RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Referência nacional no cavaquinho e legítima sucessora do mestre Canhoto


Crédito: Roberto Maciel (divulgação)

Segunda (29/11), o Choro Brasileiro pede passagem e abre alas para Luciana Rabello registrar a sua trajetória musical no Depoimento para a Posteridade do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Apontada pelo mestre Canhoto como a sua legítima sucessora, iniciou a carreira artística aos 15 anos, tocando cavaquinho, no histórico conjunto "Os Carioquinhas", que criou juntamente com o seu irmão, o violonista Raphael Rabello.

Luciana Rabello é referência nacional no cavaquinho e trabalhou com grandes artistas em discos e shows, no Brasil e no exterior, como Paulinho da Viola, Francis Hime, Chico Buarque, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Nara Leão, Baden Powell, Toquinho, Elton Medeiros, João Nogueira e muitos outros. Compositora de choros, sambas, valsas e canções tem parcerias importantes com Paulo César Pinheiro, Maurício Carrilho, Raphael Rabello e Cristóvão Bastos. Em quarenta e cinco anos de trabalho profissional dedicados em prol da divulgação e preservação do Choro, Luciana Rabello é fundadora e presidente da Casa do Choro, da Escola Portátil de Música e criou, em 1999, a Acari Records, a primeira gravadora especializada no mais importante gênero da música instrumental brasileira, o Choro.

Para o presidente do MIS RJ, Cesar Miranda Ribeiro, "Luciana Rabello vai abrilhantar ainda mais a imensa galeria de grandes mestres da música brasileira que estão eternizados no MIS, como o seu irmão, o violonista Raphael Rabello e o seu marido, compositor e poeta Paulo César Pinheiro, assim como Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim, Clementina de Jesus, Waldir Azevedo, Abel Ferreira e Pixinguinha".

O Depoimento para a Posteridade segue com a gravação presencial no Museu da Imagem e do Som, sede da Lapa, dia 29 de novembro de 2021(segunda-feira), com as presenças de Luciana Rabello e seus convidados, Kati Almeida Braga (Empresária, fundadora da gravadora Biscoito Fino), e Jayme Vignoli (Cavaquinista, arranjador, compositor e produtor musical), mas sem a participação do público para evitar aglomeração.

Sobre a série Depoimentos para a Posteridade
Em 1966, o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos de figuras notáveis, como Pixinguinha, Heitor dos Prazeres, Donga, João da Baiana, Raphael Rabello, Paulo César Pinheiro, Hamilton de Holanda, Jacob do Bandolim, Luperce Miranda, Radamés Gnatalli, Elizeth Cardoso, Braguinha, Turíbio Santos, Abel Ferreira, Dorival Caymmi, João Bosco, Hermeto Pascoal, Di Cavalcanti, Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Capiba, Clementina de Jesus, Chico Buarque, Fernanda Montenegro e muitos outros. Vale lembrar que a gravação fica à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

SERVIÇO
Local: Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro - Rua Visconde de Maranguape nº 15, Lapa.
Tel.: (21) 2216-8500
Data: 29 de novembro de 2021 (segunda-feira).
Horários 14h às 17h, gravação sem a presença de público.

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Museu da Imagem e do Som
Rua Visc. de Maranguape, 15 - Lapa, Rio de Janeiro

Fonte: Governo do RJ

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