RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O velório da atriz Marília Pêra, que morreu na manhã deste sábado (5) no Rio de Janeiro, aos 72 anos, ocorreu no Teatro Leblon, Zona Sul da cidade, durante a tarde. A sala escolhida no local foi justamente a que leva o seu nome. Das 13h às 17h, familiares e amigos, incluindo inúmeras celebridades, foram se despedir da artista, cujo enterro ocorreu pouco antes das 18h no Cemitério São João Batista, também localizado na Zona Sul do Rio.

Marília Pêra lutava contra um câncer há dois anos, e morreu em casa, ao lado da família. Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria.

O ator Miguel Falabella foi um dos mais emocionados durante o velório. Em entrevista concedida pouco antes de entrar no Teatro Leblon, Falabella foi às lágrimas: "Eu acho que de alguma forma a gente joga pra debaixo do tapete, não querendo acreditar que isso vá acontecer", comentou sobre a morte da atriz, que lutava há dois anos contra um câncer.

Falabella contracenava com Marília Pêra na série "Pé na Cova", e contou que aprendia sempre com ela durante as gravações: "Pé na cova não existe sem a Marília. No final, por causa da doença, ela já estava gravando sentada. Aprendi a representar com ela. É um dia muito triste. Mesmo com dor, ela tinha aquela chama da vontade. Eu ia para as cenas com ela para aprender. Ela é uma atriz espetacular e está no top cinco das melhores do Brasil. Vai ser difícil trabalhar sem ela", disse o ator.

A atriz Cássia Kiss também rasgou elogios à Marília Pêra: "Ela era uma verdadeira mestre, uma dama com D maiúsculo, a nossa rainha".

Lília Cabral lamentou profundamente a morte da artista, a quem classificou como uma "pessoa única": "É um enorme perda. Nós, que somos profissionais, a temos como um exemplo. Por mais que o mundo gire, há pessoas que são únicas e ela é uma delas. O começo da minha trajetória foi assistindo Marília, como se estivesse tendo aulas intensas. E era um grande prazer", comentou a atriz.

Por volta das 17h, o corpo de Marília Pêra foi levado ao Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo. Lá houve um cortejo fúnebre até o túmulo, seguido apenas por familiares e amigos. O sepultamento ocorreu ainda antes das 18h.

Fonte: Jornal do Brasil

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/12/2015 às 19:32hs - 51 visitas até 16/05/2016 )

DISTRITO FEDERAL, Brasília - O governo federal já fechou acordo salarial com 1,021 milhão de servidores do executivo federal este ano, o equivalente a 83% do total, entre funcionários na ativa, aposentados e pensionistas. As categorias aceitaram a mesma oferta de reajuste de 10,8% escalonado em dois anos a partir de agosto de 2016. O Ministério do Planejamento trabalha para assinar acordo com as categorias restantes até 18 de dezembro, fim do prazo para envio dos projetos de lei garantindo os reajustes ao Congresso.

Na semana passada, firmaram acordo com a pasta os professores federais do ensino básico, técnico e superior, os funcionários da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e os servidores do Ministério da Cultura. De acordo com nota divulgada pelo Planejamento, “outras categorias estão em fase final de entendimentos e deverão assinar acordos nas próximas semanas”.

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) informou que ainda não fecharam acordo com o governo os funcionários das agências reguladoras, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária (Incra).

O secretário de Administração da Condsef, Josemilton Costa, disse que as negociações relativas a esses órgãos estão “encaminhadas” e confirma a avaliação do Planejamento de que os acordos devem ser assinados nos próximos dias. “Falta só fechar alguns detalhes. Questões pontuais como a reestruturação de carreiras ou a criação de uma gratificação”, disse. Segundo ele, esses órgãos reúnem cerca de 39 mil servidores. A maior carreira é a do Incra, com cerca de 20 mil pessoas.

Josemilton Costa admite que a proposta para os servidores este ano não foi a ideal. “A gente sabe que é uma proposta ruim, mas, dada a conjuntura econômica, nós não tínhamos alternativa”, disse o secretário da Condsef, que representa cerca de 500 mil servidores.

Os funcionários do executivo federal ganharam 5% de reajuste, a ser pago em agosto de 2016, mais 5,5% em janeiro de 2017. O aumento soma 10,8% em dois anos porque a segunda parcela incide sobre o salário já reajustado. Além de não ocorrer no início do ano, como é tradicional, o reajuste está abaixo da inflação acumulada. A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) soma alta de 9,93% em 12 meses até outubro.

Fonte: Agência Brasil - Mariana Branco

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/12/2015 às 17:38hs - 56 visitas até 16/05/2016 )

SÃO PAULO, São Paulo - Consulta pública discute metodologia para cadastramento de museus em São Paulo

Na última segunda-feira (30/11), o Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) e a Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico (UPPM), instâncias da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, promoveram, em São Paulo, a consulta pública final para a consolidação da proposta do Cadastro Estadual de Museus (CEM) de São Paulo. Este foi o terceiro debate aberto realizado para discutir os parâmetros para a elaboração do cadastramento de instituições museológicas em território paulista.

“Ao logo dos dois últimos anos, o Conselho de Orientação do SISEM-SP e o Grupo Técnico de Coordenação (GTC SISEM-SP), com a contribuição de representantes regionais do SISEM-SP, vem se dedicando à construção participativa da proposta, colocando em debate tanto as questões teórico-conceituais inerentes à museologia, como também da perspectiva da legislação brasileira e estadual, tendo em vista seu impacto no delineamento de políticas públicas para o setor”, informa o diretor do GTC SISEM-SP, Davidson Kaseker.

Neste terceiro encontro, conduzido pela a coordenadora da UPPM, Renata Motta, com o objetivo de dar conhecimento público à metodologia e definições que estão sendo construídas, houve a participação de representantes do Conselho Federal de Museologia (COFEM), do Conselho Regional de Museuologia de São Paulo (COREM 4ª Região), de museólogos e profissionais de museus paulistas.

A partir de 2016, o Cadastro será uma das principais ferramentas de políticas públicas das instituições. “O cadastramentro e, em seguida, o registro dos museus significa ter um atestado de qualidade atendido. O museu registrado ao SISEM-SP receberá uma identificação que irá atesta publicamente a estruturação daquela instituição aos parâmetros exigidos para um museu paulista”, explica Renata Motta. “Estar registrado junto ao SISEM-SP implicará o reconhecimento de seu nível de qualidade institucional, e consequentemente, ter um diferencial na análise de propostas de projetos a serem incentivados com recursos públicos estaduais”, acrescenta a coordenadora da UPPM.

O lançamento da proposta está previsto para acontecer durante o oitavo Encontro Paulista de Museus, nos dias 14, 15 e 16 de junho de 2016, em São Paulo, que também comemorará o 30° aniversário do SISEM-SP. O evento é considerado o mais importante para a área de museus do Estado e terá como tema as “Redes e Sistemas de Museus: Ações Colaborativas”.

Fórum Online
Reforçando a importância da colaboração e do engajamento das instituições para a formatação do projeto, foi aberto
AQUI no site um fórum sobre o Cadastro Estadual de Museus de São Paulo. O espaço é dedicado a participação de profissionais de museus, estudiosos e demais interessados. Na página, também foi disponibilizada para download e consulta a apresentação utilizada nas reuniões de consulta pública. O fórum fica disponível até 31 de dezembro de 2015 (quinta-feira). Clique e confira!

Fonte: SISEM SP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 06/12/2015 às 06:35hs - 58 visitas até 16/05/2016 )

SÃO PAULO, São Paulo - A produção de uma exposição envolve diversos profissionais, entre técnicos, especialistas e curadores, em uma complexa articulação que não fica evidente para os visitantes. A mostra que o Museu de Arte Contemporânea da Universidade (MAC) da USP inaugura no dia 5 de dezembro, a partir das 11 horas, pretende exibir os bastidores desse trabalho, apresentando o processo de montagem da exposição Visões da arte no acervo do MAC USP 1900-2000, que será inaugurada em março de 2016, permitindo ao público tomar contato com os saberes e práticas das equipes envolvidas nesse trabalho.

A ideia das curadoras Ana Magalhães, Carmen Aranha e Helouise Costa, todas docentes do MAC, é colocar em evidência o processo de montagem, criando uma espécie de laboratório onde serão realizados encontros com profissionais e especialistas convidados para discutir as diferentes etapas da realização da exposição, o perfil do acervo do MAC e a curadoria.

A exposição Visões da arte no acervo do MAC USP 1900-2000 ocupará os sétimo e sexto andares do edifício, cobrindo os períodos de 1900-1950 e 1950-2000, respectivamente. Agora, em seus bastidores, o público poderá ver a planta do andar da exposição esboçada por meio de um traçado no chão, alguns dos painéis já erguidos e um primeiro núcleo com 24 obras selecionadas pela curadoria, de artistas como Kandinsky, Morandi, Modigliani, De Chirico, Brecheret, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Lygia Clark, entre outros.

O projeto expográfico, tanto da mostra final quanto desta primeira versão em processo, é de autoria da professora Marta Bogéa, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da (FAU) da USP, juntamente com alguns de seus alunos. Rodrigo Queiroz, docente do mesmo Departamento, contribui com uma reflexão sobre as relações do MAC , seu acervo e a arquitetura moderna brasileira.

A exposição é gratuita e estará disponível no MAC Ibirapuera de terça a domingo, das 10 às 18 horas. A mostra será encerrada no dia 28 de fevereiro de 2016.

Fonte: USP

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/12/2015 às 06:38hs - 65 visitas até 16/05/2016 )

SÃO PAULO, Santos - Entre dezembro e março, o Museu passa a funcionar também às segundas-feiras. Medida foi tomada para atender melhor o público que visita a cidade no período de férias

A partir do próximo dia 07 de dezembro, o Museu do Café, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, estende o seu horário de funcionamento e passa a abrir também às segundas-feiras. A iniciativa visa um melhor atendimento ao grande número de turistas que o museu recebe entre os meses de dezembro e março. Com essa medida, o Museu do Café funcionará durante toda a temporada de segunda a sábado, das 9h às 17h, e também aos domingos, das 10h às 17h.

No mesmo período do ano anterior, também com o horário de funcionamento estendido, o Museu do Café atendeu mais de 72 mil visitantes das mais variadas nacionalidades com uma programação que variou de atividades educativas a apresentações musicais. E este ano a intenção é continuar sendo referência cultural e um dos locais mais visitados da cidade de Santos.

Durante o período, o Museu do Café conta com a exposição de longa duração, intitulada “Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte”. A curadoria aborda desde cultivo até a comercialização do grão, passando por diversos aspectos sociais e históricos da economia no Brasil e no mundo, além dos produtos culturais gerados e financiados pelo agronegócio. A exposição apresenta o tema por meio de várias perspectivas, possibilitando diferentes leituras por parte do público. Além disso, o museu também oferece as exposições temporárias “Feito à Mão” e “Trama: a indústria da sacaria”, que permitem aos visitantes se aprofundarem ainda mais na história do café.

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Entre dezembro e março, seu horário de funcionamento é de segunda a sábado das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 6, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Aos sábados, a visitação é gratuita. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 9h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br.

Serviço
Horário de funcionamento estendido

Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos – SP
Expediente: De segunda a sábado, das 9h às 17, e aos domingos, das 10h às 17h
Data: De 07 de dezembro a 31 de março
Telefone: (13) 3213-1750

Fonte: divulgação por e-mail

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 05/12/2015 às 06:24hs - 66 visitas até 16/05/2016 )

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