RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O Theatro Municipal do Rio de Janeiro disponibiliza a segunda exposição virtual em formato de e-book da Série Compositores no Municipal do Rio em seu site oficial.

Com o patrocínio Ouro Vale e Petrobras, chegou a vez de contar a história de Richard Strauss. Durante a pandemia da Covid-19, o Theatro Municipal – que é um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio – tem contado vários capítulos dos seus 111 anos de história. O primeiro e-book da série sobre Francisco Braga, um maestro para muitos concertos, segue disponível no site.

O Centro de Documentação (CEDOC) deu uma voltinha na rica história musical do famoso compositor e maestro alemão Richard Strauss, que esteve no Theatro Municipal, pela primeira vez, em 1920, onde regeu seis concertos, mas nenhuma ópera, nem a dele mesmo, o Cavaleiro da Rosa que a Companhia italiana Bonetti encenou em 2 de outubro do mesmo ano. No dia seguinte, a imprensa da época perguntava o motivo dele estar no Theatro e não subir ao palco, deixando o maestro da Cia Bonetti representá-lo. Até hoje, ninguém sabe o que realmente aconteceu.


Foto: divulgação/ SEC RJ

No período de 1920, Strauss regeu músicas dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno (que não pode assistir ao concerto por estar enfermo e, menos de um mês depois acabou falecendo), Francisco Braga, Leopoldo Miguez e Henrique Oswald. Na segunda visita, em 1923, Strauss regeu 13 concertos e o único compositor brasileiro que entrou no repertório de uma das apresentações foi Francisco Mignone.

Fonte: SEC RJ

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