DISTRITO FEDERAL, Brasília - A obra rara de Mário Andrade, O Turista Aprendiz, um dos mais importantes livros de relatos de viagem do Brasil, já está disponível para venda e download.

A edição impressa é vendida pelo setor de Publicações e pode ser solicitada através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Já a versão online está disponível para download no portal do instituto. A publicação foi relançada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio da Fundação Vale, no dia 12 de novembro, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.

Saiba mais.

Fonte: Iphan

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 04/12/2015 às 08:58hs - 91 56 visitas até 16/05/2016 )

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - A Má Notícia”, de Belmiro de Almeida, de 1897, entre outras obras dos séculos XIX e XX, estavam fora das salas de exposição desde 2013

Depois de dois anos fora do seu lugar ideal - as paredes de um museu, bem ao alcance dos olhares contemplativos de seus visitantes - as telas da Pinacoteca do Estado de Minas Gerais voltam a ser expostas, no Museu Mineiro. São mais de 250 obras, datadas do final do século XIX até meados do XX, que irão se revezar em exposições temporárias na Sala Multiuso do museu integrante do Circuito Liberdade.

Serão expostas 24 telas, com destaque para o polêmico quadro, “A Má Notícia”, assinado por Belmiro de Almeida, em 1897. Curiosamente, no ano da transferência da capital de Ouro Preto para Cidade de Minas (hoje Belo Horizonte), o artista chega de Paris com uma nova tela. Nela se expressa luto, a emoção de uma jovem mulher após receber uma carta com tarja preta. Fato que deu margem à interpretação popular de que a má notícia era a mudança da capital.

O acervo modernista e classicista de artistas plásticos mineiros, como Inimá de Paula e Aníbal Mattos, estava guardado desde 2013, quando teve início a restauração da pintura feita por Alfredo Lima, em 1908, no forro da Sala das Sessões. De acordo com a coordenadora do Museu Mineiro, Angelina Camelo Bagetti, a ideia é instigar o público com o rodízio das obras e dar visibilidade ao acervo da pinacoteca, organizado na década de 70 pelo escritor Murilo Rubião, junto ao crítico de arte Márcio Sampaio. “Vale a pena acompanhar as mudanças das exposições temporárias que pretendem surpreender com a variedade e riqueza do acervo pictórico do nosso museu. Estamos trabalhando ainda em uma nova exposição permanente, que ocupará futuramente todo o prédio”, informa a coordenadora.

Angelina conta ainda que os retratos e paisagens a serem expostos, principalmente os que se referem à ocupação da nova capital, são inspiração para pesquisadores contemporâneos, como Rodrigo Vivas, autor do livro “Por uma história da Arte em Belo Horizonte”.

O novo percurso expositivo da Sala Multiuso tem início com uma coleção de desenhos feitos a carvão por Honório Esteves, além de quadros de Rodelnégio e Heider. Essa disposição foi inspirada pelo mês da Consciência Negra, já que tais artistas figuravam cenas cotidianas dos escravos durante o período colonial. As paredes laterais abrigarão as pinceladas de Renato de Lima, José Marques Campão, Henrique Massena e Alberto Delpino. Aqui os visitantes irão se deparar com os horizontes mineiros criados pelos pintores paisagistas. Para terminar, no corredor de acesso ao 2º pavimento, será possível ficar cara a cara com figuras emblemáticas da história de Minas. Na coleção de retratos estarão o Retrato de Afonso Pena, de Crispim Jacques Bias Fortes, entre outros.

Serviço:
Museu Mineiro
Horário: às terças, quartas e sextas-feiras das 10h às 19h; às quintas-feiras das 12h às 21h; aos sábados e domingos das 12 h às 19 h.
Local: Museu Mineiro - Av. João Pinheiro, 342 – Funcionários, Belo Horizonte – MG
Gratuito
Informações: (31) 3269-1103

Fonte: SEC MG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 04/12/2015 às 08:37hs - 46 visitas até 16/05/2016 )

BAHIA, Salvador - O Banco Central (BC) lançou, hoje (3), a moeda comemorativa da cidade de Salvador (BA). A moeda comemorativa apresenta, no anverso, o Elevador Lacerda, com vista para o Mercado Modelo na Cidade Baixa. O seu reverso exibe a Baiana do Acarajé e seu tabuleiro.

Cunhada em prata, a moeda é parte da série numismática Cidades Patrimônio da Humanidade no Brasil, que já homenageou Brasília, Ouro Preto, Goiás, Diamantina e São Luís, todas agraciadas com o título da Unesco. Segundo o BC, inicialmente serão cunhadas 3 mil moedas pela Casa da Moeda do Brasil, podendo alcançar a tiragem máxima de 10 mil unidades.

As moedas podem ser adquiridas no sítio do Banco do Brasil na internet, por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas da instituição, débito em conta. As moedas também estão à venda para pagamento em dinheiro em algumas agências do Banco do Brasil: Belém (PA) – Rua Santo Antonio, 432 – Campina; Curitiba (PR) – Av. Cândido de Abreu, 554 – Centro Cívico; Fortaleza (CE) - Av. Heráclito Graça, 1500 – Aldeota; Porto Alegre (RS) – Rua Sete de Setembro, 790 – Centro; Rio de Janeiro (RJ) – Rua da Quitanda, 60 – Centro; São Paulo (SP) - Av. Paulista, 2163 – Cerqueira Cesar.

Agências do Banco do Brasil em dependências do Banco Central: Brasília (DF) - SBS, quadra 3, bloco B, 2.º subsolo; Belo Horizonte (MG) - Av. Álvares Cabral, 1605 – 2º subsolo – Santo Agostinho; Recife (PE) – Rua da Aurora, 1259 – Santo Amaro; Salvador (BA) - Av. Anita Garibaldi, 1211 – Ondina.

Fonte: Agência Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/12/2015 às 22:30hs - 63 visitas até 16/05/2016 )

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - São R$ 14 milhões, distribuídos nas categorias Animação, Documentário, Ficção, Finalização e Coprodução Internacional, novidade desta edição

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) definiu a relação dos vencedores do seu Edital de Cinema 2015, que apoiará com R$ 14 milhões a produção de 17 novos filmes brasileiros.

A novidade desta edição foi a inclusão de uma nova categoria: Coprodução Internacional, que tem como objetivo estreitar laços entre países latino-americanos e internacionalizar a produção audiovisual brasileira. O primeiro vencedor da categoria é a co-produção entre Brasil e Argentina A Procura de Martina, de Márcia Faria, contemplado com R$ 500 mil. Também continuam vigentes as categorias Ficção, Documentário, Animação e Finalização.

Na categoria Ficção, o Grupo 1 premia, com R$ 1 milhão cada, dois projetos que priorizem o sucesso comercial, sem prejuízo da qualidade artística e técnica. Foram selecionados neste grupo Pluft, o Fantasminha, da cineasta Rosane Svartman; e Malasartes, de Paulo Morelli.

No Grupo 2 da categoria Ficção, voltado a filmes que priorizem a busca de reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional, pelo menos um dos filmes contemplados deve ser de um cineasta estreante. Este ano, dois projetos obedecem ao critério: O Rastro, de João Caetano Feyer; e A Memória é um Músculo da Imaginação, de Flavia Castro. Os demais selecionados da categoria foram: Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky; O Filme da Minha Vida, de Selton Mello; e As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra. Cada longa será apoiado com R$ 1 milhão.

Na categoria Animação, que apoia com R$ 1,5 milhão cada projeto, foram selecionados: Bizarros Peixes das Fossas Abissais, do estúdio carioca Marão Desenhos Animados; e O Mundo Proibido, da paulistana Um Filmes.

Os cinco projetos aprovados na categoria Documentário — e que receberão R$ 500 mil cada um — são: Brasil de Nelson (Big Bonsai Brasilis Produções Artísticas – SP), Mangue Bit (Willian Cubits Capela – PE), Missão 115 (Diálogo Comunicação – RJ), Minha Fortaleza – Os filhos de fulano (Exótica Cinematográfica – SP) e Soul Brasil (Kinoscópio Cinematográfica - SP).

Já na categoria Finalização serão apoiadas com R$ 500 mil a produção O Grande Circo Místico, dirigida pelo cineasta Cacá Diegues; e De Onde Eu te Vejo, de Luiz Villaça.

Cadeia produtiva
Com o resultado da atual edição, o Edital de Cinema do BNDES chegará à marca de 432 filmes apoiados, com R$ 201 milhões. Este concurso, cuja primeira edição foi lançada em 1995, é a mais antiga ferramenta de apoio do BNDES ao setor audiovisual.

O Banco dispõe, ainda, de uma série de outros instrumentos financeiros — reembolsáveis e não reembolsáveis, de renda fixa e variável — para apoiar o setor audiovisual.

Esse apoio contempla todos os elos da cadeia produtiva, desde a produção de filmes até planos de negócios de produtoras, construção e digitalização de salas de cinema e patrocínio a festivais e eventos por todo o País.

O Programa BNDES para Desenvolvimento da Economia da Cultura (BNDES Procult) e o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) — do qual o BNDES é um dos agentes financeiros — investiram, juntos, R$ 746 milhões no setor desde 2007.

O BNDES também já investiu R$ 39 milhões nos Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional, os Funcines. Regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), tais fundos de participação foram criados para atrair novos investidores à cadeia produtiva, de modo a capitalizar as empresas e melhorar sua profissionalização e governança.

Fonte: BNDES

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/12/2015 às 22:32hs - 59 visitas até 16/05/2016 )

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Dom Mauro Morelli foi o vencedor do Prêmio Alceu Amoroso Lima – Direitos Humanos 2015 que será entregue dia 8 de dezembro, às 18:30 horas, na Universidade Cândido Mendes (Rua da Assembléia, 10 – 42º Andar – Centro).

Receberá Menção Honrosa a artista plástica Yvone Bezerra de Mello – pelo Projeto Uerê e menção Post Mortem Inês Etienne Romeu, aguerrida combatente da ditadura no Brasil. Durante a solenidade, será lançado o livro “ Teologia e Sexualidade – Portas Abertas pelo Papa Francisco“, organizado pelo padre Luís Corrêa Lima e o coral Nheengarecoporanga, se apresentará.

O nome do coral na língua Tupi significa “ virtude do canto” e ele é formado por jovens do Projeto Florescer: Arte-Educação, Cidadania e Ecologia, do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis.

O Prêmio Alceu Amoroso Lima foi instituído em 1983 e é conferido anualmente a pessoas, organizações ou instituições que se destacam na luta pela justiça, pela paz e pelos direitos humanos.

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 03/12/2015 às 22:29hs - 61 visitas até 16/05/2016 )

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