DISTRITO FEDERAL, Brasília - Situada em meio às montanhas e serras do nordeste do Estado de Minas, o Centro Histórico de Diamantina, tombado pelo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1938, completa, no dia 04 de dezembro, 20 anos de reconhecimento como Patrimônio Mundial, pela Unesco.


Atual Fórum de Diamantina (Acervo Iphan)

Importante testemunho da ocupação do interior do país, criando uma cultura original, o conjunto urbanístico-arquitetônico é marcado pelo espírito aventureiro, combinado a engenhosidade e capacidade de adaptação aos trópicos, e guarda monumentos significativos para a história da arte e arquitetura.

Formada a partir da descoberta e exploração do ouro no Vale do Córrego do Tijuco, em 1713, Diamantina conservou significativas referências culturais, mantendo um acervo, sobretudo arquitetônico perfeitamente integrado à paisagem. O Centro Histórico apresenta uma configuração característica das cidades do período colonial e é exemplo importante da ocupação do interior do Brasil por exploradores, garimpeiros de diamantes e representantes da Coroa Portuguesa, que construíram ali uma cultura original, no século XVIII, adaptando modelos europeus às realidades das Américas.

As festividades religiosas e populares da cidade são atração para os turistas. Devido à estreita ligação que Diamantina sempre teve com as pedras preciosas, os artesãos do município se tornaram mestres nos trabalhos de ourivesaria e lapidação. Atualmente Diamantina exerce o papel de polo regional, com diversificação de comércio, serviços, saúde, educação e atividades culturais.

O Brasil possui 22 sítios declarados pela Unesco como Patrimônio Mundial. Desses, quatro estão em Minas Gerais : o Centro Histórico de Ouro Preto; o Conjunto Moderno da Pampulha , em Belo Horizonte; o Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas e o Centro Histórico de Diamantina.

Fonte: Iphan

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