SANTA CATARINA, Florianópolis - De 16 a 23 de dezembro, o Museu Histórico de Santa Catarina, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Palácio Cruz e Sousa, será palco do Palácio de Natal. A iniciativa do Sebrae-SC e do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF), com apoio da FCC e da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), tem como objetivo resgatar a tradição e a cultura local, por meio da valorização de artesãos, artistas e grupos folclóricos da região.

Além da realização da Feira de Artesanato, com a participação de mais de 20 expositores, Mestres Artesãos receberão os públicos infantil e adulto para oficinas temáticas de produção de cartões de natal, origami, renda de bilro, entre outros fazeres.

A Vila do Papai Noel, montada na parte externa do Palácio Cruz e Sousa, conta também com uma minipraça de alimentação e será palco para apresentações e performances diversas, como corais, bandas e grupos de dança.

Participam como apoiadores da iniciativa a Secretaria da Cultura e a Fundação Franklin Cascaes, Marc’s Bijoux, Museu Histórico de Santa Catarina, Fundação Catarinense de Cultura, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), Outlet Móveis e Decorações e a Liga das Escolas de Samba de Florianópolis.

Confira a programação de shows:
Dia 16/12:
18h: Banda Jurerê Jazz
Dia 17/12:
15h: Coro Vozes do Divino - IDES Pró Menor
Dia 18/12:
18h: Escola de Samba Os Protegidos da Princesa
19h: Associação Folclórica do Pantanal
Dia 19/12:
18h: Banda do Papai Noel
Dia 20/12:
18h: Escola de Samba Dascuia
Dia 21/12:
15h: Banda de música da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada
18h: Escola de Samba União da Ilha da Magia
Dia 22/12:
18h: Show de Mágica
Dia 23/12:
18h: Escola de Samba Embaixada Copa Lord

Fonte: FCC

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 17/12/2015 às 20:35hs -  58 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Rio de Janeiro inaugura na noite de hoje (17), na Praça Mauá, o Museu do Amanhã. Dedicado à ciência, o museu é um espaço onde o público poderá "visitar" o passado e ter experiências modernas com instalações interativas, imaginando os cenários das pessoas e do planeta para os próximos 50 anos.

O Museu do Futuro fica no Porto Maravilha, área de 5 milhões de metros quadrados revitalizada na região portuária da cidade. A presidenta Dilma Rousseff, o prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão deverão participar da cerimônia de inauguração.

Com informações em português, inglês e espanhol, o visitante poderá explorar variedades do amanhã nos campos da matéria, da vida e do pensamento, além de debater questões como mudanças climáticas, crescimento e longevidade populacionais, integração global, aumento da diversidade de artefatos e diminuição da diversidade da natureza. De acordo com os idealizadores, será um museu para que o homem possa trilhar o caminho do imaginário e realizar, de forma mais consciente e ética, suas escolhas para o futuro.

O prédio construído no Pier Mauá é um projeto assinado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava e faz uma integração com a baía da Guanabara. O museu será aberto ao público no sábado (19). No segundo andar do prédio, está a Exposição Principal do Museu do Amanhã, passando por cinco grandes áreas: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Agora. A curadoria é do físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira.

Na área Cosmos, o visitante ficará em contato com as origens do homem; na Terra, a matéria, a vida e o pensamento são o foco apresentado em três grandes cubos de sete metros de altura e, no Antropoceno, mostra-se como o homem está transformando a composição da atmosfera, provocando mudanças climáticas e transformando a biodiversidade, além de alterar o curso dos rios. Na área Amanhãs, o público vai experimentar como será o mundo com mais pessoas e expectativa de vida mais longa em cidades maiores e ainda vivenciando a hiperconectividade e, no Agora, poderá entender que o futuro depende das escolhas do presente.

O museu tem ainda o Observatório do Amanhã, que vai recolher e difundir informações de centros produtores de conhecimento em ciência, cultura e tecnologia. A pergunta "quais são as grandes oportunidades e ameaças para a sociedade nos próximos 50 anos? " vai marcar a atuação do observatório. Outra atração de destaque é o Laboratório de Atividades do Amanhã, idealizado para analisar com o público a influência das novas tecnologias no mercado de trabalho e no entendimento das profissões. O espaço conta ainda com uma cafeteria, restaurante e loja.

Segundo o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, Alberto Silva, o Museu do Amanhã, uma iniciativa da prefeitura em parceria com a Fundação Roberto Marinho e com apoio do Banco Santander, é uma peça importante no processo de revitalização da região portuária pelo que representa para a cultura e a educação. Silva lembrou que o espaço compõe, com mais 26 centros, o corredor cultural que se abre com a nova frente marítima da Orla Conde, onde está localizado.

"O museu é importante por sua arquitetura arrojada e inovadora, que traz um novo ícone e um novo padrão arquitetônico para a cidade, e uma inovação do ponto de vista do seu conteúdo, que trata de questões tão importantes para o futuro, como mudanças climáticas e sustentabilidade. Poder entregar essa obra na Praça Mauá é mais um passo muito firme nesse conjunto que é a revitalização da região portuária e do centro histórico do Rio de Janeiro como um todo", disse Silva.

Ele acrescentou que o projeto também é parte do processo de requalificação da região portuária, área que estava abandonada e degradada há muitos anos e hoje vive uma revolução em infraestrutura e mobilidade e pode ainda passar por uma evolução residencial. "A construção do Mus

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 26/12/2015 às 07:09hs - 91 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Estudos relacionados a experiências culturais fluminenses estão no livro Dimensões Econômicas da Cultura – Experiências no Campo da Economia Criativa no Rio de Janeiro. Projeto do Observatório Estadual de Economia Criativa (Obec) do Rio de Janeiro, a publicação será lançada nesta quinta-feira (17), às 17h30, em Niterói. O Obec-RJ é fruto de parceria entre o Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

Organizada pela professora Flávia Lages, coordenadora do Observatório, e por Mário Pragmácio Telles, a obra traz oito capítulos nos quais pesquisadores ligados ao Obec apresentam resultados das pesquisas realizadas em 2014. O livro tem apresentação do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e aborda temas como metodologias de pesquisa em cultura, território e economia; patrimônio material e imaterial; e práticas, manifestações e organizações culturais tradicionais em cidades do Rio de Janeiro.

Os Observatórios Estaduais de Economia Criativa (Obecs) são responsáveis pela produção e difusão de pesquisas, dados e informações sobre a dimensão econômica da cultura. Esses centros estimulam o debate entre estudiosos, especialistas, agentes governamentais e representantes do segmento sobre o impacto da economia da cultura na sociedade. Os Obecs operam por meio de parceria entre o MinC e seis universidades federais – além do Rio de Janeiro, já existem no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás e Rio Grande do Sul.

Para Flávia Lages, mais importante do que dispor de dados sobre economia da cultura é realizar análises em cima das informações. "A partir de 2003, o Estado passou a ficar mais atento à questão da análise para suas políticas públicas. Isso tem funcionado muito bem", comenta. Em relação aos Obecs, a professora os considera de enorme importância. "Cada observatório tem a liberdade de fazer o trabalho na linha de sua expertise. Com isso, há mais possibilidades de se enxergar os territórios em que os Obecs estão inseridos e as vocações locais", afirma.

Serviço:
Lançamento do livro Dimensões Econômicas da Cultura – Experiências no Campo da Economia Criativa no Rio de Janeiro

Quando: 17 de dezembro, às 17h30
Onde: Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS) – Sala Interartes (Rua Lara Vilela, 126, São Domingos), Niterói (RJ).


Fonte: MinC - Secretaria de Políticas Culturais - Marcelo Araújo

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 17/12/2015 às 14:13hs - 38 visitas até 16/05/2016 ) 

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - O Centro Cultural UFMG, em parceria com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), lançou edital para seleção de propostas de oficinas para a 14ª Semana de Museus, que será realizada de 16 a 22 de maio de 2016. As propostas deverão abordar as seguintes áreas: artes visuais (desenho, escultura, gravura, pintura, cerâmica e artes gráficas), patrimônio e memória.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até 31 de janeiro. Podem participar artistas, professores e outros interessados. As propostas devem ser enviadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do Centro Cultural.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3409-8280.

Fonte: UFMG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 17/12/2015 às 19:37hs - 35 visitas até 16/05/2016 ) 

RIO GRANDE DO SUL, Porto AlegreProjeto de restauro e modernização do prédio histórico recebeu apoio de R$ 2,5 mi do BNDES, no âmbito da Lei Rouanet

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiou o projeto de recuperação e modernização do prédio histórico da Biblioteca Pública Estadual do Rio Grande do Sul, reinaugurado, nesta terça, 15, em Porto Alegre.

O projeto de restauro da biblioteca recebeu apoio não reembolsável do BNDES no valor de R$ 2,5 milhões (cerca de 36% do orçamento total do projeto) no âmbito da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91). O apoio do BNDES contemplou a primeira fase do projeto e incluiu boa parte dos serviços iniciais e documentações, necessários para o início da obras, e os serviços de pavimentações e instalações do subsolo, 1º piso e fachadas.

O edifício guarda um acervo bibliográfico de 240 mil volumes, que inclui raridades dos séculos XVI a XIX, como a Pharsalia, de Lucano, de 1519, além de publicações e documentos que registram a história e a literatura rio-grandenses, enciclopédias, dicionários, jornais, revistas, folhetos e obras de diferentes setores do conhecimento.

Reformado, o prédio histórico conta agora com nova infraestrutura de instalações elétricas e luminotécnicas, hidrossanitárias e pluviais, telefonia segurança patrimonial, proteção a incêndio e climatização. A Biblioteca Pública Estadual está localizada na Rua Riachuelo nº 1190, Centro, em Porto Alegre.

Patrimônio Histórico
Desde 1997, o BNDES patrocina, com recursos próprios e no âmbito da Lei Rouanet, projetos de restauração e valorização do patrimônio cultural brasileiro, com o apoio técnico do Ministério da Cultura e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O apoio do Banco tem sido direcionado, prioritariamente, a investimentos em obras de restauro, conservação e adaptação de edificações tombadas pelo IPHAN. Desde 1997, já foram apoiados 211 projetos, no montante de R$ 445,8 milhões.

Fonte: BNDES

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 17/12/2015 às 14:09hs - 50 visitas até 16/05/2016 ) 

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