DISTRITO FEDERAL, Brasília - Está chegando a hora de conhecermos os vencedores da 31ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

No próximo dia 20 de agosto, a Comissão Nacional de Avaliação se reunirá na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília, para selecionar oito trabalhos representativos de ações no campo do Patrimônio Cultural Brasileiro. Cada premiado receberá o valor de R$ 30 mil. O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado até o dia 22 de agosto de 2018, no site do Iphan.

Neste ano, os jurados receberam 94 ações de 25 Estados da Federação e do Distrito Federal. Os projetos passaram pela pré-seleção nas comissões estaduais, compostas por representantes das diferentes áreas culturais, presidida pelo superintendente de cada estado.

A Comissão Nacional de Avaliação
Desde sua criação, a Comissão Nacional de Avaliação, que é presidida pela presidente do Iphan, Kátia Bogéa, desempenha um papel de extrema relevância para a promoção dos bens culturais do Brasil. Responsável pela seleção dos trabalhos premiados, a comissão é formada por representantes de instituições públicas e da sociedade civil, experientes, qualificados e envolvidos em caráter permanente com a produção e proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro.

A 31ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade
Em consonância com a proposta do Iphan de levar o prêmio para todas as regiões do Brasil e, em 2018, promover o Patrimônio Cultural do Norte brasileiro, a 31ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade acontecerá em Belém, capital do Pará. A cerimônia, marcada para novembro deste ano, será em ritmo de Carimbó, registrado pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil, e contará com outras expressões tradicionais do Norte, como o Boi-Bumbá de Parintins.
Nesta edição, o prêmio apresenta um novo formato de edital, com duas grandes categorias subdivididas em quatro seguimentos:

Categoria 1 - Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Material referem-se a ações nas áreas de preservação de bens imóveis como paisagens culturais, cidades históricas, sítios arqueológicos e monumentos; ou móveis, como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos, assim como ações relacionadas de comunicação, difusão e educação, e devem ser apresentadas por pessoas físicas ou jurídicas que sejam responsáveis por sua concepção, autoria ou responsabilidade técnica.

Categoria 2 - Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial referem-se a ações nas áreas de salvaguarda de práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares que abrigam práticas culturais coletivas, assim como ações de comunicação, difusão e educação, e devem ser apresentadas por pessoas físicas ou jurídicas que sejam responsáveis por sua concepção, autoria ou responsabilidade técnica.

Segmento I – Entidades Governamentais da administração direta dos níveis federal, estadual ou municipal ou indireta (autarquias; empresas públicas; sociedades de economia mista; e fundações públicas).
Segmento II – Empresas e Fundações privadas mantidas por empresas.
Segmento III – Outras Instituições sem fins lucrativos da sociedade civil organizada.
Segmento IV - Pessoas Físicas e representantes de grupos ou coletivos.
Serão selecionadas, ao todo, oito ações, sendo uma de cada seguimento, por categoria.

Fonte: Iphan

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