RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Conheça o instrumento criado pelo célebre Lord Kelvin para calcular com precisão os horários das marés alta e baixa em todo o planeta

O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) tem como uma de suas principais atividades a preservação de objetos e instrumentos científicos e tecnológicos procedentes de instituições de pesquisa como o Observatório Nacional, Instituto de Engenharia Nuclear, Centro de Tecnologia Mineral e Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Para apresentar algumas de tantas relíquias sob a guarda da instituição, este Museu criou o projeto Olhares Sobre as Preciosidades do MAST, mostrando ao público as narrativas históricas e particularidades do acervo sob a perspectiva de especialistas responsáveis por sua conservação, preservação, estudos e história científica. Na próxima terça-feira (06), às 15h, no Canal do MAST no YouTube, será realizado um bate-papo virtual sobre o Previsor de Marés, instrumento criado por William Thomson (mais conhecido como Lord Kelvin).

Com mediação da historiadora Moema Vergara (Secom/MAST), o encontro virtual contará com as participações da museóloga Maria Lúcia de Niemeyer M. Loureiro, Mestre em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia (Comus/MAST), da pesquisadora Claudia Sá Matos, bolsista da Coordenação de Educação e Popularização em Ciências do MAST, e também do físico e educador Carlos Ziller Camenietzki, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A transmissão ao vivo estará acessível pelo link https://www.youtube.com/watch?v=uz54PjcE54Y


MAST - olhares - Previsor de Maré

Durante a conversa on-line será detalhada a trajetória do Previsor de Marés, que facilitou os cálculos e permitiu obter com uma precisão muito grande os horários das marés alta e baixa para qualquer porto do planeta. Adquirido pelo Observatório Nacional na década de 1920, o aparelho auxiliou na previsão numérica dos níveis das marés oceânicas em diferentes portos brasileiros. Funcionou de 1927, ano em que chegou ao Rio de Janeiro, até o final da década de 1960, quando o serviço de previsão de marés passou a ser exercido pela Marinha com o auxílio de computadores. Ao longo do encontro, os participantes também vão abordar a história do objeto sob uma perspectiva cultural, proposta pelo antropólogo Igor Kopytoff (1930-2013) no seu livro Biografia Cultural das Coisas.

Mais informações em www.mast.br

Fonte: MAST

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