Data: 17 de dezembro de 2016, às 11h
Museu Paranaense
Rua Kellers, 289 – São Francisco. Curitiba-PR
Visitação: terça a sexta, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 16h.
Entrada gratuita
Mais informações: (41) 3304-3300


Fonte: SEEC

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 16/12/2015 às 08:22hs - 51 visitas até 16/05/2016 ) 

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