MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Ministrada pelo subsecretário de Cultura, atividade integra a programação do Encontro Estadual de Gestores Municipais de Cultura e Turismo e Circuitos Turísticos


Foto: divulgação/Secult MG

As diferentes formas de financiamento cultural em Minas Gerais foram tema de mais uma atividade na programação do 3º Encontro Estadual de Gestores Municipais de Cultura e Turismo e Circuitos Turísticos. Na terça-feira (21/6), o subsecretário de Cultura, Igor Arci, ministrou a palestra “Captação de recursos para a execução de projetos culturais “, no Auditório da CDL, em Belo Horizonte.

Durante o encontro com o público, o subsecretário fez um panorama das várias formas de se captar recursos em Minas Gerais para o financiamento das propostas dos produtores. Para o gestor, os profissionais devem, antes de tudo, conhecer mais da empresa que está financiando os projetos e como um pedido de patrocínio junto àquela organização será coerente com as propostas apresentadas.

“Vocês têm que olhar o histórico de financiamento cultural das empresas. Pleitear um patrocínio para um projeto de dança, sendo que a empresa nunca patrocinou nenhuma atividade ligada a essa linguagem, pode ser complicado. Então, estudem as empresas, conheçam o histórico em patrocínio, façam um mapa do mercado. Assim, o trabalho de vocês será mais preciso”, disse.

O subsecretário também destacou o Plano Descentra Cultura, lançado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) em agosto de 2021. A proposta altera a Lei Nº 22.944/2018, que institui o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual Cultura Viva e atualiza os valores de contrapartida em projetos financiados na Lei Estadual de Incentivo à Cultura (Leic) e no Fundo Estadual de Cultura (FEC).

“O projeto está tramitando na Comissão de Cultura da ALMG e será fundamental para descentralizarmos o financiamento cultural em Minas. Tanto a redução da alíquota de ICMS quanto a contrapartida são atrativos para que as empresas financiem mais projetos culturais, principalmente em cidades do interior. Esse projeto vai criar uma capilaridade no financiamento cultural e celebrar a nossa diversidade”, finalizou.

Fonte: Secult MG

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