MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Inclusão e acessibilidade são aspectos caros ao Espaço do Conhecimento UFMG

Seja nas redes sociais, nas instalações do museu ou em suas ações educativas, busca-se ampliar a inclusão dos diferentes públicos. A Língua Brasileira de Sinais, de suma importância para comunicação da comunidade surda, é uma das principais abordagens utilizadas para garantia de interação com o público em oficinas, vídeos e também nas visitações.

Em abril, o museu intensificou seu escopo de atividades presenciais, e a visita mediada acessível em Libras à exposição Mundos Indígenas, dentro do projeto Sábado com Libras, marca o retorno das atividades da Língua Brasileira de Sinais no museu após dois anos de ações virtuais.

Conhecer os modos de viver, saber e cuidar de alguns dos povos indígenas no Brasil nos permite também conhecer a história do país. Ao longo da visita mediada, que acontecerá no dia 30 de abril, às 14h, os participantes poderão conhecer os conceitos pensados por curadores dos povos Maxakali, Pataxoop, Xakriabá, Yanomami e Ye’kwana, que são apresentados na exposição Mundos Indígenas.

De classificação livre e gratuita, a visita contará com até 10 participantes, que farão a retirada dos ingressos na recepção do Espaço do Conhecimento UFMG. A mediação se dará pela intérprete Dinalva Andrade, em português e Libras, não demandando o conhecimento prévio da língua pelos dos visitantes.

Fonte: Secult MG

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