RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - A Fundação Universidade de Brasília - FUB informa que estão abertas as inscrições no período de 11 a 22 de janeiro para contratação de Professor Substituto na área de Teoria e Prática Museológica, com carga horária de 20 horas e remuneração no valor de R$2.018,77 (Dois mil e dezoito reais e setenta e sete centavos). O requisito básico é a graduação em Museologia. 

O candidato aprovado ficará lotado na Faculdade de Ciência da Informação, localizada no Edifício da Biblioteca Central Brasília (BCE) - Entrada Leste - Campus Universitário Darcy Ribeiro - Asa Norte - Brasília - DF, CEP: 70.910-900. Telefone: (61) 3107-2635. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:

a) cópia do documento de identificação. No caso de candidato(a) estrangeiro(a), deverão apresentar o passaporte;

b) currículum vitae, devidamente comprovado;

c) ficha de inscrição, preenchida e assinada.

Maiores informações: http://www.dgp.unb.br 

 

Fonte: Editoria RM (com informações do DOU) 

 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/01/2016 - 23 visitas até 12:25h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Museu Nacional (MN) inaugurou, no último dia 6 de janeiro, a exposição “José Cândido de Melo Carvalho: Memórias de um Naturalista”, que conta a trajetória de um dos diretores mais ativos do museu (1955–1961). Através de objetos pessoais, fotografias e documentos, a mostra apresenta o pesquisador desde a sua infância até os seus últimos dias à frente da instituição, onde dedicou uma vida inteira ao ensino superior e à Ciência.

O professor José Cândido foi responsável pela revitalização das exposições do Museu Nacional, bem como por diversas publicações, eventos, cursos e trabalhos científicos que ajudaram a colocar a instituição como uma das mais importantes da América Latina.

Serviço:

Exposição “José Cândido de Melo Carvalho: Memórias de um Naturalista”

Aberta ao público de terça a domingo, das 10 às 17 horas, e as segundas, das 12 às 17 horas.

Quinta da Boa Vista – Bairro Imperial de São Cristóvão – Rio de Janeiro

Ingressos: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia)

Gratuidade: crianças até 5 anos e portadores de necessidades especiais

Telefone: (21) 3938-6900

 

Fonte: Editoria RM (com informações da UFRJ)

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 11/01/2016 - 20 visitas até 12:28h)

BAHIA, Salvador - Como parte das comemorações em homenagem ao Senhor do Bonfim, Carlinhos Brown realiza a Enxaguada du Bonfim no próximo dia 14 (quinta-feira), a partir das 14h, no Museu du Ritmo. "A Enxaguada du Bonfim faz parte de uma linguagem religiosa-espiritual que todos nós aprendemos na Bahia. A fé aqui é lidada e liderada pelo sentimento, cada um expressa a sua maneira e a sua verdade em relação ao que nós consideramos ter fé e respeitar o outro", afirma Carlinhos Brown. 

Nesta nona edição, a festa, já tradicional no calendário baiano, vai contar com uma apresentação do músico e participações de Diogo Nogueira, Nelson Rufino, Mariene de Castro e Mumuzinho e com o show de abertura da banda Swingaê. O evento, que acontece em Salvador desde 2008, traz como conceito uma reverência ao Samba. "O samba é o espírito vivo dos nossos antepassados. Quando a gente cultua ou faz cultura a gente está respeitando existência de outros que vieram e que nos deu essa permanência e essa visão para sermos o que somos", explica o músico e anfitrião.

A Enxaguada du Bonfim conta com a direção musical de Carlinhos Brown, cenografia de Pedro Caldas, realização da Candyall Entertainment, apoios de Uranus2, Sheraton, Rede Bahia, Grupo A Tarde, Shopping Bela Vista, Air Europa, Home Design e Toque da Casa e patrocínios de Vivo e Schin através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura do Governo da Bahia.

SERVIÇO:

Enxaguada du Bonfim

Atrações: Carlinhos Brown, Diogo Nogueira, Nelson Rufino, Mariene de Castro e Mumuzinho e Swingaê (abertura)

Local: Museu Du Ritmo, Comércio - Salvador (BA)

Data: 14 de janeiro

Horário: a partir das 14 horas

Informações: 71 2626-1241

 

Fonte: Secult BA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/01/2016 - 18 visitas até 12:43h)

 

DISTRITO FEDERAL, Brasília - A Fundação Casa de Rui Barbosa é conhecida pelo rico acervo de livros, preservação da memória do escritor baiano que dá nome à instituição, pesquisas nas áreas filológica, histórica, de direito, de política cultural e pelo seu rico jardim. Além das experiências tradicionais, a Casa também oferece três sites que possuem documentos históricos disponíveis on-line e que aproximam quem não dispõe de tanta facilidade de visitar presencialmente a Casa, localizada no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Os sítios RBonline, O Malho e o Memória Escravidão são unidos pelo objetivo comum de ampliar o acesso à informação e à pesquisa. 

O baiano Rui Barbosa foi escritor, orador, jurista e jornalista, além de ter presidido a Academia Brasileira de Letras após a morte de Machado de Assis, de 1908 a 1919. Sobre Rui, a plataforma RBonline reúne, on-line, as obras, coleções de livros, documentos e objetos que pertenceram a ele. Ao navegar no site, é possível encontrar mais de 130 documentos feitos pelo próprio Rui, livros de sua autoria, cartas familiares e clássicos de sua coleção particular, como A Divina Comédia, de Dante Anglieri. É possível, ainda, visitar virtualmente o museu e o jardim da Casa. É uma imersão no mundo da Casa de Rui direto do computador.

Em outra frente, o site Memória Escravidão, conforme o nome diz, trata de um assunto presente desde a colonização e que faz parte da história do Brasil: a escravidão. O sitio conta com um conteúdo rico em livros, artigos, exposições, jogos, quiz, caça-palavras e sugestões de outras fontes de pesquisa, como museus, sites, artigos, autores. Cada nova aba do site convida o leitor a aprender de forma mais profunda sobre a origem dos negros africanos em solo brasileiro e, fatalmente, a nossa identidade enquanto povo brasileiro. 

É inegável que o Brasil tem uma diversidade cultural e étnica ampla e que a vinda dos negros africanos para serem escravizados deixou marcas na pele, na economia, nas famílias e na cultura do País. Ser brasileiro significa ter na sua história várias influências desse povo. No último Censo, realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 53% da população se autodeclarou negra. A plataforma se propõe a ampliar o acesso aos conhecimentos relacionados ao tema e a documentos do acervo da FCRB.

O terceiro e último site é O Malho, que conta com todas as publicações da revista humorística brasileira, criada em 1902, que especializada em satirizar os fatos políticos e costumes da época. A revista foi a primeira publicação do Brasil a substituir a pedra litográfica por placa de zinco. A inovação tecnológica deu impulso para que a arte da charge e da ilustração fosse mais presentes na imprensa. Algumas de suas charges foram assinadas por Nair Tefé, a primeira cartunista mulher brasileira, além de pintora, cantora e atriz. 

Em 1930, O Malho combateu a Aliança Liberal de Getúlio Vargas e, por isso, teve a sede incendiada e foi impedido de circular por um breve período. Em 1954, a última edição da revista foi publicada com notícias e obras de literatura. O projeto foi realizado com apoio da Lei Rouanet e, no site, é possível folhear todas as publicações e entender um pouco mais da evolução tecnológica, da imprensa e da história do Brasil.

 

Link dos sites:

RB Online

Memória Escravidão - http://www.memoriaescravidao.rb.gov.br/ 

O Malho

 

Fonte: MinC - Mariana Menezes

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/01/2016 - 24 visitas até 12:39h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Um grupo de alunos, professores, funcionários, artistas e visitantes do Parque Lage, no Rio de Janeiro, se reuniram hoje (10) para pensar soluções e evitar a suspensão de cursos gratuitos da Escola de Artes Visuais (EAV) que funciona no local. A organização social privada que administra a escola colocou funcionários em aviso-prévio no mês de dezembro, e estuda cobrar entrada para o parque, por causa do atraso nos repasses do governo nos últimos sete meses.

Em uma descontraída ocupação do casarão que é sede da escola e símbolo do parque, aos pés do Corcovado, eles cozinharam, fizeram intervenções e conversaram sobre a possibilidade de a falta de recursos minar um dos principais projetos: os cursos gratuitos de arte contemporânea. Atualmente, 120 bolsistas frequentam o programa da EAV, depois de aprovados em seleção.

 

Cursos gratuitos:

Referência nacional para as artes, os cursos gratuitos são uma forma de tornar a cultura e arte mais acessível. Desde que o programa de bolsas foi criado, professores e alunos reconhecem que o perfil de frequentadores se diversificou. “Esses cursos geram oportunidades para os alunos de fora da zona sul (área mais rica do Rio) e que não teriam condições de pagar. Temos que ampliar esses cursos em vez de reduzi-los”, disse o professor Domingos Guimarães.

Os apoiadores defendem que o governo retome os pagamentos, mas discutem soluções emergenciais para a EAV e o parque, como ajuda da prefeitura, que acaba de municipalizar hospitais estaduais em crise. Nos últimos meses, para arcar com os custos, shows e eventos foram realizados. A cobrança de ingressos na porta é o que menos agrada.

Frequentadores do parque – que tem parquinho para crianças, gruta e trilhas para o Cristo Redentor, à disposição dos mais aventureiros – também são contra a cobrança. Para as famílias, o ingresso, que pode chegar a R$ 7, somado ao transporte tornaria o programa inacessível.

“A gente já paga as taxas e os impostos. Com o aumento das passagens, que acabaram de subir para R$ 3,80, não vai dar mais para vir“, disse Ilda Regina da Costa, que aproveitava o domingo em um piquenique entre amigos. “Minha família é grande, não tem como pagar esse valor. Eu daria preferência para a Lagoa [Rodrigo de Freitas] ou para Aterro [do Flamengo]”, declarou.

Além de caro, a cobrança de ingresso restringiria os frequentadores que passariam a ser aqueles com mais dinheiro, acrescentou Lourdes Rosa. “O parque é público, precisa ter uma solução que não restrinja a entrada. Poderia se capitalizar com doações privadas, eventos e venda de alimentos”, acredita a professora, que gosta de passar horas lendo no gramado.

Por meio, da assessoria de imprensa, o governo disse que “está sendo estudada uma solução para os repasses”, mas não informou quando regularizará os pagamentos.

 

Fonte: Agência Brasil - Isabela Vieira

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 10/01/2016 - 17 visitas até 12:50h)

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